O Programa "O CARÁTER CONTA!" é uma parceria entre a ONG "Os Companheiros das Américas", Virginia State University (4-H), IEPES, CRE e Secretaria Municipal de Educação de Joinville, SC. Seu principal objetivo é a construção de uma cultura de paz nas escolas por meio da sistematização de valores nas atividades pedagógicas. Seja Bem Vindo (a)! Cordialmente: Jorge Schemes - Editor do Blog e Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".
O
gesto de um vendedor ambulante está sendo elogiado por milhares de
brasileiros. Ao ver passageiros de um ônibus lotado passando muito calor
durante um engarrafamento em São Paulo, o homem passou a distribuir
garrafas de água para quem estava passando mal.
O
caso foi registrado por Amanda Ferreira, que contou a história em um
post no seu perfil no Facebook. Segundo a jovem, o ônibus estava parado
por conta de uma batida e seus passageiros pareciam incomodados com o
calor e ainda pelo fato de uma das janelas estar quebrada.
“Um
cara que vendia pastéis/bebidas perguntou se alguém queria comprar água
e ninguém se manifestou”, conta Amanda. “O pessoal obviamente começou a
reclamar, não só pela demora, mas também por estar quente”.
Diante
da situação, o vendedor voltou ao ônibus e começou a distribuir água
para as pessoas. “Primeiro entreguem às crianças e mulheres, depois
homens”, disse o homem fora do ônibus. Segundo Amanda, algumas pessoas
até quiseram pagar o rapaz, mas ele não aceitou.
“Eu
olhei pra ele e sorri. Ele assentiu e disse ‘tem que fazer uma né,
moça. O povo sofre demais’. Ele tava ali no corre e não se importou em
ajudar. Fez isso com um sorriso no rosto e sem cobrar nada em troca!
Ainda existem pessoas boas”, explicou a moça.
Postada
no último dia 14/11/2018, a publicação já tem mais de 50 mil curtidas e 29 mil
compartilhamentos. Mais um caso de que gentilezas podem mudar o dia de
qualquer pessoa e fazem um bem sem valor para o coração![Fonte: Yahoo]
Um
menino levou vários lápis motivacionais para compartilhar com seus
colegas, uma iniciativa de sua mãe que escreveu várias frases de
motivação nos mesmos. Frases como “você é criativo”, “você
é talentoso”, etc. O resultado foi motivo de admiração e
gratidão pela professora e por todos os seus colegas. Como é fácil
fazer o bem!!!
Garoto compartilha com colegas lápis com mensagens motivacionais — Foto: Amanda Cox/Facebook
Em
uma outra escola americana, uma gerente da cantina resolveu escrever
frases de incentivo aos alunos no lanche servido a eles, no caso em
bananas. As frases também eram do tipo: “você é amado(a)”,
“nunca desista”, “você é um herói”. Vale a dica pra sua
escola.
'Você é amado' é uma das frases escritas mas bananas — Foto: Sharon Shewbridge/Twitter
Entenda como funciona a campanha “Jeito Catarinense – o jeito certo de fazer as coisas”
Dentro e fora das salas de aula, crianças vão valorizar as ações positivas na sociedade e orientar ações negativas no dia a dia
Lançada terça-feira (24/05/2018), a campanha Jeito Catarinense – o jeito certo de fazer as coisas, conta com a ajuda das crianças para disseminar o bem e valorizar as atitudes boas na sociedade. Já foram entregues a quase 120 mil alunos de 892 escolas da rede estadual de ensino as cartilhas e os cartões que fazem parte da campanha. Está nas mãos de cada criança valorizar atitudes positivas e orientar sobre as atitudes negativas do dia a dia. A proposta é ir além dos muros das escolas e levar para a sociedade, pais, amigos e vizinhos o jeito certo de fazer as coisas.
Na prática, cada professor terá a liberdade para trabalhar a cartilha com as crianças de 8 a 12 anos dentro de seu projeto pedagógico. As 10 mil cartilhas estão divididas em quatro pilares: o jeito certo de tratar as pessoas; a natureza; de andar no trânsito; e cuidar da saúde.
Nos projetos pedagógicos das escolas já são discutidas essas questões, que são essencialmente trabalhadas pelas famílias, mas que é continuado nas escolas. “Além do que está na cartilha, o professor também poderá levantar outras questões, que podem ter mais relação com sua região. No Oeste do Estado podem ser consideradas questões que não são no Litoral”, diz Zulmara Luiza Gesser, gerente de gestão da educação básica e profissional da Secretaria de Estado da Educação, parceira da Acaert (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão) na campanha.
No dia a dia da sala de aula, os professores poderão trabalhar e discutir com os alunos as situações que estão na cartilha. Dentro e fora das escolas, os estudantes poderão usar o cartão (que tem um lado verde e outro vermelho) para orientar, alertar ou parabenizar as pessoas por suas atitudes. “Queremos que a campanha seja da sociedade. A cartilha é uma forma de gerar a discussão sobre o jeito certo de fazer as coisas”, explica Leonardo Soares de Amorim, diretor executivo da Acaert.
Cartilha própria inspirada em outros projetos
A campanha Jeito Catarinense é inspirada em outras campanhas educativas que deram certo no Brasil e no mundo. Em 1972, a campanha Sujismundo incentivou a limpeza no Brasil e até virou sinônimo de porcalhão. Na década de 1990, em Curitiba, a prefeitura usava animais como anta e peruas para identificar maus condutores no trânsito da cidade. Em Bogotá, na Colômbia, uma campanha incentivou os cidadãos a promover mudanças diárias por uma cidade melhor. “Usamos essas referências para produzir a nossa própria cartilha, com uma linguagem adequada ao magistério”, diz Leonardo Soares de Amorim, da Acaert.
Em um segunda etapa do projeto, as escolas municipais das 20 maiores cidades de Santa Catarina também receberão as cartilhas e os cartões. Mas na prática, qualquer escola que quiser participar (incluindo as privadas), pode acessar o site da campanha, baixar e imprimir a cartilha e os cartões. “O projeto contribui para tornar as pessoas melhores, de incentivar o respeito com o próximo e as diferenças. É um projeto para o bem coletivo”, afirma Zulmara Luiza Gesser, da Secretaria da Educação.
Os quatro pilares da cartilha
O jeito correto de tratar as pessoas
O jeito corretor de tratar a natureza
O jeito correto de cuidar da saúde
O jeito correto de andar no trânsito
Como funciona
Cerca de 120 mil alunos de 8 a 12 anos de 892 escolas da rede estadual de ensino receberam os materiais
Os professores poderão discutir os temas em sala de aula com os alunos e explicar como funciona a cartilha
No dia a dia, as crianças podem usar os cartões dentro e fora das escolas. O jeito certo de fazer as coisas é representado pelo cartão verde e um sinal de reconhecimento pela atitude positiva. A forma errada leva o cartão vermelho para demonstrar indignação com ações negativas
Entre as ações positivas que merecem o cartão verde estão o ato de respeitar as diferenças sociais, culturais e religiosas, ajudar ao próximo quando for preciso, conservar o meio ambiente, respeitar os animais e respeitar os limites de velocidade e as normas de trânsito
Entre as ações negativas que ganham o cartão vermelho estão o desrespeito às vagas preferenciais, usar o celular ao dirigir, desperdiçar água e energia elétrica, não agradecer e tirar vantagem das pessoas.
A telefonista Silviane Cunha deu um exemplo de honestidade ao encontrar R$ 600 reais perdidos em um ônibus de João Pessoa (PB). Junto do dinheiro, a mulher achou uma fatura de banco no valor de R$ 564 em nome de Claudineia Santos e não teve dúvida: pagou a conta.
Para encontrar a dona da quantia e devolvê-la o troco de R$ 36, Silviane publicou a história em seu Facebook na última sexta-feira (4/8/17). "Achei ontem no ônibus 5100 em Mangabeira esses R$ 600 com uma fatura. A pessoa que perdeu deve estar desesperada, nessa crise faz muita falta. Quem a conhecer pode passar para ela que a fatura está paga. Não tem número de telefone. Seu nome é Claudineia Santos Lima do [bairro] Funcionários II", anunciou a paraibana na rede social.
Mesmo despretensiosa, a publicação viralizou e já tem quase 7 mil curtidas e mais de 9 mil compartilhamentos até esta segunda-feira (7/8/17). Entre os mais de mil comentários no post, diversos internautas parabenizaram Silviane pela atitude. E ela fez questão de agradecer um por um.
Também pelo Facebook, a telefonista confirmou que conseguiu encontrar Claudineia e devolver o dinheiro com o comprovante de pagamento da fatura. “Ela foi à minha casa gradecer pessoalmente", escreveu nos comentários.[Fonte: odocumento.com.br]
Aos 6 anos, a pequena Armani Crews ensinou uma lição de solidariedade que surpreendeu muita gente já crescida. Ao invés de ganhar uma festa de aniversário, ela pediu aos pais que alimentassem os moradores de rua do seu bairro.
Os pais da menina disseram ao ABC News que ela vinha pedindo a ‘festa beneficente’ há meses, mas acharam que era brincadeira. “Eu disse ‘Tudo bem, vou fazer uns sanduíches'”, contou a mãe, mas a menina bateu o pé e explicou que não era bem aquilo que ela tinha planejado. “Não, eu quero a mesma comida do meu aniversário”, insistiu.
Eles gastaram cerca de 900 reais em alimentos e preparam uma festa à altura dos pedidos da filha. Entre as pedidas do cardápio havia frango, peixe, macarrão, milho, purê de batatas, biscoitos, frutas e até um bolo. Depois que Armani falou sobre seus planos na igreja, os fiéis contribuíram com outros produtos para um ‘kit higiene’, que continha pasta e escova de dente, desodorante, álcool em gel e uma barrinha de cereal.
Cerca de 125 sem-teto participaram do banquete e Armani ficou muito feliz com o resultado. “É legal ser legal”, contou a menina. “Ela estava empolgada e feliz. Todos foram puderam comer. (…) Um dos participantes disse que não comia uma refeição quente há muito tempo”, completou a mãe.
Agora, ela quer organizar outra refeição para os sem-teto. Segundo a mãe, a família pretende voltar ao parque com mais comida e “em poucas semanas”. E você, o que achou do gesto da menina?
Eduardo Cunha, Michel Temer, Petróleo, impeachment, crise,
desemprego,“golpe”. O país está cansado do hábito de ter de ouvir quanto
seus governantes esquecem da ética em troca de dinheiro. Mas na semana
passada, um brasileiro como tantos outros, João Rodrigues Cerqueira,
ganhou notoriedade por uma virtude que deveria ser a regra: honestidade.
Ele devolveu o equivalente a R$4500 que encontrou num lixão. Esse gesto
de decência certamente não seria o que nossos políticos fariam. Por
isso, hoje, João Rodrigues Cerqueira é um símbolo, aquilo que o Brasil
quer ser. E as recompensas já começaram a acontecer. No meio da sua dura vida de catador, João Rodrigues Cerqueira achou US$1400 (equivalente a R$4500 ou mais de 5 salários mínimos). “Dava para pagar minhas contas com esse dinheiro, mas Deus vai ajudar depois”. E ajudou mesmo. João recebeu uma oferta de emprego de Bruno Temistocles, o fonoaudiólogo
que havia perdido os dólares. Ele vai ganhar R$1500 por mês, mais do
que o dobro do que ele faturava na cooperativa de recicláveis que o
pagava. Mas não é só: o rapper Gabriel, o Pensador fez uma vaquinha e entregou a
João mais R$10 mil, mais do que o dobro do que ele lucraria se tivesse
embolsado os dólares e ainda foi homenageado nesta terça-feira (27/09/16) no
Ministério Público do DF com uma placa e foi convidado a participar como
voluntário em palestras do projeto “O que você tem a ver com a
corrupção?” em escolas da rede pública.
João tinha razão: Deus ajudou mesmo. E o Brasil agradece pelo exemplo.
Serão distribuídos e deixados pela cidade de Joinville, SC, em locais públicos, como: praças, parques, palcos, bancos de praças, etc., vários livros com a identificação do título do projeto: "Livro Solidário - Desenvolva Valores".
Os livros foram comprados ou doados, e estarão dentro de uma embalagem plástica para evitar danos pela chuva.
Na capa de trás e na contra capa da frente estarão expostas as regras desse projeto, ou seja, o regulamento, como descrito abaixo:
Contribuindo Com Qualquer Valor Para Compra de Livros Novos - Favorecido: Jorge N. N. Schemes - Banco do Brasil - AG. 0038-8, CC - 36589-0; Joinville, SC - Enviar Comprovante do Depósito Para: 47-9737-7575.
Obs: Em relação as contribuições em dinheiro será dada fiel prestação de contas.
O refugiado sírio Muhannad M., 25, mostra onde achou os 50 mil euros escondidos no armário que ganhou, em Minden, na Alemanha
Um refugiado sírio tornou-se um verdadeiro herói na pequena cidade de Minden, na Alemanha, depois que ele achou 150 mil euros (cerca de R$ 530 mil) e os devolveu aos verdadeiros donos.
A quantia estava escondida em um fundo falso de um armário que Muhannad M., 25, havia ganho de uma instituição de caridade. No local havia 50 mil euros em espécie e outros 100 mil euros em títulos de uma caderneta de poupança.
O rapaz procurou a polícia local para devolver os valores aos verdadeiros donos.
"Esse jovem se comportou de maneira exemplar e merece crédito", disse a polícia em nota. "As pessoas normalmente reportam ter achado pequenas quantidades de dinheiro, mas tamanha quantia é algo absolutamente excepcional."
De acordo com a nota, o rapaz chegou à Alemanha como refugiado em outubro do ano passado, mas vive em Minden há quatro semanas, onde está tendo aulas de alemão e fazendo planos para o futuro. A família ficou em Homs, na Síria.
Polícia de Minden/Divulgação
O dinheiro e a caderneta de poupança encontrados pelo refugiado
Ao jornal alemão "Bild", Muhannad disse que a religião muçulmana consideraria um erro grave ficar com algo que não lhe pertence.
"Alá nunca me permitiria financiar meus próprios interesses com a riqueza de outra pessoa."
A polícia ainda tenta localizar os donos do dinheiro encontrado. [Fonte: UOL]
Sem R$ 5 para comprar um analgésico para o filho de 9 anos, Carlos Cesar Garcia de Souza, de 50 anos, foi pedir ajuda a um cunhado. Na volta para casa, Carlos encontrou um envelope com R$ 20 mil no chão. Carlos, que é pensionista do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e recebe mensalmente um salário mínimo, procurou o dono do envelope e o devolveu. O caso aconteceu na terça-feira (9) em Jaru, a 250 quilômetros de Porto Velho.
“De longe eu vi um papel e até achei que era panfleto de candidato. Quando cheguei perto, vi que era um envelope e ao abrir tinha dinheiro e cheques”, lembra.
Carlos foi pedir ajuda ao cunhado Francisco Siríaco para encontrar o dono do dinheiro. “Ele veio logo me procurar e sua maior preocupação era como devolver o dinheiro”, conta Siríaco.
O pensionista ressalta que, apesar das dificuldades, não pensou em ficar com o dinheiro. “Jamais eu ficaria com o que não me pertence. Em momento algum passou pela minha mente tomar posse do dinheiro”, enfatiza.
Através da identificação no envelope, Souza e Siríaco ligaram para o proprietário do dinheiro. “Ligamos, fizemos algumas perguntas para saber se conferia com os dados do envelope e o dinheiro foi devolvido. Fiquei emocionado com a atitude dele [Souza], pois com tanta falcatrua por aí, ele que é uma pessoa simples, com problemas de saúde não pensou duas vezes em devolver o dinheiro”, ressalta Siríaco.
O pensionista diz que o dinheiro ajudaria muito, mas está feliz pelo exemplo que está dando aos filhos e também pela tranquilidade de ter feito a coisa certa. “Eu posso deitar minha cabeça no travesseiro e dormir tranquilo. A minha recompensa vem de Deus e do reconhecimento dos amigos”, conclui.
Carlos conta que há três anos sofreu um acidente de trabalho, teve um problema na coluna e não pôde mais trabalhar. O pensionista, que mora em Jaru há cerca de 30 anos, reside numa casa cedida pelo irmão e sustenta os três filhos com beneficio do INSS, mais o resultado das diárias que a esposa realiza durante a semana.[Fonte: Correio do Estado]
Por alguns minutos da manhã da última segunda-feira, o aposentado Clóvis Barcelos, 66 anos, teve nas mãos calejadas de quem já trabalhou muito o dinheiro para bancar a reforma na casa humilde em que vive com a esposa em Antônio Prado. Mas imaginar esse e outros destinos para cerca de R$ 40 mil que encontrou numa sacola caída em frente a uma loja, ele só fez depois de garantir que a quantia encontrasse o verdadeiro dono, um empresário do interior do município.
_ Nessa crise em que a gente está, todo mundo precisa de dinheiro. Todos os carnês que eu tenho pra pagar dão uns R$ 10 mil. Mas tem que ser dinheiro limpo. Não é derrubando alguém que a gente vai pra frente _ comentou seu Clóvis na tarde desta quarta-feira, diante de uma xícara de café no bar que diariamente frequenta nas primeiras horas do dia.
O aposentado conta que foi desse mesmo bar, na avenida principal da cidade, que ele saiu por volta das 9h30min de segunda-feira, repetindo a rotina que inclui parar em outro bar para comprar cigarros e depois seguir para casa. No caminho entre um bar e outro, Clóvis passava distraído em frente a uma loja de departamentos quando pisou em uma sacola plástica amarela. O volume chamou a atenção e ele abriu. Ao ver que havia muito dinheiro, entre cédulas e cheques, e alguns documentos, deixou o envelope em uma loja de peças automotivas próxima, cujo dono conhecia e confiava.
_ Ele (o dono da loja) é mais acostumado com dinheiro e teria mais facilidade pra descobrir quem era o dono. Só fiz a minha parte, como meu pai me ensinou desde criança _ conta Clóvis, que complementa a renda de um salário mínimo da aposentadoria com alguns bicos como ajudante de encanador, pelos quais ganha cerca de R$ 40 por dia.
Aposentado mostra onde encontrou a sacola com o dinheiro na manhã de segunda-feiraFoto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS
Valmir Ghinzelli, dono da loja de peças, identificou o dono do dinheiro, empresário que mora na localidade de Santana, cujo nome e telefone constavam no malote que seria depositado no banco. Quando o empresário, que não quer se identificar, recuperou a soma perdida, deixou R$ 50 como uma pequena ajuda, mas ressaltou que queria conhecer pessoalmente a pessoa generosa que impediu o prejuízo.
"Meu preço é minha sinceridade"
Nesta quarta-feira, enquanto atendia a reportagem, Clóvis recebeu uma ligação do dono do dinheiro, que o agradeceu e perguntou o que ele consideraria uma recompensa justa. Sem jeito, Clóvis desconversou:
_ Meu preço é minha sinceridade. Eu entreguei o dinheiro porque era a coisa certa, não porque queria algo em troca.
Do outro lado da linha, o empresário arriscou a oferta:
_ Se tu não me der um preço, de coração eu quero te dar um salário mínimo, R$ 800,00. Se não quiser dinheiro, vamos no supermercado e te pago um rancho. Porque tu foi a pessoa certa. Eu sei que muita gente não faria o mesmo que tu fez.
Como Clóvis continuava sem jeito, ficaram de se encontrar pessoalmente para o devido agradecimento e acerto de uma recompensa. Quando entrou em casa e foi recebido pela esposa, Dejanira Barcelos, 60, apenas ponderou baixinho:
_ Com R$ 800 dá pra pagar umas três prestações na Magazine Luiza.
A reforma na casa, tão sonhada e até provocada pela esposa quando a comunicou da quantia que deixou de tomar posse, ainda deve levar um bom tempo. Mas a tranquilidade por ter feito a coisa certa, Clóvis terá pra sempre. [Fonte: ClicRBS]
Um catador de recicláveis de Iporã, no noroeste do Paraná, encontrou R$ 50 mil no meio de um caderno jogado na rua. Ao descobrir o dinheiro, a primeira coisa que Antônio Garcia do Prado fez foi ir até uma emissora de rádio local para divulgar o achado e tentar encontrar o dono.
Prado conta que só foi ver o dinheiro dentro do caderno quando chegou em casa à noite. “Do jeito que eu achei ele [o caderno], eu só juntei, coloquei dentro do carrinho e fui embora”. Quando viu a quantia, em cheques e notas, o catador ficou surpreso. “A gente se sente surpreso porque eu achei que não tinha nada. A gente se assusta um pouco”, afirma.
Embora receba apenas cerca de R$ 20 por dia, Prado disse que jamais pensou em ficar com o dinheiro que encontrou. No dia seguinte, ele foi até a rádio local para localizar o dono do dinheiro.
O radialista de imediato divulgou a notícia e o dono do valor logo apareceu. O empresário Amauri Rodrigues contou que esqueceu o caderno com o dinheiro em cima do carro e quando saiu com o veículo, perdeu. “Em cima do carro só poderia cair. Cabeça cheia, descuido... Nem imaginava que eu tinha perdido”, explica.
Mais do que ter de volta o dinheiro perdido, a surpresa de Rodrigues foi mesmo encontrar alguém tão honesto quanto Prado. “Fiquei muito emocionado. Uma pessoa honesta, que me devolveu tudo, ele não ficou com nenhum centavo, me devolveu tudo”, ressalta.
“Me sinto realizado de ter achado o dinheiro e o dono”, garante. “Precisa ter mais gente assim”, concluí Rodrigues, que em agradecimento recompensou o catador com um valor em dinheiro. [Fonte: G1]
Após achar grana, Francisco foi descobrir endereço de empresário (Foto: Fernando Pereira/ Arquivo Pessoal)
Um homem de 46 anos encontrou R$ 11 mil dentro de um envelope e decidiu devolvê-lo ao dono, um empresário de Ji-Paraná (RO). Segundo Francisco Claudio, que está desempregado há 5 meses, toda história começou no dia 13 de maio, quando ele ficou sabendo através da TV local que um comerciante havia perdido mais de R$ 10 mil em uma avenida. Ao saber da informação, Francisco foi ao endereço para tentar encontrar o envelope. "Fiquei pensando como o dono estava se sentindo e isso me motivou a procurar o dinheiro para devolver", afirma.
Após encontrar o dinheiro e os documentos pessoais do empresário na Avenida Edson Lima, em Ji-Paraná, Francisco conta que passou a procurar um endereço para devolver os R$ 11 mil. Ao G1, o empresário Denis Ricardo, diz que perdeu o dinheiro e a carteira quando saia para trabalhar.
"Havia os deixado no teto do carro e não vi. Durante o trajeto, o envelope se deslocou e acabou caindo", relembra. O comerciante só deu falta dos pertences horas depois, ao retornar para casa.
O que fiz foi por amor e faria com qualquer ser humano"
Francisco Claudior
Denis chegou a ir na Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência, mas foi desacreditado de que recuperaria a quantia perdida. As pessoas com quem o empresário conversava também falavam que ele poderia recuperar os documentos, mas que o valor seria impossível de ser recuperado.
Diante do sumiço, Denis recorreu às redes sociais e emissoras de televisão para tentar recuperar o dinheiro e seus documentos, informando o local onde acreditava que o envelope havia caído.
Quando já estava desacreditado de recuperar o dinheiro, o empresário recebeu um telefonema informando que o envelope havia sido encontrado e que todo o valor seria devolvido pela pessoa.
"Eu estava desesperado, pensando em outro modo para conseguir esse dinheiro novamente. Foi quando me ligaram para falar que um senhor havia encontrado o dinheiro e me devolveria de maneira integral", relembra o empresário.
Segundo Francisco Claudio, que está desempregado há cinco meses, ele viu a súplica do empresário e por isso se deslocou ao local para procurar o dinheiro. "Eu moro perto do lugar onde estava o dinheiro. Fiquei pensando como ele estava se sentindo e isso me motivou a procurar esse para poder devolver ao dono", conta Francisco.
Francisco recebeu R$ 2 mil do empresário após
atitude honesta, em Ji-Paraná
(Foto: Fernando Pereira/ Arquivo Pessoal)
Desempregado há cinco meses, Francisco conta que em momento algum pensou em ficar com o dinheiro, mesmo passando por dificuldades acarretadas pela falta de emprego. "Eu nunca iria ficar com esse dinheiro. Ele não me pertence e eu não tenho condições de ficar com nada que não é meu. Não dormiria bem. O que fiz foi por amor e faria com qualquer ser humano", explica Francisco.
Após achar o dinheiro no local, Francisco procurou descobrir o endereço do empresário para fazer a devolução. A atitude do desempregado chamou a atenção de Denis, que em reconhecimento pela honestidade deu R$ 2 mil para Francisco. Com o dinheiro, o desempregado realizou uma compra para sua casa e quitou dívidas.
"Essas coisas fazem a gente acreditar que ainda existe esperança na humanidade e ainda existem pessoas boas no mundo. Eu fiquei comovido com a situação dele estar tão desfavorecida e mesmo assim ele me devolver o dinheiro, então dei uma parte do dinheiro a ele e lhe ofereci um emprego", afirma o empresário Denis. [Fonte: G1]
Mesmo com tantas notícias tristes que lemos todos os dias, parece que
uma onda de solidariedade também está em evidência. É o caso do ajudante
geral Renato Ramos, de 22 anos, achou R$ 210 junto com uma conta de
energia em um shopping de Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito
Federal. Ao notar que a tarifa estava vencida, o jovem se deslocou à
lotérica para pagá-la. Renato fez uma publicação nas redes sociais para
tentar encontrar a dona da conta e tranquilizá-la.
“Senhora
Maria de Lourdes Cordeiro, que perdeu uma quantia de R$ 210 e uma conta
de luz no shopping agorinha, pode ficar tranquila que eu achei e também
paguei sua conta de luz”, escreveu Renato no post.
A
publicação repercutiu na web. Internautas elogiaram a atitude do jovem.
“Parabéns, o Brasil precisa de pessoas honestas como você, que Deus te
abençoe. Que você seja próspero nesta terra e que Deus te conceda muita
saúde para ter muitos e muitos anos de vida, felicidade e paz”, diz uma
das mensagens.
Renato
encontrou a conta e o dinheiro na segunda-feira (20). “Eu estava indo
pagar minha conta de internet lá no shopping. Aí estacionei minha moto,
fui entrando e, na hora que olhei para frente, achei uma conta de luz
com a quantia de R$ 210”.
O
jovem disse que não pensou em ficar com o dinheiro. “Não era meu o
dinheiro, R$ 210, com certeza, ia ajudar mais essa pessoa do que eu”,
declarou.[Fonte: Yahoo]
FOTO: Reprodução
NOTA:
Que exemplo para os nossos políticos corruptos que roubam o dinheiro público!!!
'Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar', diz carroceiro Ednaldo da Silva. Desempregado recebeu proposta de trabalho após devolver mochila, em PE.
Carroceiro desempregado devolveu dinheiro, cheques e itens de luxo ao proprietário
(Foto: Kamylla Lima/G1)
Desempregado há dois meses e com o Bolsa Família como única fonte de
renda, o carroceiro Ednaldo da Silva andava a pé na sexta-feira (27/06/2016) na
BR-232, em São Caetano, Pernambuco, quando encontrou uma mochila
contendo R$ 7 mil, cheques e itens de luxo. No mesmo dia, conseguiu
devolver tudo ao proprietário e acabou recebendo uma proposta de
trabalho. "Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar",
disse o carroceiro.
Ednaldo contou que seguia com a carroça ao lado
esposa, do enteado e do burrinho "Chocolate" às margens da rodovia
quando viu a mochila. "Eu pedi para a minha mulher pegar [a bolsa], mas
não abri na hora. Quando cheguei em casa e vi o 'bolo' de dinheiro
fiquei logo assustado".
Dentro da mochila, estavam dois talões de cheque, um par de óculos
escuros, um Tablet e um aparelho celular - avaliados em R$ 3 mil,
segundo a Polícia Rodoviária Federal. "Nessa situação difícil de crise
sei que tudo está difícil, mas não posso ficar com o que não é meu. Quem
achar o que não é seu, tem que devolver", afirmou Ednaldo.
Ele disse que foi na casa do irmão pedir ajuda para desbloquear o
aparelho celular e acionar o dono da bolsa. "A gente não sabe mexer
nessas tecnologias. Ficamos assustados porque pensamos que poderia ser
roubada. Então chamamos o pastor da nossa igreja para dizer a quem
devolver", explicou José Lino da Silva, 27 anos, irmão do carroceiro.
Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)
O pastor João Leite, de 40 anos, instruiu o carroceiro a levar a
mochila com os objetos para o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF)
no município. Lá, o agente da PRF Afonso Ramos conseguiu contato com o
dono da bolsa, que enviou um funcionário para buscar. "O mais
interessante de tudo é que não houve manuseio das cédulas. Eles nem
tocaram no dinheiro. Um gesto valioso e uma ação louvável devolver",
afirmou o policial.
O funcionário do engenheiro, Rivaldo Santos, contou que o dono do
dinheiro estava a caminho do Recife quando notou que havia perdido a
bolsa. "Quando ele chegou em Caruaru viu que a mochila não estava,
voltou para São Caetano, foi na empresa e não achou. Prestou até queixa
na polícia, mas ficou muito emocionado quando soube que uma pessoa tão
simples havia devolvido tudo", disse.
O engenheiro é diretor de uma empresa que presta serviços no setor
elétrico no interior de Pernambuco e, através do funcionário, fez uma
oferta de trabalho ao carroceiro. Ednaldo pretende ir na empresa na
segunda-feira (30/06/2016) para conversar sobre o provável novo emprego e também
recebeu um envelope com uma recompensa. (Fonte: G1)
NOTA DO EDITOR DO BLOG:
Seria muito benéfico para o nosso país se nossos políticos, que desviam, roubam e se apropriam de bilhões de reais do dinheiro público, seguissem o exemplo desse verdadeiro cidadão brasileiro. No mínimo, que os corruptos tenham vergonha na cara, e que Nosso Grande Deus faça justiça!!!
Uma menina de 9 anos, chamada Khloe Thompson, provou que solidariedade e a consciência social não têm idade certa para se manifestar. Ela desenvolveu um kit de higiene pessoal para doar a moradores de rua, com a ajuda da família.
Os chamados “Kare Bags” são preenchidos com vários produtos essenciais como escova de dente, creme dental, desodorante, panos, sabonete, produtos femininos, entre outros. A avó fica encarregada de confeccionar os sacos para os produtos.
A ideia surgiu no caminho para a escola no sul da Califórnia, nos EUA. Diariamente Khloe Thompson, encontra diversos moradores de rua.Um dia ela perguntou à mãe o que poderia fazer para ajudá-los. Foi então que ela resolveu começar a costurar sacos e presentear os moradores de rua com produtos de higiene pessoal.
Khloe começou uma espécie de Instituição sem fins lucrativos chamada “Khloe Kares”.A menina criou uma página no GoFundMe (rede social de financiamento coletivo) para divulgar sua ideia.
Como resultado, já conseguiu levantar doações em torno de U$ 3.600 dólares – mais de R$ 12 mil – e tem a meta de alcançar os U$ 10 mil – mais de R$ 35 mil – em até duas semanas, segundo o site The End.
Os sacos produzidos por Khloe são entregues a moradores de rua por ela e sua mãe.
A menina espera oficializar sua Instituição de caridade e já divulgou um novo projeto: doar o brinquedos para crianças carentes para “iluminar o dia delas”, disse. [Fonte: Yahoo]
Pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que ser grato pelas pequenas coisas da vida pode causar grandes mudanças – inclusive cerebrais. Um artigo publicado no jornal científico NeuroImage atesta que, depois de poucos meses exercitando sua gratidão por meio da escrita, seu cérebro passa a se sentir ainda mais condicionado a ser grato. E isso traz benefícios. Para a experiência, foram chamados 43 voluntários que passavam por terapia para tratar depressão e problemas relacionados à ansiedade. Todos foram recrutados para uma terapia em grupo semanal, porém apenas 22 deles foram chamados para a “sessão de gratidão”, por assim dizer: nos três primeiros encontros, os participantes passaram vinte minutos escrevendo cartas em que revelavam gratidão pelo destinatário (e poderiam escolher se enviariam ou não a carta). O outro grupo não participou desse exercício.
Três meses depois desses encontros, todos passaram por um escaneamento cerebral, que ocorria simultaneamente a outro exercício: eram exibidas fotos de pessoas que, em tese, teriam feito grandes doações de dinheiro à pesquisa. Os participantes precisavam agradecer a eles pelo investimento, enquanto seus cérebros eram examinados. Todo mundo sabia que era apenas um exercício, mas foi dito a cada um deles que as doações realmente seriam feitas em algum momento.
O teste foi claro: quem escreveu as cartas, três meses antes, demonstrou mais atividade cerebral nas áreas relacionadas ao sentimento de gratidão. Vale ressaltar que essas áreas responderam de forma ímpar: ações como se colocar no lugar do outro ou demonstrar empatia não reverberam da mesma forma no cérebro. É um sentimento único. E o mais empolgante é que o efeito de “exercitar a gratidão” é realmente duradouro: seja duas semanas ou três meses depois da experiência, é como se a massa cinzenta se “lembrasse” do comportamento carinhoso e passasse a agir mais dessa forma. A pesquisa compara esse treinamento a como exercitar um músculo: quanto mais você pratica a gratidão, mais propenso estará a senti-la espontaneamente no futuro. Isso ajuda a diminuir a depressão e passar mais tempo com aquele calorzinho bom de se sentir feliz com a ajuda de alguém.
Essas investigações sobre os efeitos de se sentir grato ainda são bastante primordiais – e os próprios pesquisadores admitem isso. Há muito a aprender em termos de efeitos desse sentimento no cérebro e se realmente podemos relaciona-los a efeitos de longo prazo na forma como pensamos e agimos no cotidiano. Mas enquanto isso, talvez seja mesmo bom espalhar #gratidão por aí – e não apenas em uma hashtag.
Há nove anos, alguém postou na Internet um vídeo de Lizzie Velasquez e deu-lhe o título de “a mulher mais feia do mundo.” Naquela época, ela tinha apenas 13 anos. O vídeo rapidamente se tornou viral. Eis aqui a resposta de Lizzie Velasquez.
Muitas pessoas têm me feito a mesma pergunta muitas vezes: “Se você tivesse a oportunidade de conhecer a pessoa que postou aquele triste vídeo sobre você, o que você lhe diria? Minhas respostas poderiam variar entre querer gritar “POR QUE EU?!”, até chegar a dizer que eu lhe daria um grande abraço e lhe agradeceria por ter se tornado uma das maiores bênçãos em minha vida. Se eu tivesse que dizer algo depois disso, ficaria sem palavras.
Eu acredito, com toda a minha alma, que você e eu estávamos destinados a cruzar nossas vidas. Veja bem, eu não sei de onde você é, qual é a sua idade, e muito menos qual é o seu gênero. Afinal, essa informação é irrelevante. Mas o que eu realmente sei é que você mudou não só a minha vida, mas também a vida de muitas pessoas no mundo todo.
Eu não sei o que o motivou a postar um vídeo meu, aos 13 anos de idade, muito menos a razão que levou você a dar-lhe um título tão forte. Eu não sei o que estava acontecendo em sua vida, nem se foi o seu grupo de amigos que o encorajou a publicar o vídeo. Mas eu quero que você saiba o que estava acontecendo comigo, quando encontrei aquele vídeo acidentalmente.
Lizzie Velasquez tem uma doença congênita rara que impede o seu organismo de acumular gordura corporal. (Foto: Thao Doan)
Eu era uma adolescente de 17 anos, cursando o ensino médio, e só queria desesperadamente uma única coisa na vida: ser aceita. Ser adolescente e se encaixar em um grupo, nessa fase da vida, não é nada fácil. Acrescente a isso, ter uma aparência totalmente diferente dos demais colegas, e aí eu entro em cena. Houve muitos altos e baixos na minha vida, e eu não vou dourar a pílula dizendo que quando encontrei o seu vídeo, não fiquei aborrecida.
Cada vez que eu pensava que devia ser bonita, ou que finalmente seria aceita pelas pessoas, ou que talvez essa síndrome não fosse tão ruim assim — todas essas ideias se desvaneciam assim que eu encontrava o seu post. Eu li os milhares de comentários feitos sobre o vídeo, buscando desesperadamente encontrar pelo menos um que me defendesse. Será que eu encontrei algum? Não. Eu não estou dizendo isso para fazer com que você se sinta culpado(a); eu quero apenas alertá-lo(a) para o fato de que no dia em que você postou o vídeo, provavelmente pensou que eu jamais o encontraria.
Por favor, acredite em mim quando eu digo que ao encontrar o vídeo, a princípio eu o encarei como uma maldição; no entanto, mal sabia eu que na verdade, ele era uma das maiores bênçãos disfarçadas que já tive na minha vida.
Vamos trocar os nossos papéis por um segundo. Digamos que você não tenha a menor ideia de quem eu sou, nem de onde eu venho. Digamos que você esteja lutando para adquirir autoconfiança durante sua adolescência, e um belo dia encontra um vídeo que eu postei sobre você. Eu apenas publiquei um vídeo com um título bastante ofensivo, mas não fiz nenhum dos comentários insultantes. Será que você me perdoaria, e simplesmente ficaria chateado com as pessoas que disseram que o mundo seria um lugar melhor sem você?
Eu poderia continuar falando sobre a avalanche de coisas que sucederam depois que encontrei o vídeo, bem como sobre todas as outras pessoas que também se sentiram feridas por ele; mas isso seria apenas uma perda de nosso valioso tempo. Em vez disso, eu gostaria que você soubesse que eu perdoei você e todas as pessoas que sugeriram que eu me suicidasse. Eu sei, essas palavras são muito duras, até mesmo digitá-las já é difícil o bastante.
Lizzie Velasquez (Foto: A Brave Heart: The Lizzie Velasquez Story)
Com a ajuda da minha fé, da minha família e dos meus amigos, fui capaz de deixar de me sentir totalmente estranha, para de alguma maneira, poder transformar o nosso primeiro encontro em algo que possa ajudar a dar esperança a qualquer pessoa que tenha sido vítima de bullying na Internet. Usar a palavra “vítima” aqui é bastante difícil para mim, porque essa palavra não me define. Eu sou alguém que permitiu que outra pessoa entrasse em sua vida, e isso não ocorreu precisamente da maneira mais fácil.
Descobri que muitas vezes, as pessoas machucam umas às outras, não porque queiram prejudicá-las, mas porque elas mesmas já foram muito machucadas Se esse for o seu caso, espero que você tenha encontrado uma maneira de expressar sua própria dor, sem causar sofrimento a mais ninguém.
Vamos avançar rapidamente esses nove anos desde que você e eu “nos conhecemos.” É neste momento que eu quero lhe dizer: ‘muito obrigada’. Eu encaro todas as coisas que faço e todas as pessoas que encontro como peças do grande quebra-cabeça que é a minha vida. Nossa peça foi uma das mais difíceis; eu não sabia exatamente onde ela encaixava, mas eu sabia que ela tinha seu lugar. Sua peça encaixou perfeitamente no lugar, quando eu percebi que o vídeo que você postou era o combustível que alimentaria a minha força.
Seu vídeo me levou para o fundo do poço, mas com o tempo, ele me tornou muito mais forte do que eu jamais poderia ter imaginado.
Suas ações me guiaram em meu processo de aprender a levantar e dar a volta por cima, vez após vez. Tudo isso me traz de volta à pergunta feita a princípio. “Se você tivesse a oportunidade de conhecer a pessoa que postou aquele triste vídeo sobre você, o que provavelmente você lhe diria?” Minha resposta agora seria bastante simples. Você é o responsável por iniciar essa mudança em minha vida. Eu acho que é verdade quando as pessoas dizem que todos nós temos um líder interior. Por mais absurdas que minhas palavras pareçam, muito obrigada por ser o líder que eu não sabia que eu tanto necessitava.[Fonte: Yahoo]
No dia 23 de outubro de 2009 solicitei minha saída da coordenação pedagógica do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC. Foi uma decisão pessoal e feita de livre e espontânea vontade.
Todavia, algumas situações ocorridas bem como as circunstâncias que se arquitetaram ao longo deste ano (2009), e que culminaram na reunião feita no Setor de Ensino na data acima exposta, me fizeram tomar essa decisão.
Até então estive calado, porém não alienado, pois meu pensamento e minha formação cognitiva e filosófica é pós-crítica e meus princípios e valores são alicerçados na Santa Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.
Não posso agredir meus princípios morais e éticos diante de atitudes mesquinhas de segregação, exclusão, discriminação, preconceito, abuso de poder, constrangimento ilegal, falta de ética (no mínimo profissional) eassédio moral. O que eu não faço com os outros, eu não aceito que façam comigo.
Não compactuo com manobras politiqueiras de pessoas mesquinhas que, durante meu tempo de coordenação pedagógica à frente do Caráter Conta na GERED de Joinville, SC, nunca fizeram nada pelo Programa, e além disso visavam a apropriação do esforço e do trabalho alheio já feito durante anos para promoção e benefício próprios, tais pessoas são verdadeiros "vampiros psíquicos e sociais".
Alguém disse certa vez com muita propriedade que, "onde não há ética até o ambiente fica doentio". E tais pessoas, por serem as detentoras do poder, são um verdadeiro foco de doenças emocionais para aqueles que se sujeitam as suas manobras carregadas de tirania e cheias de maldade, mas Deus é justo Juiz e cabe a Ele retribuir a cada um segundo as suas obras.
Desde o início, minha dedicação e empenho para que o Programa "O Caráter Conta!" tivesse êxito nas escolas da Rede Pública Estadual pertencentes a GERED de Joinville, SC, foram constantes. Procurei promover "O Caráter Conta!" nas escolas da Rede Estadual de Ensino, por meio de reuniões com professores, técnicos e gestores, bem como formatá-lo pedagogicamente à realidade local. Procurei dar visibilidade para as ações do Programa por meio deste blog, e o fiz de maneira voluntária e por decisão pessoal, uma vez que o Programa, até a data presente (23/10/2009), não faz parte dos programas oficiais da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Contudo, o mínimo que se espera quando há dedicação e empenho em qualquer atividade que envolva a educação é reconhecimento, valorização, gratidão e respeito. Talvez essa seja a razão porque há tantos professores e professoras desmotivados.
Apesar de tudo valeu a pena toda minha dedicação e esforço. E aqui deixo registrado o meu respeito e a minha gratidão a todos que se comprometeram junto comigo, e de coração voluntário ajudaram a implementar as atividades do "Caráter Conta!" em sua escola, de maneira especial aos professores e professoras, assistentes técnicos pedagógicos e gestores.
Acredito no Programa "O Caráter Conta!" como uma ferramenta poderosa de transformação moral e ética dentro da escola e na vida de cada um de seus agentes. Por essa razão continuei trabalhando os seus pilares do caráter em minhas aulas de Ensino Religioso na Rede Municipal de Ensino de Joinville, SC, como já vinha fazendo antes. Enquanto lecionei por vários anos nas séries finais do Ensino Fundamental sempre trabalhei sistematicamente com todos meus alunos várias atividades pedagógicas relacionadas com os pilares do "Caráter Conta!". Os alunos e alunas das Escolas Municipais onde lecionei por vários anos produziram redações, acrósticos, poesias, paródias e joguinhos lúdicos relacionados com os pilares do Programa "O Caráter Conta!". Essas atividades e muitas outras estão socializadas nesse blog.
Termino afirmando que acredito na educação para o caráter, acredito na proposta e na metodologia do Programa "O Caráter Conta!", não como plataforma de interesses politiqueiros, pessoais e mesquinhos, mas como uma poderosa força moral na construção de uma cultura para a paz.
Ex-Coordenador Pedagógico do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC, no período de 2004 a 2009. Atualmente é Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha)
Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Funcionário Público na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Seja honesto. Não engane, não fraude, não roube. Seja confiável e faça mesmo o que disse que iria fazer. Tenha coragem para fazer o que é certo.
Respeito:
Seja tolerante às diferenças. Considere os sentimentos dos outros. Não ameace, agrida ou machuque ninguém. Lide tranqüilamente com a raiva, insultos e desacordos.
Responsabilidade:
Faça o que deve fazer. Persista: continue tentando. Faça sempre o melhor que puder. Seja responsável por suas escolhas.
Senso de Justiça:
Aja de acordo com as regras. Aguarde a sua vez e compartilhe. Mantenha a mente aberta; escute os outros. Não tire vantagem sobre os outros.
Zelo:
Seja gentil. Seja compassivo e demonstre que você se preocupa. Expresse gratidão. Ajude as pessoas em necessidade.
Cidadania:
Faça sua parte para melhorar sua escola e sua comunidade. Coopere. Mantenha-se informado, vote. Seja um bom vizinho.
Uma Pessoa De Caráter Vive De Acordo Com Os Seis Pilares Do Caráter!
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