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HELEN KELLER - 3 DIAS PARA VER







O que você olharia se tivesse apenas três dias de visão? Helen Keller (1880-1968), uma mulher extraordinária, cega, surda e muda desde bebê, nos chama a atenção para a apreciação de nossos sentidos, algo que normalmente não percebemos. Apenas de posse do sentido do tato e uma perseverança inigualável, sob a orientação de Anne Sullivan, Helen Keller aprendeu a ler e escrever pelo método Braille, chegando mesmo a falar, por imitação das vibrações da garganta de sua preceptora, as quais captava com as pontas dos dedos. O esforço de sua mente em procurar se comunicar com o exterior teve como resultado o afloramento de uma inteligência excepcional, considerada a maior vitória individual da história da educação. Ela foi uma educadora, escritora e advogada de cegos. Tinha muita ambição e grande poder de realização. Ao lado de Sullivan, percorreu vários países do mundo promovendo campanhas para melhorar a situação dos deficientes visuais e auditivos. É considerada uma das grandes heroínas do mundo. Helen Keller alterou nossa percepção do deficiente.

Eu dividiria esse período em três partes. No primeiro dia gostaria de ver as pessoas cuja bondade e companhias fizeram minha vida valer a pena. Não sei o que é olhar dentro do coração de um amigo pelas “janelas da alma”, os olhos. Só consigo “ver” as linhas de um rosto por meio das pontas dos dedos. Posso perceber o riso, a tristeza e muitas outras emoções. Conheço meus amigos pelo que toco em seus rostos. Como deve ser mais fácil e muito mais satisfatório para você, que pode ver, perceber num instante as qualidades essenciais de outra pessoa ao observar as sutilezas de sua expressão, o tremor de um músculo, a agitação das mãos. Mas será que já lhe ocorreu usar a visão para perscrutar a natureza íntima de um amigo? Será que a maioria de vocês que enxergam não se limita a ver por alto as feições externas de uma fisionomia e se dar por satisfeita?

O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles. Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente que precede a consciência individual dos conflitos que a vida apresenta. Gostaria de ver os livros que já foram lidos para mim e que me revelaram os meandros mais profundos da vida humana. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus cães, o pequeno scottie terrier e o vigoroso dinamarquês. À tarde daria um longo passeio pela floresta, intoxicando meus olhos com belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr-do-sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir.




Mas aos 6 anos surgiu na sua vida a professora Anne Sullivan. Utilizando o sentido do tato como elo de ligação entre os mundos de ambas e escrevendo as palavras na mão da pupila, a nova professora tentou insistentemente dar a entender a Helen a relação entre as palavras e aquilo que elas significam. O ponto de viragem deu-se com a palavra "água": enquanto a água de uma bica jorrava sobre uma das mãos da sua aluna, Anne Sullivan escrevia "água" na outra. "mantive-me quieta, toda a minha atenção concentrada sobre o movimento dos seus dedos", recorda Helen. "subitamente, senti a emoção de uma idéia que se repetia - e assim me foi revelado o mistério da linguagem." desde esse dia, Helen "viu" o mundo de outra maneira. O sentido do tato tornou-se para ela uma espécie de visão: "às vezes, é como se a própria essência da minha carne fosse uma miríade de olhos a ver... Não posso dizer se vemos melhor com as mãos ou com os olhos: sei apenas que o mundo que vejo com as minhas mãos é vivo, colorido gratificante."

* Helen Keller tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas portadoras de deficiências. Anne Sullivan foi sua professora, companheira e protetora. Em 1904 graduou-se bacharel em filosofia pela Universidade Radcliffe, instituição que a agraciou com o prêmio Destaque a Aluno, no aniversário de cinquenta anos de sua formatura. Falava os idiomas francês, latim e alemão. Ao longo da vida foi agraciada com títulos e diplomas honorários de diversas instituições, como a universidade de Harvard e universidades da Escócia, Alemanha, Índia e África do Sul. Em 1952 foi nomeada Cavaleiro da Legião de Honra da França. Foi condecorada com a Ordem do Cruzeiro do Sul, no Brasil, com a do Tesouro Sagrado, no Japão, dentre outras. Foi membro honorário de várias sociedades científicas e organizações filantrópicas nos cinco continentes.

Mulher encontra R$ 600 e paga fatura deixada em ônibus


A telefonista Silviane Cunha deu um exemplo de honestidade ao encontrar R$ 600 reais perdidos em um ônibus de João Pessoa (PB). Junto do dinheiro, a mulher achou uma fatura de banco no valor de R$ 564 em nome de Claudineia Santos e não teve dúvida: pagou a conta.
Para encontrar a dona da quantia e devolvê-la o troco de R$ 36, Silviane publicou a história em seu Facebook na última sexta-feira (4/8/17). "Achei ontem no ônibus 5100 em Mangabeira esses R$ 600 com uma fatura. A pessoa que perdeu deve estar desesperada, nessa crise faz muita falta. Quem a conhecer pode passar para ela que a fatura está paga. Não tem número de telefone. Seu nome é Claudineia Santos Lima do [bairro] Funcionários II", anunciou a paraibana na rede social.
Mesmo despretensiosa, a publicação viralizou e já tem quase 7 mil curtidas e mais de 9 mil compartilhamentos até esta segunda-feira (7/8/17). Entre os mais de mil comentários no post, diversos internautas parabenizaram Silviane pela atitude. E ela fez questão de agradecer um por um.
Também pelo Facebook, a telefonista confirmou que conseguiu encontrar Claudineia e devolver o dinheiro com o comprovante de pagamento da fatura. “Ela foi à minha casa gradecer pessoalmente", escreveu nos comentários.[Fonte: odocumento.com.br]

Aos 6 anos, ela desistiu do aniversário para alimentar 125 sem-teto


Aos 6 anos, a pequena Armani Crews ensinou uma lição de solidariedade que surpreendeu muita gente já crescida. Ao invés de ganhar uma festa de aniversário, ela pediu aos pais que alimentassem os moradores de rua do seu bairro.


Os pais da menina disseram ao ABC News que ela vinha pedindo a ‘festa beneficente’ há meses, mas acharam que era brincadeira. “Eu disse ‘Tudo bem, vou fazer uns sanduíches'”, contou a mãe, mas a menina bateu o pé e explicou que não era bem aquilo que ela tinha planejado. “Não, eu quero a mesma comida do meu aniversário”, insistiu.

Eles gastaram cerca de 900 reais em alimentos e preparam uma festa à altura dos pedidos da filha. Entre as pedidas do cardápio havia frango, peixe, macarrão, milho, purê de batatas, biscoitos, frutas e até um bolo. Depois que Armani falou sobre seus planos na igreja, os fiéis contribuíram com outros produtos para um ‘kit higiene’, que continha pasta e escova de dente, desodorante, álcool em gel e uma barrinha de cereal.

Cerca de 125 sem-teto participaram do banquete e Armani ficou muito feliz com o resultado. “É legal ser legal”, contou a menina. “Ela estava empolgada e feliz. Todos foram puderam comer. (…) Um dos participantes disse que não comia uma refeição quente há muito tempo”, completou a mãe.
Agora, ela quer organizar outra refeição para os sem-teto. Segundo a mãe, a família pretende voltar ao parque com mais comida e “em poucas semanas”. E você, o que achou do gesto da menina?

Fonte: MSN

Refugiado sírio devolve 150 mil euros que achou em armário doado na Alemanha

  • O refugiado sírio Muhannad M., 25, mostra onde achou os 50 mil euros escondidos no armário que ganhou, em Minden, na Alemanha
Um refugiado sírio tornou-se um verdadeiro herói na pequena cidade de Minden, na Alemanha, depois que ele achou 150 mil euros (cerca de R$ 530 mil) e os devolveu aos verdadeiros donos.
A quantia estava escondida em um fundo falso de um armário que Muhannad M., 25, havia ganho de uma instituição de caridade. No local havia 50 mil euros em espécie e outros 100 mil euros em títulos de uma caderneta de poupança.
O rapaz procurou a polícia local para devolver os valores aos verdadeiros donos.
"Esse jovem se comportou de maneira exemplar e merece crédito", disse a polícia em nota. "As pessoas normalmente reportam ter achado pequenas quantidades de dinheiro, mas tamanha quantia é algo absolutamente excepcional."
De acordo com a nota, o rapaz chegou à Alemanha como refugiado em outubro do ano passado, mas vive em Minden há quatro semanas, onde está tendo aulas de alemão e fazendo planos para o futuro. A família ficou em Homs, na Síria. 
Polícia de Minden/Divulgação
O dinheiro e a caderneta de poupança encontrados pelo refugiado


Ao jornal alemão "Bild", Muhannad disse que a religião muçulmana consideraria um erro grave ficar com algo que não lhe pertence.
"Alá nunca me permitiria financiar meus próprios interesses com a riqueza de outra pessoa."
A polícia ainda tenta localizar os donos do dinheiro encontrado. [Fonte: UOL]

Sem R$ 5 para remédio, homem encontra R$ 20 mil e devolve

Sem R$ 5 para comprar um analgésico para o filho de 9 anos, Carlos Cesar Garcia de Souza, de 50 anos, foi pedir ajuda a um cunhado. Na volta para casa, Carlos encontrou um envelope com R$ 20 mil no chão. Carlos, que é pensionista do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e recebe mensalmente um salário mínimo, procurou o dono do envelope e o devolveu. O caso aconteceu na terça-feira (9) em Jaru, a 250 quilômetros de Porto Velho.
“De longe eu vi um papel e até achei que era panfleto de candidato. Quando cheguei perto, vi que era um envelope e ao abrir tinha dinheiro e cheques”, lembra.
Carlos foi pedir ajuda ao cunhado Francisco Siríaco para encontrar o dono do dinheiro. “Ele veio logo me procurar e sua maior preocupação era como devolver o dinheiro”, conta Siríaco.
O pensionista ressalta que, apesar das dificuldades, não pensou em ficar com o dinheiro. “Jamais eu ficaria com o que não me pertence. Em momento algum passou pela minha mente tomar posse do dinheiro”, enfatiza.
Através da identificação no envelope, Souza e Siríaco ligaram para o proprietário do dinheiro. “Ligamos, fizemos algumas perguntas para saber se conferia com os dados do envelope e o dinheiro foi devolvido. Fiquei emocionado com a atitude dele [Souza], pois com tanta falcatrua por aí, ele que é uma pessoa simples, com problemas de saúde não pensou duas vezes em devolver o dinheiro”, ressalta Siríaco.
O pensionista diz que o dinheiro ajudaria muito, mas está feliz pelo exemplo que está dando aos filhos e também pela tranquilidade de ter feito a coisa certa. “Eu posso deitar minha cabeça no travesseiro e dormir tranquilo. A minha recompensa vem de Deus e do reconhecimento dos amigos”, conclui.
Carlos conta que há três anos sofreu um acidente de trabalho, teve um problema na coluna e não pôde mais trabalhar. O pensionista, que mora em Jaru há cerca de 30 anos, reside numa casa cedida pelo irmão e sustenta os três filhos com beneficio do INSS, mais o resultado das diárias que a esposa realiza durante a semana.[Fonte: Correio do Estado]

"Todo mundo precisa, mas tem que ser dinheiro limpo", diz homem que achou e devolveu R$ 40 mil em Antônio Prado


Por alguns minutos da manhã da última segunda-feira, o aposentado Clóvis Barcelos, 66 anos, teve nas mãos calejadas de quem já trabalhou muito o dinheiro para bancar a reforma na casa humilde em que vive com a esposa em Antônio Prado. Mas imaginar esse e outros destinos para cerca de R$ 40 mil que encontrou numa sacola caída em frente a uma loja, ele só fez depois de garantir que a quantia encontrasse o verdadeiro dono, um empresário do interior do município.
 _ Nessa crise em que a gente está, todo mundo precisa de dinheiro. Todos os carnês que eu tenho pra pagar dão uns R$ 10 mil. Mas tem que ser dinheiro limpo. Não é derrubando alguém que a gente vai pra frente _ comentou seu Clóvis na tarde desta quarta-feira, diante de uma xícara de café no bar que diariamente frequenta nas primeiras horas do dia. 
O aposentado conta que foi desse mesmo bar, na avenida principal da cidade, que ele saiu por volta das 9h30min de segunda-feira, repetindo a rotina que inclui parar em outro bar para comprar cigarros e depois seguir para casa. No caminho entre um bar e outro, Clóvis passava distraído em frente a uma loja de departamentos quando pisou em uma sacola plástica amarela. O volume chamou a atenção e ele abriu. Ao ver que havia muito dinheiro, entre cédulas e cheques, e alguns documentos, deixou o envelope em uma loja de peças automotivas próxima, cujo dono conhecia e confiava.
_ Ele (o dono da loja) é mais acostumado com dinheiro e teria mais facilidade pra descobrir quem era o dono. Só fiz a minha parte, como meu pai me ensinou desde criança _ conta Clóvis, que complementa a renda de um salário mínimo da aposentadoria com alguns bicos como ajudante de encanador, pelos quais ganha cerca de R$ 40 por dia.
Aposentado mostra onde encontrou a sacola com o dinheiro na manhã de segunda-feiraFoto: Diogo Sallaberry / Agencia RBS
Valmir Ghinzelli, dono da loja de peças, identificou o dono do dinheiro, empresário que mora na localidade de Santana, cujo nome e telefone constavam no malote que seria depositado no banco. Quando o empresário, que não quer se identificar, recuperou a soma perdida, deixou R$ 50 como uma pequena ajuda, mas ressaltou que queria conhecer pessoalmente a pessoa generosa que impediu o prejuízo. 


"Meu preço é minha sinceridade" 
Nesta quarta-feira, enquanto atendia a reportagem, Clóvis recebeu uma ligação do dono do dinheiro, que o agradeceu e perguntou o que ele consideraria uma recompensa justa. Sem jeito, Clóvis desconversou:
_ Meu preço é minha sinceridade. Eu entreguei o dinheiro porque era a coisa certa, não porque queria algo em troca.
Do outro lado da linha, o empresário arriscou a oferta: 
_ Se tu não me der um preço, de coração eu quero te dar um salário mínimo, R$ 800,00. Se não quiser dinheiro, vamos no supermercado e te pago um rancho. Porque tu foi a pessoa certa. Eu sei que muita gente não faria o mesmo que tu fez.
Como Clóvis continuava sem jeito, ficaram de se encontrar pessoalmente para o devido agradecimento e acerto de uma recompensa. Quando entrou em casa e foi recebido pela esposa, Dejanira Barcelos, 60, apenas ponderou baixinho:
_ Com R$ 800 dá pra pagar umas três prestações na Magazine Luiza.
A reforma na casa, tão sonhada e até provocada pela esposa quando a comunicou da quantia que deixou de tomar posse, ainda deve levar um bom tempo. Mas a tranquilidade por ter feito a coisa certa, Clóvis terá pra sempre. [Fonte: ClicRBS]

Catador de recicláveis encontra R$ 50 mil e devolve ao dono no Paraná

Um catador de recicláveis de Iporã, no noroeste do Paraná, encontrou R$ 50 mil no meio de um caderno jogado na rua. Ao descobrir o dinheiro, a primeira coisa que Antônio Garcia do Prado fez foi ir até uma emissora de rádio local para divulgar o achado e tentar encontrar o dono.
Prado conta que só foi ver o dinheiro dentro do caderno quando chegou em casa à noite. “Do jeito que eu achei ele [o caderno], eu só juntei, coloquei dentro do carrinho e fui embora”. Quando viu a quantia, em cheques e notas, o catador ficou surpreso. “A gente se sente surpreso porque eu achei que não tinha nada. A gente se assusta um pouco”, afirma.
Embora receba apenas cerca de R$ 20 por dia, Prado disse que jamais pensou em ficar com o dinheiro que encontrou. No dia seguinte, ele foi até a rádio local para localizar o dono do dinheiro.
O radialista de imediato divulgou a notícia e o dono do valor logo apareceu. O empresário Amauri Rodrigues contou que esqueceu o caderno com o dinheiro em cima do carro e quando saiu com o veículo, perdeu. “Em cima do carro só poderia cair. Cabeça cheia, descuido... Nem imaginava que eu tinha perdido”, explica.
Mais do que ter de volta o dinheiro perdido, a surpresa de Rodrigues foi mesmo encontrar alguém tão honesto quanto Prado. “Fiquei muito emocionado. Uma pessoa honesta, que me devolveu tudo, ele não ficou com nenhum centavo, me devolveu tudo”, ressalta.
“Me sinto realizado de ter achado o dinheiro e o dono”, garante. “Precisa ter mais gente assim”, concluí Rodrigues, que em agradecimento recompensou o catador com um valor em dinheiro. [Fonte: G1]

Jovem paga conta de luz que achou junto com dinheiro em shopping

Mesmo com tantas notícias tristes que lemos todos os dias, parece que uma onda de solidariedade também está em evidência. É o caso do ajudante geral Renato Ramos, de 22 anos, achou R$ 210 junto com uma conta de energia em um shopping de Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Ao notar que a tarifa estava vencida, o jovem se deslocou à lotérica para pagá-la. Renato fez uma publicação nas redes sociais para tentar encontrar a dona da conta e tranquilizá-la.

“Senhora Maria de Lourdes Cordeiro, que perdeu uma quantia de R$ 210 e uma conta de luz no shopping agorinha, pode ficar tranquila que eu achei e também paguei sua conta de luz”, escreveu Renato no post.

A publicação repercutiu na web. Internautas elogiaram a atitude do jovem. “Parabéns, o Brasil precisa de pessoas honestas como você, que Deus te abençoe. Que você seja próspero nesta terra e que Deus te conceda muita saúde para ter muitos e muitos anos de vida, felicidade e paz”, diz uma das mensagens.

Renato encontrou a conta e o dinheiro na segunda-feira (20). “Eu estava indo pagar minha conta de internet lá no shopping. Aí estacionei minha moto, fui entrando e, na hora que olhei para frente, achei uma conta de luz com a quantia de R$ 210”.

O jovem disse que não pensou em ficar com o dinheiro. “Não era meu o dinheiro, R$ 210, com certeza, ia ajudar mais essa pessoa do que eu”, declarou.[Fonte: Yahoo]

FOTO: Reprodução

NOTA:

Que exemplo para os nossos políticos corruptos que roubam o dinheiro público!!!

Dedico esta mensagem à pessoa que me deu o título de “a mulher mais feia do mundo”

Há nove anos, alguém postou na Internet um vídeo de Lizzie Velasquez e deu-lhe o título de “a mulher mais feia do mundo.” Naquela época, ela tinha apenas 13 anos. O vídeo rapidamente se tornou viral. Eis aqui a resposta de Lizzie Velasquez.

Muitas pessoas têm me feito a mesma pergunta muitas vezes: “Se você tivesse a oportunidade de conhecer a pessoa que postou aquele triste vídeo sobre você, o que você lhe diria? Minhas respostas poderiam variar entre querer gritar “POR QUE EU?!”, até chegar a dizer que eu lhe daria um grande abraço e lhe agradeceria por ter se tornado uma das maiores bênçãos em minha vida. Se eu tivesse que dizer algo depois disso, ficaria sem palavras.
Eu acredito, com toda a minha alma, que você e eu estávamos destinados a cruzar nossas vidas. Veja bem, eu não sei de onde você é, qual é a sua idade, e muito menos qual é o seu gênero. Afinal, essa informação é irrelevante. Mas o que eu realmente sei é que você mudou não só a minha vida, mas também a vida de muitas pessoas no mundo todo.
Eu não sei o que o motivou a postar um vídeo meu, aos 13 anos de idade, muito menos a razão que levou você a dar-lhe um título tão forte. Eu não sei o que estava acontecendo em sua vida, nem se foi o seu grupo de amigos que o encorajou a publicar o vídeo. Mas eu quero que você saiba o que estava acontecendo comigo, quando encontrei aquele vídeo acidentalmente.
Lizzie Velasquez tem uma doença congênita rara que impede o seu organismo de acumular gordura corporal. (Foto: Thao Doan)
Eu era uma adolescente de 17 anos, cursando o ensino médio, e só queria desesperadamente uma única coisa na vida: ser aceita. Ser adolescente e se encaixar em um grupo, nessa fase da vida, não é nada fácil. Acrescente a isso, ter uma aparência totalmente diferente dos demais colegas, e aí eu entro em cena. Houve muitos altos e baixos na minha vida, e eu não vou dourar a pílula dizendo que quando encontrei o seu vídeo, não fiquei aborrecida.
Cada vez que eu pensava que devia ser bonita, ou que finalmente seria aceita pelas pessoas, ou que talvez essa síndrome não fosse tão ruim assim — todas essas ideias se desvaneciam assim que eu encontrava o seu post. Eu li os milhares de comentários feitos sobre o vídeo, buscando desesperadamente encontrar pelo menos um que me defendesse. Será que eu encontrei algum? Não. Eu não estou dizendo isso para fazer com que você se sinta culpado(a); eu quero apenas alertá-lo(a) para o fato de que no dia em que você postou o vídeo, provavelmente pensou que eu jamais o encontraria.
Por favor, acredite em mim quando eu digo que ao encontrar o vídeo, a princípio eu o encarei como uma maldição; no entanto, mal sabia eu que na verdade, ele era uma das maiores bênçãos disfarçadas que já tive na minha vida.
Vamos trocar os nossos papéis por um segundo. Digamos que você não tenha a menor ideia de quem eu sou, nem de onde eu venho. Digamos que você esteja lutando para adquirir autoconfiança durante sua adolescência, e um belo dia encontra um vídeo que eu postei sobre você. Eu apenas publiquei um vídeo com um título bastante ofensivo, mas não fiz nenhum dos comentários insultantes. Será que você me perdoaria, e simplesmente ficaria chateado com as pessoas que disseram que o mundo seria um lugar melhor sem você?
Eu poderia continuar falando sobre a avalanche de coisas que sucederam depois que encontrei o vídeo, bem como sobre todas as outras pessoas que também se sentiram feridas por ele; mas isso seria apenas uma perda de nosso valioso tempo. Em vez disso, eu gostaria que você soubesse que eu perdoei você e todas as pessoas que sugeriram que eu me suicidasse. Eu sei, essas palavras são muito duras, até mesmo digitá-las já é difícil o bastante.
Lizzie Velasquez (Foto: A Brave Heart: The Lizzie Velasquez Story)
Com a ajuda da minha fé, da minha família e dos meus amigos, fui capaz de deixar de me sentir totalmente estranha, para de alguma maneira, poder transformar o nosso primeiro encontro em algo que possa ajudar a dar esperança a qualquer pessoa que tenha sido vítima de bullying na Internet. Usar a palavra “vítima” aqui é bastante difícil para mim, porque essa palavra não me define. Eu sou alguém que permitiu que outra pessoa entrasse em sua vida, e isso não ocorreu precisamente da maneira mais fácil.
Descobri que muitas vezes, as pessoas machucam umas às outras, não porque queiram prejudicá-las, mas porque elas mesmas já foram muito machucadas Se esse for o seu caso, espero que você tenha encontrado uma maneira de expressar sua própria dor, sem causar sofrimento a mais ninguém.
Vamos avançar rapidamente esses nove anos desde que você e eu “nos conhecemos.” É neste momento que eu quero lhe dizer: ‘muito obrigada’. Eu encaro todas as coisas que faço e todas as pessoas que encontro como peças do grande quebra-cabeça que é a minha vida. Nossa peça foi uma das mais difíceis; eu não sabia exatamente onde ela encaixava, mas eu sabia que ela tinha seu lugar. Sua peça encaixou perfeitamente no lugar, quando eu percebi que o vídeo que você postou era o combustível que alimentaria a minha força.
Seu vídeo me levou para o fundo do poço, mas com o tempo, ele me tornou muito mais forte do que eu jamais poderia ter imaginado.
Suas ações me guiaram em meu processo de aprender a levantar e dar a volta por cima, vez após vez. Tudo isso me traz de volta à pergunta feita a princípio. “Se você tivesse a oportunidade de conhecer a pessoa que postou aquele triste vídeo sobre você, o que provavelmente você lhe diria?” Minha resposta agora seria bastante simples. Você é o responsável por iniciar essa mudança em minha vida. Eu acho que é verdade quando as pessoas dizem que todos nós temos um líder interior. Por mais absurdas que minhas palavras pareçam, muito obrigada por ser o líder que eu não sabia que eu tanto necessitava.[Fonte: Yahoo]

Japoneses dão exemplo de boas maneiras na Copa do Brasil

Os japoneses que foram à Arena Pernambuco para assistir à partida de estreia do Japão na Copa do Mundo contra a Costa do Marfim fizeram questão de deixar as arquibancadas do estádio livre de lixo após a partida.
Os sacos azuis que puderam ser vistos na torcida do Japão que torcida pela sua seleção durante o jogo foram utilizados para recolher o lixo deixado na ala deles da torcida depois da derrota japonesa por 2 a 1.


Exemplo de Brasileiro nos EUA

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Atividades do Programa "O Caráter Conta"!

Carta Aberta - Por: Jorge Schemes

No dia 23 de outubro de 2009 solicitei minha saída da coordenação pedagógica do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC. Foi uma decisão pessoal e feita de livre e espontânea vontade.

Todavia, algumas situações ocorridas bem como as circunstâncias que se arquitetaram ao longo deste ano (2009), e que culminaram na reunião feita no Setor de Ensino na data acima exposta, me fizeram tomar essa decisão.

Até então estive calado, porém não alienado, pois meu pensamento e minha formação cognitiva e filosófica é pós-crítica e meus princípios e valores são alicerçados na Santa Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não posso agredir meus princípios morais e éticos diante de atitudes mesquinhas de segregação, exclusão, discriminação, preconceito, abuso de poder, constrangimento ilegal, falta de ética (no mínimo profissional) e assédio moral. O que eu não faço com os outros, eu não aceito que façam comigo.

Não compactuo com manobras politiqueiras de pessoas mesquinhas que, durante meu tempo de coordenação pedagógica à frente do Caráter Conta na GERED de Joinville, SC, nunca fizeram nada pelo Programa, e além disso visavam a apropriação do esforço e do trabalho alheio já feito durante anos para promoção e benefício próprios, tais pessoas são verdadeiros "vampiros psíquicos e sociais".

Alguém disse certa vez com muita propriedade que, "onde não há ética até o ambiente fica doentio". E tais pessoas, por serem as detentoras do poder, são um verdadeiro foco de doenças emocionais para aqueles que se sujeitam as suas manobras carregadas de tirania e cheias de maldade, mas Deus é justo Juiz e cabe a Ele retribuir a cada um segundo as suas obras.

Desde o início, minha dedicação e empenho para que o Programa "O Caráter Conta!" tivesse êxito nas escolas da Rede Pública Estadual pertencentes a GERED de Joinville, SC, foram constantes. Procurei promover "O Caráter Conta!" nas escolas da Rede Estadual de Ensino, por meio de reuniões com professores, técnicos e gestores, bem como formatá-lo pedagogicamente à realidade local. Procurei dar visibilidade para as ações do Programa por meio deste blog, e o fiz de maneira voluntária e por decisão pessoal, uma vez que o Programa, até a data presente (23/10/2009), não faz parte dos programas oficiais da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Contudo, o mínimo que se espera quando há dedicação e empenho em qualquer atividade que envolva a educação é reconhecimento, valorização, gratidão e respeito. Talvez essa seja a razão porque há tantos professores e professoras desmotivados.

Apesar de tudo valeu a pena toda minha dedicação e esforço. E aqui deixo registrado o meu respeito e a minha gratidão a todos que se comprometeram junto comigo, e de coração voluntário ajudaram a implementar as atividades do "Caráter Conta!" em sua escola, de maneira especial aos professores e professoras, assistentes técnicos pedagógicos e gestores.

Acredito no Programa "O Caráter Conta!" como uma ferramenta poderosa de transformação moral e ética dentro da escola e na vida de cada um de seus agentes. Por essa razão continuei trabalhando os seus pilares do caráter em minhas aulas de Ensino Religioso na Rede Municipal de Ensino de Joinville, SC, como já vinha fazendo antes. Enquanto lecionei por vários anos nas séries finais do Ensino Fundamental sempre trabalhei sistematicamente com todos meus alunos várias atividades pedagógicas relacionadas com os pilares do "Caráter Conta!". Os alunos e alunas das Escolas Municipais onde lecionei por vários anos produziram redações, acrósticos, poesias, paródias e joguinhos lúdicos relacionados com os pilares do Programa "O Caráter Conta!". Essas atividades e muitas outras estão socializadas nesse blog.

Termino afirmando que acredito na educação para o caráter, acredito na proposta e na metodologia do Programa "O Caráter Conta!", não como plataforma de interesses politiqueiros, pessoais e mesquinhos, mas como uma poderosa força moral na construção de uma cultura para a paz.

Que o Deus Eterno e Criador Ilumine a Todos Nós!
Ex-Coordenador Pedagógico do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC, no período de 2004 a 2009. Atualmente é Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".

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