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Como Desenvolver a Responsabilidade no Ensino Fundamental: 7 Atividades Pedagógicas Eficazes para Professores

 

Como Desenvolver a Responsabilidade no Ensino Fundamental


A responsabilidade é um dos pilares centrais para a formação do caráter de crianças e adolescentes. No contexto escolar, ela ultrapassa o simples cumprimento de tarefas e se traduz na construção de cidadãos comprometidos com seus deveres, conscientes de suas escolhas e atentos às consequências de seus atos. Neste artigo, fundamentado no programa “O Caráter Conta”, vamos refletir sobre estratégias práticas para desenvolver a responsabilidade no Ensino Fundamental e o papel essencial dos professores nesse processo.

O que significa responsabilidade segundo o programa O Caráter Conta

O programa internacional “O Caráter Conta” (Character Counts!) apresenta seis pilares fundamentais para o desenvolvimento integral do caráter: confiabilidade, respeito, responsabilidade, justiça, solidariedade e cidadania. Dentro dessa proposta, responsabilidade está ligada a:

  • Assumir deveres e compromissos com seriedade.

  • Ser confiável e cumprir prazos.

  • Reconhecer os erros e aprender com eles.

  • Praticar o autocontrole e tomar decisões conscientes.

Ou seja, responsabilidade não se resume a obediência ou disciplina externa, mas à capacidade de cada estudante de agir de forma autônoma e ética.

A importância de trabalhar a responsabilidade no Ensino Fundamental

O Ensino Fundamental é a fase em que os alunos estão em plena formação de hábitos, valores e visão de mundo. É nesse período que a escola tem a oportunidade de:

  1. Formar cidadãos conscientes – alunos que compreendem que suas ações impactam colegas, professores, a escola e a comunidade.

  2. Promover autonomia – ensinar a tomar decisões e assumir as consequências delas.

  3. Preparar para o futuro – responsabilidade é uma competência-chave tanto para a vida acadêmica quanto para a vida profissional.

Pesquisas em psicologia educacional, como as de Lawrence Kohlberg sobre o desenvolvimento moral, reforçam que o ambiente escolar é fundamental para estimular a consciência ética e a autorregulação.

Estratégias práticas para professores

Para os professores que desejam fortalecer esse pilar no cotidiano escolar, algumas estratégias práticas incluem:

1. Estabelecer expectativas claras

Explique aos alunos, de maneira simples e objetiva, quais são as responsabilidades que eles devem assumir: entregar tarefas no prazo, respeitar o tempo das atividades, cuidar do material escolar e colaborar com o grupo.

2. Dar protagonismo aos alunos

Incentive que eles participem das decisões em sala de aula, como a elaboração de combinados de convivência ou a organização de projetos coletivos. Quando a criança percebe que sua voz tem valor, sente-se responsável por manter os acordos.

3. Valorizar o cumprimento de compromissos

Mais do que punir o erro, reconheça e destaque quando o aluno cumpre suas responsabilidades. Esse reforço positivo contribui para o fortalecimento de atitudes consistentes.

4. Trabalhar com projetos colaborativos

Projetos em grupo exigem divisão de tarefas e compromisso com os colegas. Isso ensina que a responsabilidade individual influencia o sucesso coletivo.

5. Estimular a autorreflexão

Promova momentos em que os alunos reflitam sobre suas atitudes: “O que fiz bem?” “O que poderia ter feito de forma diferente?” Essa prática ajuda a desenvolver consciência e autocontrole.

Responsabilidade e valores cristãos

Embora o programa O Caráter Conta tenha aplicação laica, muitos valores nele contidos dialogam com princípios cristãos, como a parábola dos talentos (Mateus 25:14-30), em que Jesus destaca a importância de assumir compromissos e ser fiel nas pequenas responsabilidades. Essa ponte pode enriquecer a prática pedagógica em contextos confessionais.

Conclusão

Desenvolver a responsabilidade no Ensino Fundamental é um investimento para a vida toda. Professores, como modelos de conduta, exercem um papel decisivo na construção desse valor, não apenas ensinando, mas vivenciando-o no cotidiano escolar. O programa “O Caráter Conta” oferece um guia sólido para cultivar esse pilar, lembrando-nos de que educar não é apenas transmitir conhecimento, mas formar pessoas capazes de viver com ética, autonomia e compromisso.


Atividades

Seguindo a linha do artigo e fundamentando no pilar Responsabilidade do programa O Caráter Conta, elaborei 7 atividades pedagógicas práticas para aplicação em sala de aula no Ensino Fundamental. Cada atividade inclui objetivo, passo a passo e reflexão final, para que o professor possa conduzir com clareza.


1. O Mural das Responsabilidades

  • Objetivo: Incentivar os alunos a assumir compromissos coletivos e individuais.

  • Como aplicar:

    1. Fixe um mural na sala com o título “Nossas Responsabilidades”.

    2. Cada aluno escreve em um cartão uma responsabilidade pessoal (ex.: organizar a mochila, ajudar em casa, entregar tarefas) e uma responsabilidade coletiva (ex.: cuidar da sala, respeitar os colegas).

    3. Semanalmente, revisem juntos quais foram cumpridas e quais precisam ser melhoradas.

  • Reflexão: Pergunte: Como nossas responsabilidades individuais ajudam toda a turma?


2. Contrato de Sala de Aula

  • Objetivo: Construir regras de convivência de forma participativa.

  • Como aplicar:

    1. Promova uma roda de conversa sobre quais atitudes tornam a sala mais organizada e justa.

    2. Registre as sugestões em um cartaz e transforme em um “contrato de sala”.

    3. Todos assinam, assumindo o compromisso.

  • Reflexão: Relacione com a ideia de que responsabilidade é cumprir acordos.


3. O Guardião da Tarefa

  • Objetivo: Valorizar o cumprimento de prazos e compromissos.

  • Como aplicar:

    1. A cada semana, um aluno é escolhido como “guardião da tarefa”, responsável por lembrar os colegas de prazos e organizar quem precisa de ajuda.

    2. Ao final da semana, o aluno compartilha o que percebeu sobre a importância de cumprir compromissos.

  • Reflexão: Pergunte: Como é importante confiar que alguém vai cumprir aquilo que prometeu?


4. Diário da Responsabilidade

  • Objetivo: Desenvolver a autorreflexão sobre atitudes responsáveis.

  • Como aplicar:

    1. Distribua um pequeno caderno ou folha semanal chamada “Diário da Responsabilidade”.

    2. Os alunos registram: “Hoje fui responsável quando...” ou “Preciso melhorar em...”.

    3. Periodicamente, podem compartilhar voluntariamente suas anotações.

  • Reflexão: Mostre que assumir erros também é sinal de responsabilidade.


5. Responsabilidade em Ação – Projeto Coletivo

  • Objetivo: Estimular o senso de compromisso com tarefas em grupo.

  • Como aplicar:

    1. Organize um projeto simples (ex.: cuidar da horta escolar, organizar uma campanha de arrecadação de livros).

    2. Divida funções claras entre os alunos.

    3. Acompanhe o cumprimento de cada papel e as consequências de quando alguém não cumpre sua parte.

  • Reflexão: Questione: O que acontece quando alguém não assume sua responsabilidade?


6. Círculo das Decisões

  • Objetivo: Ensinar que toda escolha gera consequências.

  • Como aplicar:

    1. Proponha situações fictícias (ex.: “Você esqueceu a lição de casa, o que pode acontecer?”).

    2. Em roda, cada aluno sugere possíveis consequências.

    3. Discuta como ser responsável evita problemas futuros.

  • Reflexão: Pergunte: Que tipo de escolhas mostram que somos responsáveis?


7. O Símbolo da Responsabilidade

  • Objetivo: Criar um reforço visual e motivacional.

  • Como aplicar:

    1. Construa junto com os alunos um objeto ou crachá que simbolize “responsabilidade” (ex.: uma chave ou uma estrela).

    2. Esse símbolo é entregue a cada semana ao aluno que demonstrou maior compromisso.

    3. Ele compartilha com a turma o que fez para merecer o reconhecimento.

  • Reflexão: Mostre que responsabilidade é algo que inspira os outros.


👉 Essas atividades dialogam diretamente com o pilar Responsabilidade do programa O Caráter Conta, mas também podem ser interligadas a outros valores, como respeito, cidadania e solidariedade.


Planos de Aula – Responsabilidade (Programa O Caráter Conta)


1. Mural das Responsabilidades

  • Objetivo: Incentivar os alunos a assumir compromissos pessoais e coletivos.

  • Materiais: Cartolina, canetinhas, post-its ou cartões.

  • Desenvolvimento:

    1. Apresente o tema da responsabilidade e explique sua importância.

    2. Cada aluno escreve em dois cartões: uma responsabilidade individual e uma coletiva.

    3. Fixe os cartões em um mural intitulado “Nossas Responsabilidades”.

    4. Reflitam semanalmente sobre quais compromissos foram cumpridos.

  • Avaliação: Observar a participação e a coerência dos compromissos assumidos.


2. Contrato de Sala de Aula

  • Objetivo: Construir regras de convivência de forma participativa.

  • Materiais: Cartolina grande, canetões, fita adesiva.

  • Desenvolvimento:

    1. Conduza uma roda de conversa sobre atitudes que favorecem a convivência.

    2. Registre as ideias no quadro e depois organize em um cartaz.

    3. Todos assinam, assumindo o compromisso coletivo.

  • Avaliação: Verificar se os alunos respeitam o contrato ao longo das semanas.


3. O Guardião da Tarefa

  • Objetivo: Valorizar o cumprimento de prazos e responsabilidades.

  • Materiais: Distintivo ou crachá simbólico de “Guardião da Tarefa”.

  • Desenvolvimento:

    1. Escolha um aluno por semana para ser o guardião.

    2. Sua função é lembrar os colegas dos prazos e apoiar quem tiver dificuldades.

    3. Ao final da semana, ele compartilha com a turma sua experiência.

  • Avaliação: Acompanhar se os alunos estão mais atentos aos prazos e se reconhecem o papel da responsabilidade.


4. Diário da Responsabilidade

  • Objetivo: Desenvolver a autorreflexão sobre atitudes responsáveis.

  • Materiais: Caderno ou folhas impressas com o título “Diário da Responsabilidade”.

  • Desenvolvimento:

    1. Explique que os alunos irão registrar diariamente ou semanalmente momentos em que foram responsáveis.

    2. Inclua duas perguntas: “Hoje fui responsável quando...” e “Preciso melhorar em...”.

    3. Periodicamente, peça voluntários para compartilhar.

  • Avaliação: Ler algumas produções (com autorização dos alunos) e observar evolução na autorreflexão.


5. Responsabilidade em Ação – Projeto Coletivo

  • Objetivo: Desenvolver senso de compromisso em atividades colaborativas.

  • Materiais: Variam de acordo com o projeto (horta, campanha, exposição etc.).

  • Desenvolvimento:

    1. Escolha com a turma um projeto coletivo simples.

    2. Divida responsabilidades claras entre os alunos.

    3. Acompanhe o andamento e discuta os impactos quando alguém não cumpre sua parte.

  • Avaliação: Avaliar o envolvimento, a cooperação e o cumprimento das funções.


6. Círculo das Decisões

  • Objetivo: Ensinar que escolhas têm consequências.

  • Materiais: Cartões com situações-problema.

  • Desenvolvimento:

    1. Proponha situações fictícias (ex.: esquecer o dever de casa, não ajudar um colega).

    2. Em roda, cada aluno aponta possíveis consequências.

    3. Discuta como a responsabilidade pode mudar os resultados.

  • Avaliação: Observar a capacidade de identificar consequências e propor soluções responsáveis.


7. O Símbolo da Responsabilidade

  • Objetivo: Reforçar visualmente e motivar atitudes responsáveis.

  • Materiais: Crachá, medalha ou objeto criado coletivamente como símbolo.

  • Desenvolvimento:

    1. Construa o símbolo junto com os alunos.

    2. A cada semana, entregue-o ao aluno que demonstrou maior responsabilidade.

    3. O escolhido compartilha com os colegas a atitude que o destacou.

  • Avaliação: Analisar o engajamento dos alunos e se o reconhecimento estimula atitudes positivas.

Por que ser gentil vale a pena

Estudos mostram que gentileza traz felicidade a quem a pratica. Projetos se dedicam a multiplicar esta virtude


Quem tem tempo hoje em dia para segurar uma porta aberta para alguém, dar passagem a outros carros num trânsito cada vez mais maluco, ou cumprimentar as dezenas de pessoas que se chega a encontrar num dia? É difícil ser gentil, mas mais difícil ainda é conviver com a falta de gentileza dos outros. Principalmente ao dar com uma porta fechada na cara, ter a lataria do carro amassada por um apressadinho ou passar pela sensação de ser invisível. A ideia de que ser gentil vale a pena e traz benefícios tem sido comprovada por diversos estudos.
Além disso, vários projetos têm se dedicado a multiplicar essa virtude.
Esses pequenos atos fazem parte da rotina do empresário Ricardo Christe, 36 anos. Quando chega a um restaurante ou precisa ser atendido em um balcão, a primeira coisa que faz é procurar o nome do atendente num crachá, para cumprimentá-lo. "Eu acredito em melhorar como ser humano", diz. "A forma mais difícil de se transformar é no cotidiano." Para ele, que olha com desconfiança a sociedade cada vez mais ensimesmada, ouvir mais e se interessar por quem está ao seu redor é o componente básico da gentileza. "As pessoas estão tão ilhadas nos próprios problemas que não conseguem olhar em volta. Todo o resto fica irrelevante", afirma Christe.
O professor de psicologia da Universidade do Estado da Califórnia Robert Levine fez uma experiência que comprovou que o cotidiano das grangrandes cidades não faz nada bem à cortesia. Levine observou a relação entre pressa e gentileza em 36 cidades americanas, avaliando a frequência de gestos como devolver uma caneta que caiu "acidentalmente", ajudar uma pessoa cega a atravessar a rua ou colocar na caixa de correio uma carta "perdida". Nova York, terceira cidade mais rápida no estudo, foi considerada a menos gentil. RoRochester, no mesmo Estado, com um ritmo de vida bem mais lento, foi a mais prestativa. A experiência está relatada no livro "A Geografia do Tempo", de Levine.
Mas, afinal, vale a pena ser gentil? Para a ciência, a resposta é sim. Em um estudo da Universidade da Califórnia, a psicóloga Sonja Lyubomirsky pediu aos participantes que praticassem ações gentis durante dez semanas. Todos registraram aumento na felicidade durante o estudo. Os que praticaram ações variadas, como se oferecer para ajudar a lavar a louça, fazer elogios ou segurar a porta aberta para um estranho passar, registraram níveis mais altos e prolongados de felicidade, em comparação com quem repetiu sempre a mesma atitude com diferentes pessoas. "Gentileza e boa vontade estão relacionadas à felicidade e as pessoas que tentam ser mais gentis no dia a dia tendem a experimentar mais emoções positivas e se tornaram mais alegres", afirma Sonja. O mecanismo que explica essa relação foi mais esclarecido por um estudo da Universidade Hebraica, em Israel, de 2005. A gentileza está ligada ao gene que libera a dopamina, neurotransmissor que proporciona bem-estar.
Para algumas pessoas, ser gentil não é uma escolha, mas um ofício. É o caso de Carlos de Sá Barbosa, 35 anos, funcionário da Pel Consultoria, responsável pela segurança do Hospital Copa d'Or, no Rio de Janeiro. "Trabalhamos com um público estressado. Ninguém vai a um hospital a passeio", diz. Na rotina do supervisor de segurança, sorrisos e ouvidos dispostos a escutar são fundamentais. "Você está aqui para resolver o conflito, e não aumentá-lo", diz. Existem técnicas para não estressar mais a pessoa, como nunca abordar um cliente nervoso pedindo calma, sempre olhar nos olhos do interlocutor e dar uma atenção especial a quem está mais exaltado. "Eu trabalho na área da supervisão - lido com 55 funcionários sob minha responsabilidade, além do público externo. Se não gostar de pessoas, não dá certo", afirma Barbosa. Marcos Simões, da RH Fácil, empresa que treinou a equipe do Copa d'Or, dá esse tipo de treinamento há 20 anos. "As técnicas existem, mas é importante ter um interesse real no cliente e saber ouvir com atenção", afirma. A gentileza profissional pode ter um roteiro, mas sem envolvimento sincero não convence.

O professor de filosofia da Universidade Presbiteriana Mackenzie Jorge Luiz Rodriguez Gutierrez prefere pensar na gentileza não como um comportamento, mas como uma virtude. "Não só a gentileza parece menos cultivada, mas em geral hoje não se fala muito das virtudes. Parecem esquecidas", diz Gutierrez. Ele ressalta que ela só tem valor positivo quando associada a conceitos como generosidade ou misericórdia. "Em filmes, geralmente os nazistas que dirigem campos de concentração são gentis. Por si só, a gentileza é neutra", diz.
Para que essa virtude faça diferença, na escola Projeto Vida, em São Paulo, ela é ensinada junto com valores éticos e faz parte das atividades do dia a dia.
Cecília Fonseca, 5 anos, está aprendendo a compartilhar e a ser gentil.
"Quero que a Cecília saiba ouvir, que possa falar, que saiba respeitar e conviver com os amigos", diz Edilene Fonseca, 41 anos, mãe da menina. Todo dia, os pequenos podem levar frutas de casa para oferecer aos colegas, em uma bandeja comunitária.
"As crianças pequenas são muito egocentradas, é uma característica da faixa etária. O grande desafio é fazê-las enxergar o outro", explica Mônica Padroni, coordenadora da escola. "Damos um sentido maior à gentileza. A polidez é ligada à convenção social, não ao respeito, à generosidade e à justiça, virtudes que valorizamos."
Pesquisas sobre o valor da gentileza, das boas maneiras e da educação na sociedade contemporânea e a promoção desses valores é o principal objetivo da Iniciativa pela Gentileza, da Universidade Johns Hopkins. "Podemos escolher a gentileza porque temos livre-arbítrio. O problema é que você pode ter sido educado em condições que não conduzem a isso", diz Pier Massimo Forni, coordenador do projeto. "Por isso, a orientação e o exemplo dos pais são tão importantes." O segundo livro do autor sobre o assunto, "The Civility Solution: What to Do When People Are Rude" (A solução da gentileza: o que fazer quando as pessoas são rudes, em tradução livre), está em processo de tradução para o português. Para Forni, a gentileza é lançar um olhar benevolente aos outros.
Nos anos 80, José Datrino, de túnica branca e longa barba e conhecido como Profeta Gentileza, espalhava pelo Rio de Janeiro inscrições como "Não usem problemas, não usem pobreza. Usem amorrr e gentileza" (sic).
O pesquisador em filosofia e arte Leonardo Guelman é autor de "Univvverrsso Gentileza", no qual analisa as inscrições e conta a história de Gentileza. "Ele foi alguém que apontou uma crise atual nas relações humanas, e propôs como alternativa a gentileza", afirma Guelman. A mensagem está virando um projeto voltado para jovens, em escolas públicas. "Criamos um material pedagógico para ser trabalhado nos colégios, para gerar uma cultura da gentileza, sobre a obra dele. A cidade tem que se humanizar", afirma Guelman. Como dizia o Profeta, em sua frase mais famosa, "gentileza gera gentileza".[Fonte: IstoÉ]

10 perguntas que levam ao sucesso


Você acha que ter sucesso é ganhar muito dinheiro? "Caso sua resposta seja sim, pense novamente!". É a reflexão  que sugere o premiado jornalista Geoffrey James, autor da coluna "Sales Source", no site Inc.com. Ele defende que o verdadeiro sucesso é resultado  da qualidade dos relacionamentos e das emoções vividas diariamente.
Para avaliar se o caminho seguido é o certo para você, James indica que no fim do dia cada um faça dez perguntas para si mesmo. Segundo ele, essas questões ajudarão a determinar o foco e o foco, por sua vez, irá gerar resultados.
1. Tenho certeza de que aqueles que eu amo se sentem amados?

2. Eu fiz algo hoje que contribuiu, minimamente, para um mundo melhor?
3. Tenho condicionado o meu corpo para ser mais forte e flexível?
4. Tenho revisto e afinado os meus planos para o futuro?
5. Eu atuei em privado com a mesma integridade que em público?
6. Tenho evitado as palavras e ações ruins?
7. Eu tenho feito algo de valor?
8. Ajudei alguém com menos condições?
9. Tenho preservado boas lembranças?
10. Eu me senti grato pelo fato de estar vivo?

Tais perguntas podem até parecer tiradas de um livro de autoajuda, no entanto, são elas que irão forçar a concentração naquilo que é realmente importante. "Não é possível ser bem sucedido se você não está feliz", diz James.
A mesma ideologia é defendida pelo autor do livro "A Psicologia do Sucesso", Roberto Shinyashiki. Para ele, a maioria das habilidades que levam alguém ao sucesso vem do coração. "Não adianta um time ter um ótimo técnico, uma boa estratégia, jogadores com excelente condicionamento físico se, na hora do jogo,o atleta não leva sua alma para dentro do campo", exemplifica.[Fonte: Yahoo]

Atividades: Escola Municipal Saul Sant'Anna de Oliveira Dias e Escola Municipal Karin Barkemeyer - Livro Digital - Clique Aqui

Para Reflexão...


“Life On The Train”

A while back, I read a very interesting book that compared life to a train ride or a series of train rides.
Algum tempo atrás, li um livro interessante que comparava a vida a um passeio de trem ou a vários passeios de trem.

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Life is like a train ride, it read. We get on. We ride. We get off. We get
back on and ride some more. There are accidents and there are delays. At certain stops there are surprises some of these will translate into great moments of joy, some will result in profound sorrow.
A vida é como um passeio de trem, dizia. Nós embarcamos. Andamos. Desembarcamos. Embarcamos novamente e andamos mais um pouco. Há acidentes e alegrias. Em algumas paradas há surpresas das quais algumas vão se traduzir em momentos de alegria, outras, resultarão em profunda dor.

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When we are born and we first board the train, we meet people whom we
think will be with us for the entire journey. Those people are our parents!
Quando nascemos ou quando entramos no trem pela primeira vez, encontramos pessoas que pensamos que ficarão concosco durante toda nossa jornada.

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Sadly, this is far from the truth.
Our parents are with us for as long as we absolutely need them. They too have journeys they must complete. We live on with the memories of their love, affection, friendship, guidance and their ever presence.
Tristemente, isto está longe da verdade. Nossos pais ficam conosco pelo tempo em que absolutamente precisamos deles. Eles também têm jornadas que devem completar. Prosseguimos com as lembraças do seu amor, afeição, amizade, orientações e suas eternas presenças.

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There are others who board the train and who eventually become very
important to us in turn.
Há outros que embarcam no trem e, naturalmente, vão se tornando muito importantes para nós.

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These people are our brothers, sisters, friends and acquaintances, whom we
will learn to love, and cherish.
Essas pessoas são nossos irmãos, irmãs, amigos, conhecidos, pessoas estas a quem aprenderemos a amar.

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Some people consider their journey like a jaunty tour. They will just go
merrily along.
Algumas pessoas consideram suas jornadas uma viagem otimista. Seguirão felizes ao longo do caminho.

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Others will encounter many upsets, tears, losses on their journey.
Others still, will linger on to offer a helping hand to anyone in need.
Outros encontrarão muitas tristezas, lágrimas, perdas em suas jornadas. Outros, ainda, vão se deter para oferecer ajuda a qualquer um que precise.

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Some people on the train will leave an everlasting impression when they
get off….Some will get on and get off the train so quickly they will scarcely leave a sign that they ever traveled along with you or even crossed your path….
Algumas pessoas no train deixarão uma última impressão ao Partirem…Outras entrarão no trem e sairão tão rapidamente que deixrão um sinal quase invisível de que estiveram viajando com você ou mesmo que tenham sequer cruzado seu caminho…

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We will sometimes be upset that some passengers whom we love, will choose
to sit in another compartment and leave us to travel on our own. Then again, there’s nothing that says we can’t seek them out anyway.
Ficaremos, algumas vezes, tristes porque alguns passageiros que amamos escolherão sentar em outro compartimento, deixando-nos viajar por nossa própria conta. Novamente então, não há nada que se possa fazer para reencontrá-los.

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Nevertheless, once sought out and found, we may not even be able to sit
next to them because that seat will already be taken.
Entretanto, uma vez reencontrados, não somos nem ao menos capazes de sentar próximos a eles porque aquele assento já estará ocupado.

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That’s okay….everyone’s journey will be filled with hopes, dreams, challenges,
setbacks and goodbyes. We must strive to make the best of it….no matter what….
Tudo bem… o percurso de cada um será preenchido por esperanças, sonhos, desafios, arrependimentos e despedidas. Temos que nos esforçar para fezer o melhor…
não importando o que aconteça…

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We must constantly strive to understand our travel companions and look for
the best in everyone.
Devemos nos esforçar constantemente para entender nossos companheiros de viagem e procurar o melhor em cada um.

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Remember that at any moment during our journey, any one of our travel
companions can have a weak moment and be in need of our help.
Lembre-se que em cada momento de nossas jornadas, qualquer um de nossos companheiros de viagem pode ter um momento de fraqueza e ficar necessidado de nossa ajuda.

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We too may vacillate or hesitate, even trip…. hopefully we can count on
someone being there to be supportive and understanding….
Podemos, também, vacilar ou hesitar, mesmo cair… mas felizmente podemos contar com alguém que estará lá para nos apoiar e entender…

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The bigger mystery of our journey is that we don’t know when our last stop
will come. Neither do we know when our travel companions will make their last stop. Not even those sitting in the seat next to us.
O maior mistério de nossa jornada é que não sabemos quando nossa parada final chegará. Tampouco sabemos quando nossos companheiros de viagem farão suas últimas paradas. Nem ao menos quando vai chegar a hora daqueles sentados próximos a nós.

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Personally, I know I’ll be sad to make my final stop…. I’m sure of it!
My separation from all those friends and acquaintances I made during the train ride will be painful. Leaving all those I’m close to will be a sad thing. But then again, I’m certain that one day I’ll get to the main station only to meet up with everyone else. They’ll all be carrying their baggage…. most of which they didn’t have when they first got on this train.
Pessoalmente, sei que ficarei triste quando chegar minha última parada… Tenho certeza disso! Minha separação dos amigos e dos conhecidos que fiz durante a jornada de trem será dolorosa. Deixar todos aqueles de quem sou próximo será algo triste. Mas estou certo de que um dia chegarei a estação principal somente para reencontrar a todos.
E eles estarão carregando suas bagagens… muitas delas que ainda não tinham quando entraram pela primeira vez no trem.

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I’ll be glad to see them again. I’ll also be glad to have contributed to their
baggage…. and to have enriched their lives, just as much as they will have contributed to my baggage and enriched my life.
Ficarei feliz de vê-los novamente. Também ficarei feliz em ter contribuído em suas bagagens… e em ter enriquecido suas vidas, tanto quanto eles contribuíram em minha bagagem e enriqueceram minha vida.

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We’re all on this train ride together. Above all, we should try to strive to
make the ride as pleasant and memorable as we can, right up until we each make the final stop and leave the train for the last time.
Estamos todos juntos nesta viagem de trem. Acima de tudo, temos que nos esforçar para fezer a viagem o mais prazerosa e inesquecível que pudermos, até que cada um de nós faça a parada final e deixe o trem pela útima vez.

All aboard!
Safe journey!!
Todos abordo!
Boa viagem!
BON VOYAGE!

Tradução Good Ideas: Professor Humberto Vinícius Gomes Goulart - EEB Jandira D'Àvila


E.E.B. Professora Jandira D`Àvila
Colaboração: Professor Humberto Vinícius Gomes Goulart
Tradução das páginas 55 à 60 – Good Ideas – “O Caráter Conta!”

PÁGINA 55
Idéia # 16 Estória: Rei Alfred e os bolos

Depois de ser derrotado por guerreiros de outras terras, o rei Alfred e seus soldados foram forçados a sair de suas casas para evitar de serem capturados por estes guerreiros, o rei disfarçou-se de pobre esfarrapado e foi para a floresta para esconder-se, mas o rei não estava familiarizado com a floresta e rapidamente se perdeu.
Incapaz de encontrar o caminho para sair da floresta, ele vagou por vários dias. Finalmente ele encontrou uma cabana. Ele bateu na porta e disse ao homem e a mulher que moravam lá que ele não comia e nem dormia por muitas noites.
A mulher não notou que seu companheiro esfarrapado, era o rei, e pediu a ele algo em troca.
“Nós devemos ir cortar e recolher lenha para o fogão”, ela disse, “então quando eu for se você cuidar do bolo que está assando no fogão e não deixá-lo queimar, eu irei lhe dar comida quando eu voltar.”
Alfred agradeceu o casal e concordou em cuidar do bolo. Mas ele estava cansado de andar pela floresta e pouco tempo depois que eles saíram, Alfred adormeceu. Ele despertou com o cheiro da fumaça. O bolo agora parecia pequeno, uma massa preta e era muito tarde para recuperá-lo.
O casal retornou para a cabana e a mulher repreendeu Alfred por não cumprir com a sua promessa. “Você é um preguiçoso, você me disse que cuidaria dos bolos, mas você dormiu enquanto eles queimavam.”
Ela olhou para ele mais de perto e de repente percebeu que o homem que ela estava repreendendo era o rei!
Ambos caíram de joelhos desculpando-se por falar com o rei asperamente.
Por favor, meus amigos vocês não me devem nenhuma desculpa “disse o rei Alfred.” Sou eu quem deveria pedir desculpas. Eu aceitei a responsabilidade de cuidar dos bolos e eu não tenho nenhuma reclamação, porém eu mesmo os deixei queimar. Eu peço desculpas a vocês, alguém que aceita uma tarefa, grande ou pequena, deveria fazer o que prometeu.
Tudo foi esquecido e o casal alimentou o rei e prepararam a cama para ele dormir à noite. Na manhã seguinte quando o homem e a esposa levantaram, eles perceberam que o rei tinha cortado e empilhado de forma organizada a lenha e deixado na porta antes de seguir seu caminho.
­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­
Uma versão clássica desta fábula aparece em O livro das virtudes: Um tesouro das grandes estórias morais, escrita por Willian J. Bennett ( New York: Simon & Schuster, 1993) e na “Aventura do livro das virtudes.”

PÁGINA 56
Monitoramento de comportamentos e de responsabilidades
Supervisionar: crianças identificam regras e aprendem a ser responsáveis por seus próprios comportamentos.
Preparação/materiais
Um grande cartaz listando o nome das crianças.
Uma foto de cada criança (instruindo-as antecipadamente a trazer fotos de casa)
Marcador de recompensa (E.G., estrelas, adesivo sorridente, etc.).
Procedimento:
Discuta com as crianças os componentes associados com responsabilidades. (Veja os seis pilares listando o começo desta seção). Esclareça o vocabulário das palavras, elas podem não entender.
Relembrando-as: Parte de ser responsável é fazer o que nós nos propomos a fazer – até mesmo quando é difícil. Peça a elas por exemplos de alguma coisa que elas tenham que fazer que fosse difícil. Então coloque as crianças sentadas em fileiras com um dado número de crianças em cada fileira (determine isto baseado em quantas são em seu grupo).
Pergunte a elas que regras elas tinham que seguir para sentar nesta ordem. Deixe-as explicar porque as regras são importantes. Sugira: regras nos ajudam a agir responsavelmente. Peça a cada estudante o nome de uma sala ou regra da escola. Depois que cada estudante compartilhar uma resposta, deixe-os afirmar como esta regra os ajuda a comportar-se responsavelmente.
Mostre as recompensas de um comportamento responsável (E.G., ajuda todos a progredir, tornam as coisas mais fáceis para o grupo, evitamos punição, etc.).
Apresente um gráfico e coloque-o em um lugar onde todos possam vê-lo. Prenda a foto de cada estudante ao lado de seu nome. Outro estudante pode então reconhecer cada nome e identificar. Explique que sempre que você note alguém saindo de seu lugar para agir (responsavelmente) e obedecer a regras, um adesivo será colocado próximo ao nome da pessoa.
Atraia a atenção para o cartaz periodicamente e bonifique as crianças por ser responsável.
Você pode dizer o tamanho de um homem, pelo tamanho das coisas que o tornam louco.

PÁGINA 57
Erros positivos
Visão Geral: Para reforçar a perseverança, as crianças são encorajadas a olhar os erros como uma oportunidade de aprender.
Preparação/materiais
Dê cópias (uma para cada criança), Lápis de cera.
Um grande erro Lemore Rinder e Susan Horn (opcional).

Procedimento:
Pergunte: Como nós podemos mostrar que somos responsáveis? Explique e reveja exemplos de comportamentos de responsabilidade. (Veja os “seis pilares” listados no começo desta seção.)
Diga: pessoas responsáveis não têm medo de admitir quando elas estão erradas. Elas entendem que todos cometem erros, mas elas tentam aprender, com seus erros. Quais são alguns erros que nós podemos cometer? Campo de respostas. Direcione a discussão para os exemplos que eles sugerirem. (Você pode também mencionar erros tais como infringir regras e falhar ao seguir instruções.) Enfatize que estes são erros que todos cometem.
Discuta com as crianças como elas se sentem quando elas cometem erros
e compare isto aos seus sentimentos depois que os erros são corrigidos.
Distribua os lápis de cera e as folhas com um risco. Diga: finja que você fez esta linha acidentalmente __ foi um erro que você cometeu. Mas você é um estudante responsável, quer dizer que você continua tentando. Então veja se você pode transformar a linha em alguma coisa bonita. Vire o papel de várias maneiras para que as crianças possam ver a linha de erro de várias perspectivas. Uma vez que a atividade foi completa, incentive as crianças a partilhar seus “bonitos erros” com a classe.
(Opcional: Você pode querer apresentar e ler em voz alta o livro Um Grande Erro para futuramente realçar esta lição.)
Caráter não pode ser desenvolvido facilmente, somente através da experiência de julgamento e sofrimento a alma pode ser fortalecida, a visão clareada, a ambição inspirada e o sucesso alcançado.
- Helen Keller (Cega e Surda - Oradora pública e autora - Ativista do século XX).

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Idéia # 18 folhas de atividade: Erros positivos.
PÁGINA 59
Idéia # 19
Encontrar um Caráter: Ansvar
Idéia Geral: Crianças são apresentadas as noções de bom caráter, discuta e defina caráter, e então aprenda sobre Ansvar, o “Carrossel do Caráter” animal que representa responsabilidade. Eles encerram com uma atividade colorida.
Materiais/ Preparação:
Refere-se a descrição do “Carrossel do Caráter” na página 9.
Ansvar: o folheto do elefante (uma para cada criança).Lápis de cera.
Procedimento:
Antes de discutir responsabilidade, apresente as crianças o conceito de caráter. Diga quando você assiste desenhos na TV, você vê muitos tipos diferentes de caráter.
Vocês podem me dizer alguns dos diferentes tipos de caráter que vocês vêem? Ouça as respostas e cumprimente-as por suas escolhas. Então diga: A palavra “caráter” também tem outro significado. É o que nós somos interiormente. Isto se demonstra quando nós nos comportamos de uma maneira correta. Se nós nos comportamos bem mostramos bom caráter. Quais são alguns exemplos de comportamento que demonstram bom caráter? Escute e ajude a explicar estas respostas. Sugira outros exemplos (E.G., ajudando outros em casa e na escola, seguindo instruções, compartilhando, etc.).
Depois que você sentir que eles entendem o conceito, apresente o pilar da responsabilidade. Diga: Uma maneira de mostrar o seu bom caráter é agir com responsabilidade. Demore a dar o Ansvar para eles. Este é Ansvar, o elefante. Ele pensa
antes de agir e é responsável pelas suas escolhas. Ele trabalha duro e tenta cumprir suas promessas.
Complete a descrição do comportamento do Ansvar e ajude as crianças a definir como o caráter do desenho que eles mencionaram anteriormente demonstra a característica de responsabilidade. Então peça a eles para sugerir como eles podem
mostrar responsabilidade em suas próprias vidas.
Conclua a discussão com uma atividade colorida usando o folheto do elefante Ansvar.. Convide-os a levá-lo para casa e explique seu bom caráter aos outros.
A nossa vida é o que o nosso pensamento a faz. (Marco Aurélio – Imperador Romano.)

PÁGINA 60
Idéia #19 folheto: Ansvar o elefante.
Responsabilidade:
Você é responsável?
*Você cumpre o que você fala?
*Você pensa a respeito de como as suas ações irão afetar os outros?
*Você sempre tenta fazer o seu melhor?
Tradução: Professor Humberto Vinícius Gomes Goulart.

Material para atividade pedagógica

Técnica para a resolução de conflitos

Reportagens publicadas no Jornal AN de Joinville sobre o Programa "O Caráter Conta!"

Ética na escola
Lição de respeito e solidariedade


Parceria com universidade dos Estados Unidos beneficia estudantes de Joinville
Rogério Kreidlow
Especial

Marcelo Fabiano da Silva Ehlke, 19 anos, era um aluno rebelde que desafiava professores e incomodava na sala de aula. Brigou com o professor Márcio Addon, em 2006, quando estava na 7ª série e desistiu dos estudos. Pouco depois, arrependeu-se. Lembrou de valores despertados pela professora Auricélia da Silva Lima Addon, mulher de Márcio, na Escola Municipal Maria Amin Ghanem. “Aí vi que tinha feito uma burrada. Resolvi pedir desculpas a eles e fazer as coisas certas”, conta.As atividades e valores a que o ex-aluno se refere fazem parte do programa O Caráter Conta, iniciado em escolas municipais e estaduais de Joinville em 2004. Ontem, agentes do programa voltaram a visitar a escola em que Marcelo estudou, na Cohab do Aventureiro. O jovem fez questão de acompanhar. Segundo Auricélia, que coordena o programa na escola, Marcelo se tornou outra pessoa depois que reviu o que tinha feito. Passou a colaborar em atividades do programa. Não voltou à mesma escola por causa da cidade, mas hoje continua os estudos com ajuda de um supletivo.Trabalhar questões como a de Marcelo, incentivar o respeito, a solidariedade, o diálogo e a ética entre alunos é o objetivo do projeto, segundo o coordenador pedagógico em Joinville, Jorge Schemes, da Gerência Regional de Educação (Gered), que apóia a iniciativa. A cidade é a única no País a desenvolver as atividades, de acordo com Schemes. O programa chegou a Joinville por meio do Instituto de Estudos Políticos e Sociais (Iepes), responsável pela parte financeira, e conta com apoiadores.
rogerio.kreidlow@an.com.br

Os brasileiros aprendem com os americanos
A universidade Virginia Tech, de Virginia, Estados Unidos, participa diretamente das atividades do O Caráter Conta. Seis agentes da instituição participaram da capacitação de cerca de 150 professores estaduais de Joinville, na terça e quarta-feira. Três deles interagiram com 20 alunos da escola Maria Amin Ghanem, ontem, para avaliar o andamento das atividades. Brian Hairston, há oito anos no programa e pela primeira vez no Brasil, disse que a parceria com escolas de Joinville é ótima. “A capacitação de professores foi muito proveitosa e a escola está correspondendo”, elogiou.Jorge Schemes disse que o programa começou com dez escolas municipais e dez estaduais. Hoje, são cerca de 45 escolas que já adotaram as diretrizes. “A cada ano, escolhemos novas escolas para participar da avaliação. Este ano, foi aqui no Aventureiro”, disse. As crianças que participam das avaliações são escolhidas aleatoriamente, de acordo com a professora Auricélia. Baseadas na experiência de Joinville, escolas de Minas Gerais se mostraram interessadas em aderir ao programa.A ONG Companheiros das Américas, o Josephson Instituto de Ética, americano, a Associação Brasileira dos Magistrados e a Escola Nacional de Magistratura apóiam o projeto.

Cuidado com o ambiente e com o colega
O estudante da 7ª série, Renan Santos Alipio, 12 anos, participou da avaliação do Programa O Caráter Conta ontem. Junto de outras crianças de 6ª, 7ª e 8ª séries, desenvolveu atividades como ajudar um colega com uma venda nos olhos a se locomover. Numa sala ao lado, outras dez crianças participavam de uma avaliação mais formal, com relatos e discussão de idéias.“Acho o programa importante, porque faz a gente ter mais responsabilidade com o meio ambiente, com as pessoas. A gente aprende que tem de pensar nisso desde a hora de jogar um papel de bala no chão, por exemplo”, disse o estudante. Segundo ele, o contato com os agentes norte-americanos e com alunos de outras turmas também é um jeito de fazer amizades.John Blankenship e Jennifer Unroe, da Universidade Virgínia Tech, acompanharam as atividades do grupo com ajuda de um tradutor. A diretora da escola, Meire Diógenes Silva, disse que as turmas são incentivadas a desenvolverem atividades ligadas ao programa durante todo o ano letivo. Atualmente, em pilares e paredes da escola, pode-se ver cartazes produzidos por alunos. Neles, estão as palavras-chaves do programa: sinceridade, respeito, responsabilidade, senso de justiça, zelo e cidadania.
Fonte:

Valores humanos
Raul Sartori


Neste mundo em que se invertem valores, uma notícia raríssima: sinceridade, senso de justiça, responsabilidade, cidadania, zelo e respeito, valores indispensáveis para a formação do caráter humano, estão sendo ensinados desde 2004 nas salas de aula de Joinville e região, dentro do Programa O Caráter Conta, que vai ganhar um reforço. Mais 200 professores da rede estadual terminam hoje um treinamento com seis especialistas americanos da Universidade Virginia Tech. O programa demonstra que caráter é resultado do compromisso de fazer a coisa certa, da consciência do que é correto e da competência para tomar decisões éticas. sartori@matrix.com.br
Fonte:

Curso capacita a falar sobre valores básicos

Seis especialistas norte-americanos da Universidade Virginia Tech, do Estado da Virgínia, coordenam hoje e amanhã um curso de capacitação de professores da rede estadual. Eles participam do Projeto O Caráter Conta, adotado por Joinville em 2004.O professor de filosofia Almir Soares da Silva coordena as atividades do projeto na Escola de Educação Básica Professor João Martins Veras, bairro Anita Garibaldi, há três anos. Os temas são trabalhados no teatro, música, redação e palestras curtas. "Percebemos maior resultado na cidadania quando os alunos de 16 anos começaram a se interessar em votar", exemplifica o professor. Sinceridade, senso de justiça, responsabilidade, cidadania, zelo e respeito são os seis valores que dão base à proposta. O projeto é realizado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Sociais (Iepes), em parceria com o governo do Estado, ONG Companheiros das Américas, com apoio da Associação Brasileira dos Magistrados e Escola Nacional de Magistratura."Reconhecemos que é na família que a formação do caráter se inicia, mas também é uma responsabilidade das organizações", justifica a mestre em educação e coordenadora do projeto, Glenda Snyder.
Fonte:

CAMPANHA CONTRA A CORRUPÇÃO

Alunos da rede estadual recebem material da campanha contra a corrupção:

Por Beatriz Menezes dos Santos.

Cerca de 90 mil gibis, 30 mil cartazes e DVDs sobre a campanha "O que você tem a ver com a corrupção?" serão distribuídos, a partir desta quarta-feira (13/06/2007), às escolas públicas da rede estadual. A mobilização de aproximadamente 500 mil estudantes do ensino fundamental faz parte da segunda fase da campanha idealizada pelo Centro de Apoio da Infância e da Juventude do Ministério Público de Santa Catarina, com o apoio da Secretaria de Estado da Educação.

O objetivo da parceria é promover momentos de reflexão e desenvolvimento de valores morais e éticos nos jovens, afirmou a diretora de Apoio ao Estudante, Rogéria Rabello Diegoli, durante a entrega simbólica dos materiais, pela Associação Catarinense do Ministério Público, nesta terça-feira (12/06/2007). Estavam presentes na cerimônia o presidente da Associação, Rui Carlos Kolb Schiefler, o coordenador da Campanha, promotor Affonso Ghizzo Neto e o Coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude, promotor Gilberto Polli.

Além da entrega dos materiais para serem utilizados em atividades pedagógicas por professores e alunos, a campanha, que já ganha contorno nacional, vai culminar com um concurso estadual, envolvendo alunos do ensino fundamental, onde serão escolhidos os melhores desenhos, redações e projetos sobre o tema.

Com abordagens diferenciadas, o assunto "corrupção" será discutido pelas crianças e adolescentes a partir de três tipos de responsabilidade. A responsabilidade para com os próprios atos, a responsabilidade social e coletiva, a fim de acabar com a impunidade, e a responsabilidade para com as gerações futuras. Na opinião do secretário da Educação, Paulo Bauer, a corrupção deve ser vista como uma exceção, não como regra geral, e alerta para a mudança de algumas práticas rotineiras que também podem configurar atos de corrupção, como a "cola", furar filas, dentre outras.

O QUE VOCÊ TEM A VER COM A CORRUPÇÃO?

Educação e Ministério Público assinam Protocolo de Intenções:


O secretário de Estado da Educação, Paulo Bauer, e os promotores de Justiça, Afonso Guizo Neto e Gilberto Polli, assinaram Protocolo de Intenções para a campanha educativa contra a corrupção. A assinatura ocorreu no domingo (27/05/2007) durante a abertura do Curso de Capacitação para Educadores Responsáveis pelo Desenvolvimento Humano das 36 regionais, que está sendo realizado pela SED, em Fraiburgo. O que você tem a ver com a corrupção? Este é o tema da campanha, idealizada pelo Centro de Apoio da Infância e Juventude do Ministério Público Estadual de Santa Catarina e que tem como objetivo mobilizar as escolas para o desenvolvimento de práticas rotineiras de honestidade e transparência voltadas à construção da cidadania.

De caráter educativo, o projeto pretende reverter o quadro que coloca o Brasil como um dos países campeões em corrupção, além de abrir um canal para o oferecimento de denúncias. O lançamento da campanha reuniu mais de 200 pessoas de todo o Estado, incluindo os participantes do curso de capacitação que termina na quinta-feira.

Com abordagens diferenciadas, o tema será discutido pelas crianças e adolescentes a partir de três tipos de responsabilidade. A responsabilidade para com os próprios atos, a responsabilidade social e coletiva, a fim de acabar com a impunidade, e a responsabilidade para com as gerações futuras. Na opinião do secretário, a corrupção deve ser vista como uma exceção, não como regra geral. “Devemos educacionalizar o tema para não banalizá-lo” afirma Bauer, alertando que até pequenos gestos como a cola configura atos de corrupção.

Com o Protocolo de Intenções , cabe a Secretaria da Educação mobilizar unidades escolares públicas da rede estadual através das Gerências Regionais de Educação e promover a distribuição de gibis, DVDs e cartazes que poderão ser utilizadas em atividades pedagógicas, culminando com concurso estadual envolvendo principalmente os alunos do ensino fundamental.

SER DE NINGUÉM...!!!???


SER DE NINGUÉM

Por: Arnaldo Jabor

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta os braços, sorri dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".

No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de Interesse das pessoas, descaso e rejeição.

A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém.
Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc., etc., etc.
Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num Dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.

Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter "alguém para amar".
Somos livres para optarmos!

E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém.
É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento.

Postagens Mais Vistas:

Atividades do Programa "O Caráter Conta"!

Carta Aberta - Por: Jorge Schemes

No dia 23 de outubro de 2009 solicitei minha saída da coordenação pedagógica do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC. Foi uma decisão pessoal e feita de livre e espontânea vontade.

Todavia, algumas situações ocorridas bem como as circunstâncias que se arquitetaram ao longo deste ano (2009), e que culminaram na reunião feita no Setor de Ensino na data acima exposta, me fizeram tomar essa decisão.

Até então estive calado, porém não alienado, pois meu pensamento e minha formação cognitiva e filosófica é pós-crítica e meus princípios e valores são alicerçados na Santa Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não posso agredir meus princípios morais e éticos diante de atitudes mesquinhas de segregação, exclusão, discriminação, preconceito, abuso de poder, constrangimento ilegal, falta de ética (no mínimo profissional) e assédio moral. O que eu não faço com os outros, eu não aceito que façam comigo.

Não compactuo com manobras politiqueiras de pessoas mesquinhas que, durante meu tempo de coordenação pedagógica à frente do Caráter Conta na GERED de Joinville, SC, nunca fizeram nada pelo Programa, e além disso visavam a apropriação do esforço e do trabalho alheio já feito durante anos para promoção e benefício próprios, tais pessoas são verdadeiros "vampiros psíquicos e sociais".

Alguém disse certa vez com muita propriedade que, "onde não há ética até o ambiente fica doentio". E tais pessoas, por serem as detentoras do poder, são um verdadeiro foco de doenças emocionais para aqueles que se sujeitam as suas manobras carregadas de tirania e cheias de maldade, mas Deus é justo Juiz e cabe a Ele retribuir a cada um segundo as suas obras.

Desde o início, minha dedicação e empenho para que o Programa "O Caráter Conta!" tivesse êxito nas escolas da Rede Pública Estadual pertencentes a GERED de Joinville, SC, foram constantes. Procurei promover "O Caráter Conta!" nas escolas da Rede Estadual de Ensino, por meio de reuniões com professores, técnicos e gestores, bem como formatá-lo pedagogicamente à realidade local. Procurei dar visibilidade para as ações do Programa por meio deste blog, e o fiz de maneira voluntária e por decisão pessoal, uma vez que o Programa, até a data presente (23/10/2009), não faz parte dos programas oficiais da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Contudo, o mínimo que se espera quando há dedicação e empenho em qualquer atividade que envolva a educação é reconhecimento, valorização, gratidão e respeito. Talvez essa seja a razão porque há tantos professores e professoras desmotivados.

Apesar de tudo valeu a pena toda minha dedicação e esforço. E aqui deixo registrado o meu respeito e a minha gratidão a todos que se comprometeram junto comigo, e de coração voluntário ajudaram a implementar as atividades do "Caráter Conta!" em sua escola, de maneira especial aos professores e professoras, assistentes técnicos pedagógicos e gestores.

Acredito no Programa "O Caráter Conta!" como uma ferramenta poderosa de transformação moral e ética dentro da escola e na vida de cada um de seus agentes. Por essa razão continuei trabalhando os seus pilares do caráter em minhas aulas de Ensino Religioso na Rede Municipal de Ensino de Joinville, SC, como já vinha fazendo antes. Enquanto lecionei por vários anos nas séries finais do Ensino Fundamental sempre trabalhei sistematicamente com todos meus alunos várias atividades pedagógicas relacionadas com os pilares do "Caráter Conta!". Os alunos e alunas das Escolas Municipais onde lecionei por vários anos produziram redações, acrósticos, poesias, paródias e joguinhos lúdicos relacionados com os pilares do Programa "O Caráter Conta!". Essas atividades e muitas outras estão socializadas nesse blog.

Termino afirmando que acredito na educação para o caráter, acredito na proposta e na metodologia do Programa "O Caráter Conta!", não como plataforma de interesses politiqueiros, pessoais e mesquinhos, mas como uma poderosa força moral na construção de uma cultura para a paz.

Que o Deus Eterno e Criador Ilumine a Todos Nós!
Ex-Coordenador Pedagógico do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC, no período de 2004 a 2009. Atualmente é Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".

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