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Justiça por Orelha - Uma Reflexão Teológica, Criminológica e Moral

 

Este breve artigo pretende aprofundar o caso do cão Orelha a partir dessas três lentes — teologia cristã, criminologia e educação moral e cidadã — permite compreender não apenas o que aconteceu, mas o que esse acontecimento revela sobre a condição humana, a formação do caráter e a responsabilidade coletiva na prevenção da violência. Trata-se de uma leitura interdisciplinar, necessária quando lidamos com episódios de crueldade extrema que chocam a consciência social. Leia Sobre o Assassinato do Orelha Aqui


I. A ótica da teologia cristã: criação, dignidade e responsabilidade moral

1. O valor dos animais na teologia bíblica

Na teologia cristã, os animais não são moralmente neutros nem descartáveis. Desde o Gênesis, a criação é apresentada como “boa” (Gn 1:31), e o ser humano recebe o mandato de “cultivar e guardar” (Gn 2:15), não de explorar ou destruir.

Textos como:

  • Provérbios 12:10“O justo cuida bem dos seus animais”;

  • Salmo 36:6“Senhor, preservas tanto os homens como os animais”;

  • Mateus 10:29 — onde Jesus afirma que nenhum pardal é esquecido diante de Deus,

revelam uma ética de cuidado, compaixão e responsabilidade.

Teólogos como Karl Barth e Jürgen Moltmann defendem que a criação inteira participa do propósito redentor de Deus. Moltmann, em especial, fala de uma “teologia da esperança” que inclui toda a criação ferida pelo pecado humano.

Nesse sentido, a violência contra o cão Orelha não é apenas um crime ambiental; é, teologicamente, uma ruptura do mandato divino de mordomia, um pecado contra a criação.


2. Jesus Cristo e a lógica da proteção dos vulneráveis

No Evangelho, Jesus se apresenta como aquele que se coloca ao lado dos vulneráveis, silenciados e indefesos. Embora o foco da salvação seja o ser humano, o Reino anunciado por Cristo é marcado por paz, reconciliação e justiça (Is 11:6-9).

Sob essa ótica, a frase “Justiça por Orelha”, tão difundida no caso, ecoa um princípio bíblico fundamental:

“Aprendam a fazer o bem; busquem a justiça; socorram o oprimido” (Is 1:17).

O cão comunitário, cuidado por muitos e pertencente a ninguém formalmente, representa simbolicamente o “pequeno”, o invisível, aquele que depende inteiramente da ética alheia para sobreviver.


II. A ótica da criminologia: crueldade animal como indicador de risco social

1. Maus-tratos a animais e comportamento violento

Na criminologia contemporânea, há amplo consenso de que a crueldade contra animais é um importante marcador precoce de comportamento antissocial.

Pesquisadores como Frank Ascione e Randall Lockwood demonstram que:

  • Maus-tratos a animais estão frequentemente associados a violência doméstica, bullying e crimes contra pessoas;

  • A crueldade deliberada indica déficits de empatia, controle emocional e internalização de normas morais.

A chamada “teoria do ciclo da violência” sugere que quem aprende a causar dor sem consequências tende a repetir e ampliar esse padrão.


2. Adolescência, grupo e banalização do mal

Autores como Hannah Arendt ajudam a compreender o fenômeno da banalização do mal: atos profundamente cruéis podem ser cometidos não por monstros, mas por indivíduos comuns, especialmente quando:

  • Agem em grupo;

  • Sentem-se protegidos pela impunidade;

  • Não desenvolveram consciência ética sólida.

Do ponto de vista criminológico, o caso de Orelha acende um alerta claro: a ausência de intervenção educativa precoce pode permitir a escalada da violência.


3. A função preventiva do direito penal e socioeducativo

A criminologia crítica lembra que o sistema penal não deve ser apenas repressivo, mas preventivo e pedagógico. Medidas socioeducativas, quando bem aplicadas, precisam trabalhar:

  • Empatia;

  • Responsabilização real pelo dano causado;

  • Reconstrução do vínculo social.

Punir sem educar gera ressentimento; educar sem responsabilizar gera impunidade.


III. A ótica da educação moral e cidadã aplicada às escolas

1. Educação do caráter e empatia

A escola é o espaço privilegiado para romper o ciclo da violência. Autores como Lawrence Kohlberg e Carol Gilligan demonstram que o desenvolvimento moral não é automático; ele é formado por experiências, exemplos e reflexão ética orientada.

Trabalhar o respeito aos animais na escola:

  • Desenvolve empatia;

  • Ensina limites;

  • Fortalece o senso de responsabilidade pelo outro.

O animal, por ser vulnerável, funciona como um mediador pedagógico poderoso da ética do cuidado.


2. Educação para a cidadania e direitos dos animais

Sob a perspectiva da educação cidadã, casos como o de Orelha permitem trabalhar temas como:

  • Direitos e deveres;

  • Legalidade e consequências jurídicas;

  • Respeito à vida;

  • Participação social sem violência.

Paulo Freire defendia que a educação deve formar sujeitos críticos e responsáveis, não apenas informados. Discutir casos reais, com mediação adequada, promove consciência ética e compromisso social.


3. Propostas práticas para o ambiente escolar

Aplicações concretas incluem:

  • Projetos interdisciplinares sobre proteção animal;

  • Parcerias com ONGs e protetores;

  • Campanhas de adoção responsável;

  • Mediação de conflitos e práticas restaurativas;

  • Inserção da ética do cuidado nos currículos.

Essas ações não apenas previnem crimes, mas formam cidadãos moralmente sensíveis.


Considerações finais integradas

Jorge, quando analisado sob essas três perspectivas, o caso do cão Orelha revela algo profundo: a violência contra animais é um sintoma de falhas espirituais, sociais e educativas.

  • A teologia cristã denuncia a ruptura do cuidado com a criação.

  • A criminologia alerta para o risco de escalada da violência.

  • A educação moral e cidadã aponta o caminho da prevenção estrutural.

A justiça que a sociedade clama não pode se limitar à punição. Ela precisa se traduzir em conversão ética, responsabilização consciente e educação transformadora. Somente assim episódios como esse deixarão de ser repetidos e passarão a cumprir um papel redentor: despertar a sociedade para o valor sagrado da vida.


Regra Áurea


Garoto divide com colegas do colégio lápis com mensagens de amor e motivação

Um menino levou vários lápis motivacionais para compartilhar com seus colegas, uma iniciativa de sua mãe que escreveu várias frases de motivação nos mesmos. Frases como “você é criativo”, “você é talentoso”, etc. O resultado foi motivo de admiração e gratidão pela professora e por todos os seus colegas. Como é fácil fazer o bem!!!

Garoto compartilha com colegas lápis com mensagens motivacionais — Foto: Amanda Cox/Facebook

Em uma outra escola americana, uma gerente da cantina resolveu escrever frases de incentivo aos alunos no lanche servido a eles, no caso em bananas. As frases também eram do tipo: “você é amado(a)”, “nunca desista”, “você é um herói”. Vale a dica pra sua escola.

'Você é amado' é uma das frases escritas mas bananas — Foto: Sharon Shewbridge/Twitter

Jovem paga conta de luz que achou junto com dinheiro em shopping

Mesmo com tantas notícias tristes que lemos todos os dias, parece que uma onda de solidariedade também está em evidência. É o caso do ajudante geral Renato Ramos, de 22 anos, achou R$ 210 junto com uma conta de energia em um shopping de Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Ao notar que a tarifa estava vencida, o jovem se deslocou à lotérica para pagá-la. Renato fez uma publicação nas redes sociais para tentar encontrar a dona da conta e tranquilizá-la.

“Senhora Maria de Lourdes Cordeiro, que perdeu uma quantia de R$ 210 e uma conta de luz no shopping agorinha, pode ficar tranquila que eu achei e também paguei sua conta de luz”, escreveu Renato no post.

A publicação repercutiu na web. Internautas elogiaram a atitude do jovem. “Parabéns, o Brasil precisa de pessoas honestas como você, que Deus te abençoe. Que você seja próspero nesta terra e que Deus te conceda muita saúde para ter muitos e muitos anos de vida, felicidade e paz”, diz uma das mensagens.

Renato encontrou a conta e o dinheiro na segunda-feira (20). “Eu estava indo pagar minha conta de internet lá no shopping. Aí estacionei minha moto, fui entrando e, na hora que olhei para frente, achei uma conta de luz com a quantia de R$ 210”.

O jovem disse que não pensou em ficar com o dinheiro. “Não era meu o dinheiro, R$ 210, com certeza, ia ajudar mais essa pessoa do que eu”, declarou.[Fonte: Yahoo]

FOTO: Reprodução

NOTA:

Que exemplo para os nossos políticos corruptos que roubam o dinheiro público!!!

Carroceiro desempregado devolve R$ 7 mil que achou em rodovia federal

'Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar', diz carroceiro Ednaldo da Silva. Desempregado recebeu proposta de trabalho após devolver mochila, em PE. 

Carroceiro desempregado devolveu dinheiro, cheques e itens de luxo ao proprietário 
(Foto: Kamylla Lima/G1)

Desempregado há dois meses e com o Bolsa Família como única fonte de renda, o carroceiro Ednaldo da Silva andava a pé na sexta-feira (27/06/2016) na BR-232, em São Caetano, Pernambuco, quando encontrou uma mochila contendo R$ 7 mil, cheques e itens de luxo. No mesmo dia, conseguiu devolver tudo ao proprietário e acabou recebendo uma proposta de trabalho. "Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar", disse o carroceiro.

Ednaldo contou que seguia com a carroça ao lado esposa, do enteado e do burrinho "Chocolate" às margens da rodovia quando viu a mochila. "Eu pedi para a minha mulher pegar [a bolsa], mas não abri na hora. Quando cheguei em casa e vi o 'bolo' de dinheiro fiquei logo assustado".

Dentro da mochila, estavam dois talões de cheque, um par de óculos escuros, um Tablet e um aparelho celular - avaliados em R$ 3 mil, segundo a Polícia Rodoviária Federal. "Nessa situação difícil de crise sei que tudo está difícil, mas não posso ficar com o que não é meu. Quem achar o que não é seu, tem que devolver", afirmou Ednaldo.

Ele disse que foi na casa do irmão pedir ajuda para desbloquear o aparelho celular e acionar o dono da bolsa. "A gente não sabe mexer nessas tecnologias. Ficamos assustados porque pensamos que poderia ser roubada. Então chamamos o pastor da nossa igreja para dizer a quem devolver", explicou José Lino da Silva, 27 anos, irmão do carroceiro.


Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos em mochila na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)
Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)

O pastor João Leite, de 40 anos, instruiu o carroceiro a levar a mochila com os objetos para o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município. Lá, o agente da PRF Afonso Ramos conseguiu contato com o dono da bolsa, que enviou um funcionário para buscar. "O mais interessante de tudo é que não houve manuseio das cédulas. Eles nem tocaram no dinheiro. Um gesto valioso e uma ação louvável devolver", afirmou o policial.

O funcionário do engenheiro, Rivaldo Santos, contou que o dono do dinheiro estava a caminho do Recife quando notou que havia perdido a bolsa. "Quando ele chegou em Caruaru viu que a mochila não estava, voltou para São Caetano, foi na empresa e não achou. Prestou até queixa na polícia, mas ficou muito emocionado quando soube que uma pessoa tão simples havia devolvido tudo", disse.

O engenheiro é diretor de uma empresa que presta serviços no setor elétrico no interior de Pernambuco e, através do funcionário, fez uma oferta de trabalho ao carroceiro. Ednaldo pretende ir na empresa na segunda-feira (30/06/2016) para conversar sobre o provável novo emprego e também recebeu um envelope com uma recompensa. (Fonte: G1)

NOTA DO EDITOR DO BLOG:

Seria muito benéfico para o nosso país se nossos políticos, que desviam, roubam e se apropriam de bilhões de reais do dinheiro público, seguissem o exemplo desse verdadeiro cidadão brasileiro. No mínimo, que os corruptos tenham vergonha na cara, e que Nosso Grande Deus faça justiça!!!

Menina faz kit de higiene pessoal para doar a moradores de rua

Uma menina de 9 anos, chamada Khloe Thompson, provou que solidariedade e a consciência social não têm idade certa para se manifestar. Ela desenvolveu um kit de higiene pessoal para doar a  moradores de rua, com a ajuda da família. 
Os chamados “Kare Bags” são preenchidos com vários produtos essenciais como escova de dente, creme dental, desodorante, panos, sabonete, produtos femininos, entre outros. A avó fica encarregada de confeccionar os sacos para os produtos. 

A ideia surgiu no caminho para a escola no sul da Califórnia, nos EUA. Diariamente Khloe Thompson, encontra diversos moradores de rua.Um dia ela perguntou à mãe o que poderia fazer para ajudá-los. Foi então que ela resolveu começar a costurar sacos e presentear os moradores de rua com produtos de higiene pessoal.
Khloe começou uma espécie de Instituição sem fins lucrativos chamada “Khloe Kares”.A menina criou uma página no GoFundMe (rede social de financiamento coletivo) para divulgar sua ideia.
Como resultado, já conseguiu levantar doações em torno de U$ 3.600 dólares – mais de R$ 12 mil – e tem a meta de alcançar os U$ 10 mil – mais de R$ 35 mil – em até duas semanas, segundo o site The End. 
Os sacos produzidos por Khloe são entregues a moradores de rua por ela e sua mãe.
A menina espera oficializar sua Instituição de caridade e já divulgou um novo projeto: doar o brinquedos para crianças carentes para “iluminar o dia delas”, disse. [Fonte: Yahoo]

10 maneiras de evitar brigar com alguém


Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).
Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson:
1 – MEÇA SUAS EMOÇÕES
Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.
Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.
Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).
Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
2 – TOME FÔLEGO
Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
3 – VERIFIQUE SE AS COISAS SÃO REALMENTE TÃO RUINS QUANTO VOCÊ PENSA
Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.
4 – LEMBRE-SE DA SUA META
Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.
5 – ATENÇÃO À LINGUAGEM
Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.
No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
6 – SEJA SUAVE
É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.
Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
7 – OUÇA
Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.
Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
8 – SEJA POSITIVO
Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.
Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.
Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
9 – PENSE NO FUTURO
Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.

10 – HÁ FORÇA NA FRAQUEZA
Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas). [DailyMail]

Exemplo de Honestidade e Educação


"Minha mãe vai ficar com orgulho", 

diz catador que devolveu R$ 20 mil


Um casal de moradores de rua levou um susto ao achar uma sacola cheia de dinheiro escondida atrás de um ponto de ônibus na Radial Leste, em São Paulo (SP). Na sacola, várias notas de R$ 100, R$ 50, R$ 20, R$ 10 e moedas, totalizavam mais de R$ 20 mil. Os dois moradores de rua acharam melhor devolver o dinheiro. O catador de lixo Rejaniel dos Santos pediu ao segurança de uma loja para ligar para a polícia.
—Um dinheiro que não é seu, você vai pegar e vai gastar rapidinho, não vai? Agora o dinheiro que é seu, que você suou, você sabe valorizar. Então o dinheiro que não é meu, não me pertence, então vai pro destinatário, o dono.
De acordo com o cabo da Polícia Militar, Pedro Henrique Ghisolfi, a suspeita é de que o dinheiro tenha sido furtado, na mesma noite, de um restaurante japonês que fica na região.
—Dentro da bolsa havia alguns canhotos de uma loja, de um restaurante. Então esse dinheiro é proveniente de um restaurante aqui no bairro do Tatuapé. Nós estamos tentando entrar em contato com esse proprietário, para que ele venha fazer o boletim de ocorrência.
A catadora de lixo Sandra Domingues comenta o que espera dos donos do dinheiro.
—Que eles reconheçam que a gente achou esse dinheiro. Só isso.
Rejaniel, catador de material reciclável, deixou o Maranhão 16 anos atrás. Deixou também a mãe, dona Cosminha, que não vê há muito tempo, mas sabe que fez ela ficar orgulhosa.
—Se minha mãe já assistir isso daqui, pelo menos vai falar: "Esse daí é meu filho". E ela vai ficar com orgulho. Foi uma coisa que ela sempre me pediu. Nunca roubar nada de ninguém. Então se eu achei uma coisa que é roubada, por mais que não tenha sido eu, mas se eu pegasse eu também estava sendo cúmplice.
Casal de moradores de rua devolve R$ 20 mil encontrado em sacola atrás de ponto de ônibus na Radial Leste

10 perguntas que levam ao sucesso


Você acha que ter sucesso é ganhar muito dinheiro? "Caso sua resposta seja sim, pense novamente!". É a reflexão  que sugere o premiado jornalista Geoffrey James, autor da coluna "Sales Source", no site Inc.com. Ele defende que o verdadeiro sucesso é resultado  da qualidade dos relacionamentos e das emoções vividas diariamente.
Para avaliar se o caminho seguido é o certo para você, James indica que no fim do dia cada um faça dez perguntas para si mesmo. Segundo ele, essas questões ajudarão a determinar o foco e o foco, por sua vez, irá gerar resultados.
1. Tenho certeza de que aqueles que eu amo se sentem amados?

2. Eu fiz algo hoje que contribuiu, minimamente, para um mundo melhor?
3. Tenho condicionado o meu corpo para ser mais forte e flexível?
4. Tenho revisto e afinado os meus planos para o futuro?
5. Eu atuei em privado com a mesma integridade que em público?
6. Tenho evitado as palavras e ações ruins?
7. Eu tenho feito algo de valor?
8. Ajudei alguém com menos condições?
9. Tenho preservado boas lembranças?
10. Eu me senti grato pelo fato de estar vivo?

Tais perguntas podem até parecer tiradas de um livro de autoajuda, no entanto, são elas que irão forçar a concentração naquilo que é realmente importante. "Não é possível ser bem sucedido se você não está feliz", diz James.
A mesma ideologia é defendida pelo autor do livro "A Psicologia do Sucesso", Roberto Shinyashiki. Para ele, a maioria das habilidades que levam alguém ao sucesso vem do coração. "Não adianta um time ter um ótimo técnico, uma boa estratégia, jogadores com excelente condicionamento físico se, na hora do jogo,o atleta não leva sua alma para dentro do campo", exemplifica.[Fonte: Yahoo]

Todo bem que fazemos retorna para nós mesmos...



Questões do dia-a-dia sobre o que é certo ou errado...

VEJA propõe algumas questões éticas do cotidiano e arrisca-se a dar as respostas. Leia-as como nossa opinião (de Veja), baseada no senso comum e na orientação de filósofos e professores de ética. Reflita.

Ética cotidiana:

1. Todos os dias, no noticiário, lêem-se denúncias de corrupção e atos criminosos por parte de políticos e governantes. Essa situação torna desculpáveis as pequenas transgressões que os cidadãos cometem no dia-a-dia?

De forma nenhuma. É execrável que figuras públicas ou eleitas pelo voto popular não sejam nem a sombra do exemplo ético e moral que se espera que elas sejam. O fato de haver criminosos ou suspeitos em altos postos da hierarquia política só aumenta a responsabilidade pessoal dos cidadãos de bem.



2. Pedir ao avô ou a uma amiga grávida que compre ingressos na fila preferencial é passar os outros para trás?

Sim. O avô ou a amiga grávida, a seu pedido, estará aumentando o número de pessoas em uma fila que, de outro modo, seria menor.



3. Pagar a alguém para ficar na fila no seu lugar ou pedir esse favor a um amigo prejudica os demais?

Não prejudica. O que conta em uma fila é o número de pessoas que estão nela. A troca de uma pessoa por outra não altera o resultado final do incômodo.



4. Consumir produtos importados de países que comprovadamente usam mão-de-obra escrava equivale a aprovar essa prática?

Pior do que isso. Equivale a financiar essa prática. Evitar esses produtos é a coisa certa a fazer – mesmo que isso não sirva para punir economicamente o explorador –, pois outras pessoas vão continuar a comprá-los.



5. Um motorista profissional que precisa da carteira de habilitação para sobreviver e alimentar mulher e filhos recebe uma multa que implica a perda do direito de dirigir. É ético ele pedir à mulher que assuma a responsabilidade pela multa?

Eis um dilema. Mas a resposta é não. O acúmulo de multas, assumindo que os guardas de trânsito agiram corretamente, mostra que ele não é um motorista responsável. Portanto, do ponto de vista do bem comum, o certo é impedi-lo de dirigir. O ideal seria que, nesses casos, o Estado tivesse mecanismos de amparo à família do motorista e oferecesse um curso de reeducação para o trânsito no prazo máximo de uma semana após a perda da habilitação.



6. Uma gravadora anuncia que não tem planos para lançar no Brasil determinado DVD. Esse mesmo DVD é vendido em cópias piratas. Nesse caso, é ético recorrer ao mercado negro?

É quase irresistível, mas a resposta é não. Comprar o DVD em questão estimula a pirataria, atividade que concentra renda nas mãos de bandidos, destrói empregos formais e empobrece as pessoas honestas.



7. Os brasileiros trabalham quatro meses por ano para pagar impostos que serão desperdiçados por gestores incompetentes ou vão parar, em parte, no bolso de corruptos. Portanto, obter um desconto no consultório médico aceitando a proposta de pagar "sem recibo" é não apenas uma vantagem pessoal, mas também vingança contra o governo. Certo?

Certamente é as duas coisas. Mas é também um claro atentado à ética. Não se combate a corrupção com corrupção. A maneira de protestar contra governos que gastam demais e políticos desonestos é nas urnas. Pode demorar e ser pouco eficiente, mas é assim que se constrói um país.



8. Mas o valor que se paga em impostos não é devolvido na forma de benefícios. Não é realmente legítimo buscar atalhos para diminuir a carga tributária pessoal?

Não, porque o Estado vai obstinadamente buscar a quantia de que precisa para pagar o serviço de sua dívida e financiar seu funcionamento. Portanto, quem paga menos vai sobrecarregar quem paga corretamente. Vai penalizar a vítima e não o culpado, o Estado. Procurar atalhos legais para diminuir o valor do imposto a pagar é correto.



9. Registrar um imóvel por um valor mais baixo para escapar dos impostos é prática corriqueira no Brasil. Isso é aceitável?

O certo é pagar os impostos pelo valor exato da transação. Proteste nas urnas escolhendo candidatos com planos viáveis de baixar tributos. Organize passeatas contra os impostos altos, junte-se a grupos que já protestam...



10. Avançar o sinal vermelho à noite, quando quase não há movimento, aumenta a segurança contra assaltos. Isso é correto?

Sim. Como lembra Ubirajara Calmon Carvalho, professor de filosofia da Universidade de Brasília, "as regras foram feitas para o ser humano, e não o contrário". Nesse caso específico, fica a critério do motorista proceder da maneira mais segura para ele e para os outros.



11. É certo avançar na faixa mesmo quando não há pedestres passando?

De dia, não. De madrugada, diminua a marcha, observe com cuidado redobrado e atravesse.



12. Usar o telefone da empresa para interurbanos particulares é uma maneira de economizar. Mas isso é aceitável?

Isso é furto. Equivale a abrir o cofre da empresa e enfiar a mão em um maço de dinheiro. Salário baixo, mesquinhez patronal ou más condições de trabalho não justificam esses pequenos expedientes.



13. É melhor ter meninos malabaristas, engolidores de fogo e vendedores de balas nos cruzamentos das grandes cidades do que tê-los assaltando, certo?

Não. As duas coisas não são excludentes. O mais útil para a sociedade é que os meninos e meninas estejam na escola estudando, sendo alimentados e orientados. Mas a caridade individual não deve ser regulada por uma ética coletiva. Ela pertence àquela região interior em que manda a convicção pessoal.



14. Quem consome drogas ocasionalmente está ajudando o crime organizado e financiando, sem querer ou saber, latrocínios, seqüestros e chacinas?

Sim. Sem o dinheiro dos consumidores, o tráfico de drogas desapareceria. O "ocasionalmente" não torna o consumo mais aceitável. É o mesmo que aceitar que uma pessoa cometa no máximo dois ou três assassinatos por ano.



15. "Eu apanhei dos meus pais e me tornei um adulto psicologicamente normal, um bom marido e um profissional correto. Isso me diz tudo o que preciso saber sobre dar umas palmadas nos meus próprios filhos." Certo?

Não. Castigos físicos deseducam.



16. Um amigo relapso, de péssimo desempenho escolar e vida desregrada contava a todos que conseguira um emprego exagerando suas qualidades no curriculum vitae. Desde que começou a trabalhar, ele se endireitou e hoje pede a todos que não contem a seu patrão o "deslize" inicial da carreira. É certo ajudar o amigo a esconder o embuste?

Não, mas, se o sujeito se endireitou, deixa pra lá.



17. Na dúvida sobre quem roubou uma prova, o professor decide punir igualmente toda a classe. Para a maioria, a punição terá efeitos superficiais. Para dois alunos pobres, porém, ela significará a perda da bolsa de estudos e a expulsão do colégio. O professor deveria relevar o erro coletivo para salvar os dois alunos pobres?

Sim. Injusto é permitir que um mesmo erro ou suspeita produza punições tão díspares, atingindo violentamente alguns, enquanto outros se safam com apenas uma admoestação.



18. Um colega de classe invariavelmente leva "cola" em dias de prova. O correto é delatá-lo?

Não. Na cultura brasileira delatar é pior do que colar.



19. Permitir que filhos adolescentes procedam de maneira errada na escola e em sociedade sob a desculpa de que eles – os pais – também fizeram suas bagunças é certo?

É cômodo, mas não é certo. O aprendizado se faz com base nas experiências, boas ou ruins, de gerações passadas. "Sorte dos filhos cujos pais aprenderam com os erros da adolescência", diz o filósofo Alípio Casali, da PUC de São Paulo.



20. Os ativistas de defesa dos animais jogam tinta nos casacos de pele das pessoas no Hemisfério Norte. Isso é correto?

Não. Essas agressões não inibem a matança de animais. O mais eficiente é mostrar imagens de filhotinhos submetidos a sofrimentos indizíveis.



21. Estacionar em fila dupla é proibido, mas dar uma paradinha rápida para comprar um remédio ou entregar uma encomenda é um delito menor, não?

A parada só é rápida para quem parou. Para as outras pessoas, dependendo da pressa, essa manobra pode significar um incômodo gigantesco.



22. Uma das professoras da pré-escola decidiu contar a um menino que Papai Noel não existe. A justificativa dela foi que os coleguinhas já não acreditavam e faziam troça dele. Ela agiu corretamente?

Não. A escola ensina, os pais educam. Caberia à professora alertar os pais para a situação incômoda do filho.



23. Um médico propõe dar dois recibos com datas diferentes de modo que o valor de cada um fique dentro da quantia coberta pelo seguro-saúde. Assim, o paciente conseguirá ser reembolsado pelo valor total da consulta. É errado aceitar a oferta?

Sim. Os custos dos planos médicos particulares são calculados sobre toda a sua base de clientes. Com sua economia, você acabará tornando as mensalidades mais altas para quem age de acordo com as regras.



24. Uma pessoa tem certeza de que tolera muito bem a bebida e se sente apta a dirigir mesmo depois de tomar três doses de uísque. A lei não deveria prever esses casos?

Não. O limite alcoólico estabelecido em lei é aquele a partir do qual a maioria dos seres humanos tem sua capacidade de julgamento comprometida. Deixar esse limite ser estabelecido caso a caso não funciona.


25. Você acredita que um amigo de seu filho adolescente é uma má influência. Não transmitir os recados que esse amigo deixa com a intenção de proteger seu filho é uma boa idéia?

Não. Além de ser uma tática pouco eficaz, ela tem uma dose de desonestidade e tira do jovem um direito que é dele – o de escolher seu grupo. É melhor expor suas dúvidas e conversar a respeito, para que ele possa, quem sabe, repensar as amizades.



26. Um professor de tênis sabe que seu pupilo não tem potencial para ser um bom jogador. Ano após ano ele continua cobrando as aulas do garoto. O correto é dizer a verdade, perder o aluno e o dinheiro das aulas?

Depende. Se a criança tem a ilusão de que se tornará tenista profissional, sim, é obrigação dele ser claro a respeito de seu julgamento. Se o aluno só quer se divertir, o professor pode continuar dando as aulas.



27. Anular o voto na próxima eleição em protesto pela má conduta dos políticos é um procedimento correto?

Pode não funcionar como protesto, mas anular o voto não fere a consciência individual de ninguém. O americano Alasdair MacIntyre, autoridade em filosofia moral, defendeu o voto nulo na última eleição americana: "Quando nos é oferecida a opção entre duas alternativas políticas intoleráveis, é importante não escolher nenhuma".



28. Alguém ouve música em alto volume, mas ainda dentro do limite legal de decibéis para aquela região. O vizinho reclama. Quem tem razão?

Ao contrário do limite alcoólico, o grau de incômodo sonoro deve, sim, ser regulado caso a caso. Quem reclama deve ter suas razões (um bebê recém-nascido em casa, por exemplo).



29. Recorrer a despachantes para apressar o andamento de documentos é ético?

Esse é um caso em que se está em um limite nebuloso da lei e da ética. A atividade de despachante é legal, mas esses profissionais freqüentemente recorrem a propinas e "jeitinhos" que alimentam a máquina da corrupção.



30. Um casal de amigos adotou uma criança e não pretende revelar que ela não é filho natural. Você sabe que essa omissão pode prejudicar a criança mais tarde. É certo contar a ela sua real situação familiar?

Não. O adotado que descobre a verdade acidentalmente ou por outras pessoas sofre mais do que aquele que recebe a notícia dos pais. O mais correto é convencer o casal de amigos a dizer a verdade quando e como eles quiserem.



31. Quando a estrada está vazia e não há radar à vista, ultrapassar o limite de velocidade não traz maiores conseqüências, correto?

O limite de velocidade é imposto justamente para evitar acidentes em circunstâncias imprevistas. Além disso, o desrespeito à lei é desrespeito mesmo quando não há ninguém olhando.

O.k., mas circular no próprio bairro em dias que o rodízio proíbe não coloca ninguém em risco...

Certo, mas a lei é feita para todos e, se todos seguirem essa mesma lógica, o rodízio perderá sua eficácia. Se o rodízio for para conter a poluição, sair de carro é ainda mais errado.



32. É certo usar uma foto em que você nem parece ter barriga para se propagandear em um site de paquera na internet?

Pela etiqueta da internet, isso não é certo nem errado. É quase uma obrigação. Como 99% das conversas on-line não passam da fase virtual, não há problema algum em se mostrar virtualmente diferente.



33. Alguns religiosos americanos dizem que, se Jesus vivesse entre os mortais hoje, jamais dirigiria um utilitário, pois esses carros consomem muito combustível e, por isso, prejudicam todo mundo. É correto ter um carro grande para uso individual?

É permitido pela lei. Pode ser ecologicamente incorreto, mas ninguém deve se sentir mal por isso.



34. Um médico tem na mesa de cirurgia uma criança que só pode ser salva com uma transfusão de sangue. Os pais proíbem a intervenção sob o argumento de que isso vai contra a religião deles. O médico deve fazer a transfusão de sangue e salvar a criança?

Em uma emergência, sim. Ele seria protegido pela lei e pela ética médica. Havendo tempo, deve procurar o amparo legal de um juiz.



35. Pegar "carona" na rede sem fio do vizinho que seu computador capta é errado?

Sim. O usuário que está pagando pelo serviço terá menos banda disponível para trafegar pela internet.



36. Um pássaro de comercialização ilegal está exposto em uma feira de animais em condições de evidentes maus-tratos. É correto desrespeitar a lei, comprar o pássaro e dar-lhe uma vida melhor?

Não. Da mesma forma que com o tráfico de drogas, é o fato de haver consumidores que alimenta o tráfico cruel de animais silvestres. Sem compradores, ele deixa de existir. O melhor é fazer uma denúncia à polícia.



37. Se a maioria dos vizinhos se cotiza para pagar um guarda-noturno para o quarteirão, é justo que um morador se recuse a contribuir?

Não. Mesmo que alegue não fazer questão do serviço, ele se beneficiará dele.



38. O carro sofreu batidas fortes, mas foi totalmente recuperado e parece em ótimo estado. Ao vendê-lo, é honesto não dar todos os detalhes sobre a gravidade das batidas?

Não. Omitir esse tipo de informação é inaceitável do ponto de vista ético. Além disso, agindo assim, o antigo proprietário se torna juridicamente acionável em caso de danos futuros conseqüentes das avarias não relatadas ao comprador.

39. Vejo que muitos motoristas jogam o toco de cigarro pela janela, em vez de apagá-lo no cinzeiro do carro. Isso é aceitável?

Não. Você jogaria uma bituca no chão de sua própria casa? Pois então não existe desculpa para sujar o chão dos espaços públicos, que são a casa de todos. [Fonte: Veja]

Para Reflexão...


“Life On The Train”

A while back, I read a very interesting book that compared life to a train ride or a series of train rides.
Algum tempo atrás, li um livro interessante que comparava a vida a um passeio de trem ou a vários passeios de trem.

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Life is like a train ride, it read. We get on. We ride. We get off. We get
back on and ride some more. There are accidents and there are delays. At certain stops there are surprises some of these will translate into great moments of joy, some will result in profound sorrow.
A vida é como um passeio de trem, dizia. Nós embarcamos. Andamos. Desembarcamos. Embarcamos novamente e andamos mais um pouco. Há acidentes e alegrias. Em algumas paradas há surpresas das quais algumas vão se traduzir em momentos de alegria, outras, resultarão em profunda dor.

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When we are born and we first board the train, we meet people whom we
think will be with us for the entire journey. Those people are our parents!
Quando nascemos ou quando entramos no trem pela primeira vez, encontramos pessoas que pensamos que ficarão concosco durante toda nossa jornada.

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Sadly, this is far from the truth.
Our parents are with us for as long as we absolutely need them. They too have journeys they must complete. We live on with the memories of their love, affection, friendship, guidance and their ever presence.
Tristemente, isto está longe da verdade. Nossos pais ficam conosco pelo tempo em que absolutamente precisamos deles. Eles também têm jornadas que devem completar. Prosseguimos com as lembraças do seu amor, afeição, amizade, orientações e suas eternas presenças.

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There are others who board the train and who eventually become very
important to us in turn.
Há outros que embarcam no trem e, naturalmente, vão se tornando muito importantes para nós.

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These people are our brothers, sisters, friends and acquaintances, whom we
will learn to love, and cherish.
Essas pessoas são nossos irmãos, irmãs, amigos, conhecidos, pessoas estas a quem aprenderemos a amar.

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Some people consider their journey like a jaunty tour. They will just go
merrily along.
Algumas pessoas consideram suas jornadas uma viagem otimista. Seguirão felizes ao longo do caminho.

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Others will encounter many upsets, tears, losses on their journey.
Others still, will linger on to offer a helping hand to anyone in need.
Outros encontrarão muitas tristezas, lágrimas, perdas em suas jornadas. Outros, ainda, vão se deter para oferecer ajuda a qualquer um que precise.

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Some people on the train will leave an everlasting impression when they
get off….Some will get on and get off the train so quickly they will scarcely leave a sign that they ever traveled along with you or even crossed your path….
Algumas pessoas no train deixarão uma última impressão ao Partirem…Outras entrarão no trem e sairão tão rapidamente que deixrão um sinal quase invisível de que estiveram viajando com você ou mesmo que tenham sequer cruzado seu caminho…

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We will sometimes be upset that some passengers whom we love, will choose
to sit in another compartment and leave us to travel on our own. Then again, there’s nothing that says we can’t seek them out anyway.
Ficaremos, algumas vezes, tristes porque alguns passageiros que amamos escolherão sentar em outro compartimento, deixando-nos viajar por nossa própria conta. Novamente então, não há nada que se possa fazer para reencontrá-los.

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Nevertheless, once sought out and found, we may not even be able to sit
next to them because that seat will already be taken.
Entretanto, uma vez reencontrados, não somos nem ao menos capazes de sentar próximos a eles porque aquele assento já estará ocupado.

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That’s okay….everyone’s journey will be filled with hopes, dreams, challenges,
setbacks and goodbyes. We must strive to make the best of it….no matter what….
Tudo bem… o percurso de cada um será preenchido por esperanças, sonhos, desafios, arrependimentos e despedidas. Temos que nos esforçar para fezer o melhor…
não importando o que aconteça…

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We must constantly strive to understand our travel companions and look for
the best in everyone.
Devemos nos esforçar constantemente para entender nossos companheiros de viagem e procurar o melhor em cada um.

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Remember that at any moment during our journey, any one of our travel
companions can have a weak moment and be in need of our help.
Lembre-se que em cada momento de nossas jornadas, qualquer um de nossos companheiros de viagem pode ter um momento de fraqueza e ficar necessidado de nossa ajuda.

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We too may vacillate or hesitate, even trip…. hopefully we can count on
someone being there to be supportive and understanding….
Podemos, também, vacilar ou hesitar, mesmo cair… mas felizmente podemos contar com alguém que estará lá para nos apoiar e entender…

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The bigger mystery of our journey is that we don’t know when our last stop
will come. Neither do we know when our travel companions will make their last stop. Not even those sitting in the seat next to us.
O maior mistério de nossa jornada é que não sabemos quando nossa parada final chegará. Tampouco sabemos quando nossos companheiros de viagem farão suas últimas paradas. Nem ao menos quando vai chegar a hora daqueles sentados próximos a nós.

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Personally, I know I’ll be sad to make my final stop…. I’m sure of it!
My separation from all those friends and acquaintances I made during the train ride will be painful. Leaving all those I’m close to will be a sad thing. But then again, I’m certain that one day I’ll get to the main station only to meet up with everyone else. They’ll all be carrying their baggage…. most of which they didn’t have when they first got on this train.
Pessoalmente, sei que ficarei triste quando chegar minha última parada… Tenho certeza disso! Minha separação dos amigos e dos conhecidos que fiz durante a jornada de trem será dolorosa. Deixar todos aqueles de quem sou próximo será algo triste. Mas estou certo de que um dia chegarei a estação principal somente para reencontrar a todos.
E eles estarão carregando suas bagagens… muitas delas que ainda não tinham quando entraram pela primeira vez no trem.

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I’ll be glad to see them again. I’ll also be glad to have contributed to their
baggage…. and to have enriched their lives, just as much as they will have contributed to my baggage and enriched my life.
Ficarei feliz de vê-los novamente. Também ficarei feliz em ter contribuído em suas bagagens… e em ter enriquecido suas vidas, tanto quanto eles contribuíram em minha bagagem e enriqueceram minha vida.

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We’re all on this train ride together. Above all, we should try to strive to
make the ride as pleasant and memorable as we can, right up until we each make the final stop and leave the train for the last time.
Estamos todos juntos nesta viagem de trem. Acima de tudo, temos que nos esforçar para fezer a viagem o mais prazerosa e inesquecível que pudermos, até que cada um de nós faça a parada final e deixe o trem pela útima vez.

All aboard!
Safe journey!!
Todos abordo!
Boa viagem!
BON VOYAGE!

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Atividades do Programa "O Caráter Conta"!

Carta Aberta - Por: Jorge Schemes

No dia 23 de outubro de 2009 solicitei minha saída da coordenação pedagógica do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC. Foi uma decisão pessoal e feita de livre e espontânea vontade.

Todavia, algumas situações ocorridas bem como as circunstâncias que se arquitetaram ao longo deste ano (2009), e que culminaram na reunião feita no Setor de Ensino na data acima exposta, me fizeram tomar essa decisão.

Até então estive calado, porém não alienado, pois meu pensamento e minha formação cognitiva e filosófica é pós-crítica e meus princípios e valores são alicerçados na Santa Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não posso agredir meus princípios morais e éticos diante de atitudes mesquinhas de segregação, exclusão, discriminação, preconceito, abuso de poder, constrangimento ilegal, falta de ética (no mínimo profissional) e assédio moral. O que eu não faço com os outros, eu não aceito que façam comigo.

Não compactuo com manobras politiqueiras de pessoas mesquinhas que, durante meu tempo de coordenação pedagógica à frente do Caráter Conta na GERED de Joinville, SC, nunca fizeram nada pelo Programa, e além disso visavam a apropriação do esforço e do trabalho alheio já feito durante anos para promoção e benefício próprios, tais pessoas são verdadeiros "vampiros psíquicos e sociais".

Alguém disse certa vez com muita propriedade que, "onde não há ética até o ambiente fica doentio". E tais pessoas, por serem as detentoras do poder, são um verdadeiro foco de doenças emocionais para aqueles que se sujeitam as suas manobras carregadas de tirania e cheias de maldade, mas Deus é justo Juiz e cabe a Ele retribuir a cada um segundo as suas obras.

Desde o início, minha dedicação e empenho para que o Programa "O Caráter Conta!" tivesse êxito nas escolas da Rede Pública Estadual pertencentes a GERED de Joinville, SC, foram constantes. Procurei promover "O Caráter Conta!" nas escolas da Rede Estadual de Ensino, por meio de reuniões com professores, técnicos e gestores, bem como formatá-lo pedagogicamente à realidade local. Procurei dar visibilidade para as ações do Programa por meio deste blog, e o fiz de maneira voluntária e por decisão pessoal, uma vez que o Programa, até a data presente (23/10/2009), não faz parte dos programas oficiais da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Contudo, o mínimo que se espera quando há dedicação e empenho em qualquer atividade que envolva a educação é reconhecimento, valorização, gratidão e respeito. Talvez essa seja a razão porque há tantos professores e professoras desmotivados.

Apesar de tudo valeu a pena toda minha dedicação e esforço. E aqui deixo registrado o meu respeito e a minha gratidão a todos que se comprometeram junto comigo, e de coração voluntário ajudaram a implementar as atividades do "Caráter Conta!" em sua escola, de maneira especial aos professores e professoras, assistentes técnicos pedagógicos e gestores.

Acredito no Programa "O Caráter Conta!" como uma ferramenta poderosa de transformação moral e ética dentro da escola e na vida de cada um de seus agentes. Por essa razão continuei trabalhando os seus pilares do caráter em minhas aulas de Ensino Religioso na Rede Municipal de Ensino de Joinville, SC, como já vinha fazendo antes. Enquanto lecionei por vários anos nas séries finais do Ensino Fundamental sempre trabalhei sistematicamente com todos meus alunos várias atividades pedagógicas relacionadas com os pilares do "Caráter Conta!". Os alunos e alunas das Escolas Municipais onde lecionei por vários anos produziram redações, acrósticos, poesias, paródias e joguinhos lúdicos relacionados com os pilares do Programa "O Caráter Conta!". Essas atividades e muitas outras estão socializadas nesse blog.

Termino afirmando que acredito na educação para o caráter, acredito na proposta e na metodologia do Programa "O Caráter Conta!", não como plataforma de interesses politiqueiros, pessoais e mesquinhos, mas como uma poderosa força moral na construção de uma cultura para a paz.

Que o Deus Eterno e Criador Ilumine a Todos Nós!
Ex-Coordenador Pedagógico do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC, no período de 2004 a 2009. Atualmente é Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".

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