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BRAIN ROT: Como as Redes Sociais Afetam o Cérebro de Crianças e Adolescentes








Este livro não é apenas uma análise científica. É um convite para reavaliarmos nossa relação com a tecnologia e para nos unirmos em busca de soluções práticas e eficazes. Como sociedade, temos a responsabilidade de garantir que o futuro digital de nossas crianças e adolescentes seja mais saudável, equilibrado e promissor.



Catador de recicláveis encontra R$ 50 mil e devolve ao dono no Paraná

Um catador de recicláveis de Iporã, no noroeste do Paraná, encontrou R$ 50 mil no meio de um caderno jogado na rua. Ao descobrir o dinheiro, a primeira coisa que Antônio Garcia do Prado fez foi ir até uma emissora de rádio local para divulgar o achado e tentar encontrar o dono.
Prado conta que só foi ver o dinheiro dentro do caderno quando chegou em casa à noite. “Do jeito que eu achei ele [o caderno], eu só juntei, coloquei dentro do carrinho e fui embora”. Quando viu a quantia, em cheques e notas, o catador ficou surpreso. “A gente se sente surpreso porque eu achei que não tinha nada. A gente se assusta um pouco”, afirma.
Embora receba apenas cerca de R$ 20 por dia, Prado disse que jamais pensou em ficar com o dinheiro que encontrou. No dia seguinte, ele foi até a rádio local para localizar o dono do dinheiro.
O radialista de imediato divulgou a notícia e o dono do valor logo apareceu. O empresário Amauri Rodrigues contou que esqueceu o caderno com o dinheiro em cima do carro e quando saiu com o veículo, perdeu. “Em cima do carro só poderia cair. Cabeça cheia, descuido... Nem imaginava que eu tinha perdido”, explica.
Mais do que ter de volta o dinheiro perdido, a surpresa de Rodrigues foi mesmo encontrar alguém tão honesto quanto Prado. “Fiquei muito emocionado. Uma pessoa honesta, que me devolveu tudo, ele não ficou com nenhum centavo, me devolveu tudo”, ressalta.
“Me sinto realizado de ter achado o dinheiro e o dono”, garante. “Precisa ter mais gente assim”, concluí Rodrigues, que em agradecimento recompensou o catador com um valor em dinheiro. [Fonte: G1]

Desempregado acha envelope com R$ 11 mil e devolve ao dono, em RO


Após achar grana, Francisco foi descobrir endereço de empresário (Foto: Fernando Pereira/ Arquivo Pessoal)
Um homem de 46 anos encontrou R$ 11 mil dentro de um envelope e decidiu devolvê-lo ao dono, um empresário de Ji-Paraná (RO). Segundo Francisco Claudio, que está desempregado há 5 meses, toda história começou no dia 13 de maio, quando ele ficou sabendo através da TV local que um comerciante havia perdido mais de R$ 10 mil em uma avenida. Ao saber da informação, Francisco foi ao endereço para tentar encontrar o envelope. "Fiquei pensando como o dono estava se sentindo e isso me motivou a procurar o dinheiro para devolver", afirma.
Após encontrar o dinheiro e os documentos pessoais do empresário na Avenida Edson Lima, em Ji-Paraná, Francisco conta que passou a procurar um endereço para devolver os R$ 11 mil. Ao G1, o empresário Denis Ricardo, diz que perdeu o dinheiro e a carteira quando saia para trabalhar.
"Havia os deixado no teto do carro e não vi. Durante o trajeto, o envelope se deslocou e acabou caindo", relembra. O comerciante só deu falta dos pertences horas depois, ao retornar para casa.
O que fiz foi por amor e faria com qualquer ser humano"
Francisco Claudior
Denis chegou a ir na Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência, mas foi desacreditado de que recuperaria a quantia perdida. As pessoas com quem o empresário conversava também falavam que ele poderia recuperar os documentos, mas que o valor seria impossível de ser recuperado.
Diante do sumiço, Denis recorreu às redes sociais e emissoras de televisão para tentar recuperar o dinheiro e seus documentos, informando o local onde acreditava que o envelope havia caído.
Quando já estava desacreditado de recuperar o dinheiro, o empresário recebeu um telefonema informando que o envelope havia sido encontrado e que todo o valor seria devolvido pela pessoa.
"Eu estava desesperado, pensando em outro modo para conseguir esse dinheiro novamente. Foi quando me ligaram para falar que um senhor havia encontrado o dinheiro e me devolveria de maneira integral", relembra o empresário.
Segundo Francisco Claudio, que está desempregado há cinco meses, ele viu a súplica do empresário e por isso se deslocou ao local para procurar o dinheiro. "Eu moro perto do lugar onde estava o dinheiro. Fiquei pensando como ele estava se sentindo e isso me motivou a procurar esse para poder devolver ao dono", conta Francisco.
Francisco recebeu R$ 2 mil do empresário após atitude honesta (Foto: Fernando Pereira/ Arquivo Pessoal)
Francisco recebeu R$ 2 mil do empresário após
atitude honesta, em Ji-Paraná
(Foto: Fernando Pereira/ Arquivo Pessoal)
Desempregado há cinco meses, Francisco conta que em momento algum pensou em ficar com o dinheiro, mesmo passando por dificuldades acarretadas pela falta de emprego. "Eu nunca iria ficar com esse dinheiro. Ele não me pertence e eu não tenho condições de ficar com nada que não é meu. Não dormiria bem. O que fiz foi por amor e faria com qualquer ser humano", explica Francisco.
Após achar o dinheiro no local, Francisco procurou descobrir o endereço do empresário para fazer a devolução. A atitude do desempregado chamou a atenção de Denis, que em reconhecimento pela honestidade deu R$ 2 mil para Francisco. Com o dinheiro, o desempregado realizou uma compra para sua casa e quitou dívidas.
"Essas coisas fazem a gente acreditar que ainda existe esperança na humanidade e ainda existem pessoas boas no mundo. Eu fiquei comovido com a situação dele estar tão desfavorecida e mesmo assim ele me devolver o dinheiro, então dei uma parte do dinheiro a ele e lhe ofereci um emprego", afirma o empresário Denis. [Fonte: G1]

Carroceiro desempregado devolve R$ 7 mil que achou em rodovia federal

'Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar', diz carroceiro Ednaldo da Silva. Desempregado recebeu proposta de trabalho após devolver mochila, em PE. 

Carroceiro desempregado devolveu dinheiro, cheques e itens de luxo ao proprietário 
(Foto: Kamylla Lima/G1)

Desempregado há dois meses e com o Bolsa Família como única fonte de renda, o carroceiro Ednaldo da Silva andava a pé na sexta-feira (27/06/2016) na BR-232, em São Caetano, Pernambuco, quando encontrou uma mochila contendo R$ 7 mil, cheques e itens de luxo. No mesmo dia, conseguiu devolver tudo ao proprietário e acabou recebendo uma proposta de trabalho. "Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar", disse o carroceiro.

Ednaldo contou que seguia com a carroça ao lado esposa, do enteado e do burrinho "Chocolate" às margens da rodovia quando viu a mochila. "Eu pedi para a minha mulher pegar [a bolsa], mas não abri na hora. Quando cheguei em casa e vi o 'bolo' de dinheiro fiquei logo assustado".

Dentro da mochila, estavam dois talões de cheque, um par de óculos escuros, um Tablet e um aparelho celular - avaliados em R$ 3 mil, segundo a Polícia Rodoviária Federal. "Nessa situação difícil de crise sei que tudo está difícil, mas não posso ficar com o que não é meu. Quem achar o que não é seu, tem que devolver", afirmou Ednaldo.

Ele disse que foi na casa do irmão pedir ajuda para desbloquear o aparelho celular e acionar o dono da bolsa. "A gente não sabe mexer nessas tecnologias. Ficamos assustados porque pensamos que poderia ser roubada. Então chamamos o pastor da nossa igreja para dizer a quem devolver", explicou José Lino da Silva, 27 anos, irmão do carroceiro.


Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos em mochila na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)
Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)

O pastor João Leite, de 40 anos, instruiu o carroceiro a levar a mochila com os objetos para o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município. Lá, o agente da PRF Afonso Ramos conseguiu contato com o dono da bolsa, que enviou um funcionário para buscar. "O mais interessante de tudo é que não houve manuseio das cédulas. Eles nem tocaram no dinheiro. Um gesto valioso e uma ação louvável devolver", afirmou o policial.

O funcionário do engenheiro, Rivaldo Santos, contou que o dono do dinheiro estava a caminho do Recife quando notou que havia perdido a bolsa. "Quando ele chegou em Caruaru viu que a mochila não estava, voltou para São Caetano, foi na empresa e não achou. Prestou até queixa na polícia, mas ficou muito emocionado quando soube que uma pessoa tão simples havia devolvido tudo", disse.

O engenheiro é diretor de uma empresa que presta serviços no setor elétrico no interior de Pernambuco e, através do funcionário, fez uma oferta de trabalho ao carroceiro. Ednaldo pretende ir na empresa na segunda-feira (30/06/2016) para conversar sobre o provável novo emprego e também recebeu um envelope com uma recompensa. (Fonte: G1)

NOTA DO EDITOR DO BLOG:

Seria muito benéfico para o nosso país se nossos políticos, que desviam, roubam e se apropriam de bilhões de reais do dinheiro público, seguissem o exemplo desse verdadeiro cidadão brasileiro. No mínimo, que os corruptos tenham vergonha na cara, e que Nosso Grande Deus faça justiça!!!

Menina faz kit de higiene pessoal para doar a moradores de rua

Uma menina de 9 anos, chamada Khloe Thompson, provou que solidariedade e a consciência social não têm idade certa para se manifestar. Ela desenvolveu um kit de higiene pessoal para doar a  moradores de rua, com a ajuda da família. 
Os chamados “Kare Bags” são preenchidos com vários produtos essenciais como escova de dente, creme dental, desodorante, panos, sabonete, produtos femininos, entre outros. A avó fica encarregada de confeccionar os sacos para os produtos. 

A ideia surgiu no caminho para a escola no sul da Califórnia, nos EUA. Diariamente Khloe Thompson, encontra diversos moradores de rua.Um dia ela perguntou à mãe o que poderia fazer para ajudá-los. Foi então que ela resolveu começar a costurar sacos e presentear os moradores de rua com produtos de higiene pessoal.
Khloe começou uma espécie de Instituição sem fins lucrativos chamada “Khloe Kares”.A menina criou uma página no GoFundMe (rede social de financiamento coletivo) para divulgar sua ideia.
Como resultado, já conseguiu levantar doações em torno de U$ 3.600 dólares – mais de R$ 12 mil – e tem a meta de alcançar os U$ 10 mil – mais de R$ 35 mil – em até duas semanas, segundo o site The End. 
Os sacos produzidos por Khloe são entregues a moradores de rua por ela e sua mãe.
A menina espera oficializar sua Instituição de caridade e já divulgou um novo projeto: doar o brinquedos para crianças carentes para “iluminar o dia delas”, disse. [Fonte: Yahoo]

10 maneiras de evitar brigar com alguém


Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).
Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson:
1 – MEÇA SUAS EMOÇÕES
Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.
Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.
Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).
Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
2 – TOME FÔLEGO
Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
3 – VERIFIQUE SE AS COISAS SÃO REALMENTE TÃO RUINS QUANTO VOCÊ PENSA
Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.
4 – LEMBRE-SE DA SUA META
Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.
5 – ATENÇÃO À LINGUAGEM
Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.
No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
6 – SEJA SUAVE
É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.
Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
7 – OUÇA
Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.
Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
8 – SEJA POSITIVO
Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.
Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.
Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
9 – PENSE NO FUTURO
Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.

10 – HÁ FORÇA NA FRAQUEZA
Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas). [DailyMail]

Questões do dia-a-dia sobre o que é certo ou errado...

VEJA propõe algumas questões éticas do cotidiano e arrisca-se a dar as respostas. Leia-as como nossa opinião (de Veja), baseada no senso comum e na orientação de filósofos e professores de ética. Reflita.

Ética cotidiana:

1. Todos os dias, no noticiário, lêem-se denúncias de corrupção e atos criminosos por parte de políticos e governantes. Essa situação torna desculpáveis as pequenas transgressões que os cidadãos cometem no dia-a-dia?

De forma nenhuma. É execrável que figuras públicas ou eleitas pelo voto popular não sejam nem a sombra do exemplo ético e moral que se espera que elas sejam. O fato de haver criminosos ou suspeitos em altos postos da hierarquia política só aumenta a responsabilidade pessoal dos cidadãos de bem.



2. Pedir ao avô ou a uma amiga grávida que compre ingressos na fila preferencial é passar os outros para trás?

Sim. O avô ou a amiga grávida, a seu pedido, estará aumentando o número de pessoas em uma fila que, de outro modo, seria menor.



3. Pagar a alguém para ficar na fila no seu lugar ou pedir esse favor a um amigo prejudica os demais?

Não prejudica. O que conta em uma fila é o número de pessoas que estão nela. A troca de uma pessoa por outra não altera o resultado final do incômodo.



4. Consumir produtos importados de países que comprovadamente usam mão-de-obra escrava equivale a aprovar essa prática?

Pior do que isso. Equivale a financiar essa prática. Evitar esses produtos é a coisa certa a fazer – mesmo que isso não sirva para punir economicamente o explorador –, pois outras pessoas vão continuar a comprá-los.



5. Um motorista profissional que precisa da carteira de habilitação para sobreviver e alimentar mulher e filhos recebe uma multa que implica a perda do direito de dirigir. É ético ele pedir à mulher que assuma a responsabilidade pela multa?

Eis um dilema. Mas a resposta é não. O acúmulo de multas, assumindo que os guardas de trânsito agiram corretamente, mostra que ele não é um motorista responsável. Portanto, do ponto de vista do bem comum, o certo é impedi-lo de dirigir. O ideal seria que, nesses casos, o Estado tivesse mecanismos de amparo à família do motorista e oferecesse um curso de reeducação para o trânsito no prazo máximo de uma semana após a perda da habilitação.



6. Uma gravadora anuncia que não tem planos para lançar no Brasil determinado DVD. Esse mesmo DVD é vendido em cópias piratas. Nesse caso, é ético recorrer ao mercado negro?

É quase irresistível, mas a resposta é não. Comprar o DVD em questão estimula a pirataria, atividade que concentra renda nas mãos de bandidos, destrói empregos formais e empobrece as pessoas honestas.



7. Os brasileiros trabalham quatro meses por ano para pagar impostos que serão desperdiçados por gestores incompetentes ou vão parar, em parte, no bolso de corruptos. Portanto, obter um desconto no consultório médico aceitando a proposta de pagar "sem recibo" é não apenas uma vantagem pessoal, mas também vingança contra o governo. Certo?

Certamente é as duas coisas. Mas é também um claro atentado à ética. Não se combate a corrupção com corrupção. A maneira de protestar contra governos que gastam demais e políticos desonestos é nas urnas. Pode demorar e ser pouco eficiente, mas é assim que se constrói um país.



8. Mas o valor que se paga em impostos não é devolvido na forma de benefícios. Não é realmente legítimo buscar atalhos para diminuir a carga tributária pessoal?

Não, porque o Estado vai obstinadamente buscar a quantia de que precisa para pagar o serviço de sua dívida e financiar seu funcionamento. Portanto, quem paga menos vai sobrecarregar quem paga corretamente. Vai penalizar a vítima e não o culpado, o Estado. Procurar atalhos legais para diminuir o valor do imposto a pagar é correto.



9. Registrar um imóvel por um valor mais baixo para escapar dos impostos é prática corriqueira no Brasil. Isso é aceitável?

O certo é pagar os impostos pelo valor exato da transação. Proteste nas urnas escolhendo candidatos com planos viáveis de baixar tributos. Organize passeatas contra os impostos altos, junte-se a grupos que já protestam...



10. Avançar o sinal vermelho à noite, quando quase não há movimento, aumenta a segurança contra assaltos. Isso é correto?

Sim. Como lembra Ubirajara Calmon Carvalho, professor de filosofia da Universidade de Brasília, "as regras foram feitas para o ser humano, e não o contrário". Nesse caso específico, fica a critério do motorista proceder da maneira mais segura para ele e para os outros.



11. É certo avançar na faixa mesmo quando não há pedestres passando?

De dia, não. De madrugada, diminua a marcha, observe com cuidado redobrado e atravesse.



12. Usar o telefone da empresa para interurbanos particulares é uma maneira de economizar. Mas isso é aceitável?

Isso é furto. Equivale a abrir o cofre da empresa e enfiar a mão em um maço de dinheiro. Salário baixo, mesquinhez patronal ou más condições de trabalho não justificam esses pequenos expedientes.



13. É melhor ter meninos malabaristas, engolidores de fogo e vendedores de balas nos cruzamentos das grandes cidades do que tê-los assaltando, certo?

Não. As duas coisas não são excludentes. O mais útil para a sociedade é que os meninos e meninas estejam na escola estudando, sendo alimentados e orientados. Mas a caridade individual não deve ser regulada por uma ética coletiva. Ela pertence àquela região interior em que manda a convicção pessoal.



14. Quem consome drogas ocasionalmente está ajudando o crime organizado e financiando, sem querer ou saber, latrocínios, seqüestros e chacinas?

Sim. Sem o dinheiro dos consumidores, o tráfico de drogas desapareceria. O "ocasionalmente" não torna o consumo mais aceitável. É o mesmo que aceitar que uma pessoa cometa no máximo dois ou três assassinatos por ano.



15. "Eu apanhei dos meus pais e me tornei um adulto psicologicamente normal, um bom marido e um profissional correto. Isso me diz tudo o que preciso saber sobre dar umas palmadas nos meus próprios filhos." Certo?

Não. Castigos físicos deseducam.



16. Um amigo relapso, de péssimo desempenho escolar e vida desregrada contava a todos que conseguira um emprego exagerando suas qualidades no curriculum vitae. Desde que começou a trabalhar, ele se endireitou e hoje pede a todos que não contem a seu patrão o "deslize" inicial da carreira. É certo ajudar o amigo a esconder o embuste?

Não, mas, se o sujeito se endireitou, deixa pra lá.



17. Na dúvida sobre quem roubou uma prova, o professor decide punir igualmente toda a classe. Para a maioria, a punição terá efeitos superficiais. Para dois alunos pobres, porém, ela significará a perda da bolsa de estudos e a expulsão do colégio. O professor deveria relevar o erro coletivo para salvar os dois alunos pobres?

Sim. Injusto é permitir que um mesmo erro ou suspeita produza punições tão díspares, atingindo violentamente alguns, enquanto outros se safam com apenas uma admoestação.



18. Um colega de classe invariavelmente leva "cola" em dias de prova. O correto é delatá-lo?

Não. Na cultura brasileira delatar é pior do que colar.



19. Permitir que filhos adolescentes procedam de maneira errada na escola e em sociedade sob a desculpa de que eles – os pais – também fizeram suas bagunças é certo?

É cômodo, mas não é certo. O aprendizado se faz com base nas experiências, boas ou ruins, de gerações passadas. "Sorte dos filhos cujos pais aprenderam com os erros da adolescência", diz o filósofo Alípio Casali, da PUC de São Paulo.



20. Os ativistas de defesa dos animais jogam tinta nos casacos de pele das pessoas no Hemisfério Norte. Isso é correto?

Não. Essas agressões não inibem a matança de animais. O mais eficiente é mostrar imagens de filhotinhos submetidos a sofrimentos indizíveis.



21. Estacionar em fila dupla é proibido, mas dar uma paradinha rápida para comprar um remédio ou entregar uma encomenda é um delito menor, não?

A parada só é rápida para quem parou. Para as outras pessoas, dependendo da pressa, essa manobra pode significar um incômodo gigantesco.



22. Uma das professoras da pré-escola decidiu contar a um menino que Papai Noel não existe. A justificativa dela foi que os coleguinhas já não acreditavam e faziam troça dele. Ela agiu corretamente?

Não. A escola ensina, os pais educam. Caberia à professora alertar os pais para a situação incômoda do filho.



23. Um médico propõe dar dois recibos com datas diferentes de modo que o valor de cada um fique dentro da quantia coberta pelo seguro-saúde. Assim, o paciente conseguirá ser reembolsado pelo valor total da consulta. É errado aceitar a oferta?

Sim. Os custos dos planos médicos particulares são calculados sobre toda a sua base de clientes. Com sua economia, você acabará tornando as mensalidades mais altas para quem age de acordo com as regras.



24. Uma pessoa tem certeza de que tolera muito bem a bebida e se sente apta a dirigir mesmo depois de tomar três doses de uísque. A lei não deveria prever esses casos?

Não. O limite alcoólico estabelecido em lei é aquele a partir do qual a maioria dos seres humanos tem sua capacidade de julgamento comprometida. Deixar esse limite ser estabelecido caso a caso não funciona.


25. Você acredita que um amigo de seu filho adolescente é uma má influência. Não transmitir os recados que esse amigo deixa com a intenção de proteger seu filho é uma boa idéia?

Não. Além de ser uma tática pouco eficaz, ela tem uma dose de desonestidade e tira do jovem um direito que é dele – o de escolher seu grupo. É melhor expor suas dúvidas e conversar a respeito, para que ele possa, quem sabe, repensar as amizades.



26. Um professor de tênis sabe que seu pupilo não tem potencial para ser um bom jogador. Ano após ano ele continua cobrando as aulas do garoto. O correto é dizer a verdade, perder o aluno e o dinheiro das aulas?

Depende. Se a criança tem a ilusão de que se tornará tenista profissional, sim, é obrigação dele ser claro a respeito de seu julgamento. Se o aluno só quer se divertir, o professor pode continuar dando as aulas.



27. Anular o voto na próxima eleição em protesto pela má conduta dos políticos é um procedimento correto?

Pode não funcionar como protesto, mas anular o voto não fere a consciência individual de ninguém. O americano Alasdair MacIntyre, autoridade em filosofia moral, defendeu o voto nulo na última eleição americana: "Quando nos é oferecida a opção entre duas alternativas políticas intoleráveis, é importante não escolher nenhuma".



28. Alguém ouve música em alto volume, mas ainda dentro do limite legal de decibéis para aquela região. O vizinho reclama. Quem tem razão?

Ao contrário do limite alcoólico, o grau de incômodo sonoro deve, sim, ser regulado caso a caso. Quem reclama deve ter suas razões (um bebê recém-nascido em casa, por exemplo).



29. Recorrer a despachantes para apressar o andamento de documentos é ético?

Esse é um caso em que se está em um limite nebuloso da lei e da ética. A atividade de despachante é legal, mas esses profissionais freqüentemente recorrem a propinas e "jeitinhos" que alimentam a máquina da corrupção.



30. Um casal de amigos adotou uma criança e não pretende revelar que ela não é filho natural. Você sabe que essa omissão pode prejudicar a criança mais tarde. É certo contar a ela sua real situação familiar?

Não. O adotado que descobre a verdade acidentalmente ou por outras pessoas sofre mais do que aquele que recebe a notícia dos pais. O mais correto é convencer o casal de amigos a dizer a verdade quando e como eles quiserem.



31. Quando a estrada está vazia e não há radar à vista, ultrapassar o limite de velocidade não traz maiores conseqüências, correto?

O limite de velocidade é imposto justamente para evitar acidentes em circunstâncias imprevistas. Além disso, o desrespeito à lei é desrespeito mesmo quando não há ninguém olhando.

O.k., mas circular no próprio bairro em dias que o rodízio proíbe não coloca ninguém em risco...

Certo, mas a lei é feita para todos e, se todos seguirem essa mesma lógica, o rodízio perderá sua eficácia. Se o rodízio for para conter a poluição, sair de carro é ainda mais errado.



32. É certo usar uma foto em que você nem parece ter barriga para se propagandear em um site de paquera na internet?

Pela etiqueta da internet, isso não é certo nem errado. É quase uma obrigação. Como 99% das conversas on-line não passam da fase virtual, não há problema algum em se mostrar virtualmente diferente.



33. Alguns religiosos americanos dizem que, se Jesus vivesse entre os mortais hoje, jamais dirigiria um utilitário, pois esses carros consomem muito combustível e, por isso, prejudicam todo mundo. É correto ter um carro grande para uso individual?

É permitido pela lei. Pode ser ecologicamente incorreto, mas ninguém deve se sentir mal por isso.



34. Um médico tem na mesa de cirurgia uma criança que só pode ser salva com uma transfusão de sangue. Os pais proíbem a intervenção sob o argumento de que isso vai contra a religião deles. O médico deve fazer a transfusão de sangue e salvar a criança?

Em uma emergência, sim. Ele seria protegido pela lei e pela ética médica. Havendo tempo, deve procurar o amparo legal de um juiz.



35. Pegar "carona" na rede sem fio do vizinho que seu computador capta é errado?

Sim. O usuário que está pagando pelo serviço terá menos banda disponível para trafegar pela internet.



36. Um pássaro de comercialização ilegal está exposto em uma feira de animais em condições de evidentes maus-tratos. É correto desrespeitar a lei, comprar o pássaro e dar-lhe uma vida melhor?

Não. Da mesma forma que com o tráfico de drogas, é o fato de haver consumidores que alimenta o tráfico cruel de animais silvestres. Sem compradores, ele deixa de existir. O melhor é fazer uma denúncia à polícia.



37. Se a maioria dos vizinhos se cotiza para pagar um guarda-noturno para o quarteirão, é justo que um morador se recuse a contribuir?

Não. Mesmo que alegue não fazer questão do serviço, ele se beneficiará dele.



38. O carro sofreu batidas fortes, mas foi totalmente recuperado e parece em ótimo estado. Ao vendê-lo, é honesto não dar todos os detalhes sobre a gravidade das batidas?

Não. Omitir esse tipo de informação é inaceitável do ponto de vista ético. Além disso, agindo assim, o antigo proprietário se torna juridicamente acionável em caso de danos futuros conseqüentes das avarias não relatadas ao comprador.

39. Vejo que muitos motoristas jogam o toco de cigarro pela janela, em vez de apagá-lo no cinzeiro do carro. Isso é aceitável?

Não. Você jogaria uma bituca no chão de sua própria casa? Pois então não existe desculpa para sujar o chão dos espaços públicos, que são a casa de todos. [Fonte: Veja]

Rotary Club Joinville-Pirabeiraba dá o Seu Apoio ao Programa "O Caráter Conta!"

O Rotary Club Joinville Pirabeiraba irá realizar no dia 13 de Setembro (domingo), a partir da 11:30 horas, no Rancho do Bethesda em Pirabeiraba, a tradicional Festa do Porco que ja alcança a sua Sétima edição.

Nós do Rotary Club Joinville Pirabeiraba, estamos convidando todos os sócios de Rotary Clubs e seus familiares, extendendo o convite para todos os amigos, para participarem deste evento que neste ano estará repleto de atrações. Tendo como atração principal o "PORCO" que será assado no local pelo nosso ompanheiro Evaldo Fleith.
Haverá também a apresentação do Coral Infantil O Semeador(do Quiriri, cujos instrumentos musicais foram doados pelos Rotary Clubs Joinville Pirabeiraba, Joinville Manchester e Joinville Cidade das Flores), sorteio de brindes (um deles, uma tulipa de chopp em metro), mesas estarão preparadas aos participantes que retenderem, antes, durante ou após o almoço, se intreterem com uma partida de dominó ou canastra. (que servira como divulgação ao evento de companheirismo para os Clubes de Rotary de Joinville programado para o mês de Novembro - Campeonato de Canastra, dominó, tiro na lata, etc.).
A renda da festa sera integralmente revertida para os projetos do Clube, destacando "PROGRAMA O CARÁTER CONTA 2010" (mais informações em anexo, material do projeto realizado em 2008 e no blog http://ocaraterconta.blogspot.com/ ) Para compra de batas para o "CORAL O SEMEADOR", apoio ao "GRUPO ESCOTEIRO PIRABEIRABA". Participem, divulgarem para seus amigo e nos ajudem a melhorar a nossa comunidade. Os cartões estão sendo vendidos ao preço de R$ 15,00, e poderão ser adquiridos antecipadamente.


Programa de Combate ao Bullying


LEI Nº 14.651, de 12 de janeiro de 2009


Fica o Poder Executivo autorizado a instituir o Programa de Combate ao Bullying, de ação interdisciplinar e de participação comunitárias nas escolas públicas e privadas do Estado de Santa Catarina.


O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,

Faço saber a todos os habitantes deste Estado que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:


Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a instituir o Programa de Combate ao Bullying, de ação interdisciplinar e de participação comunitária, nas escolas públicas e privadas no Estado de Santa Catarina.


Parágrafo único: Entende-se por Bullying atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, adotadas por um indivíduo (bully) ou grupo de indivíduos contra outro(s), sem motivação evidente, causando dor, angústia e sofrimento e, executadas em uma relação desigual de poder, o que possibilita a vitimização.


Art. 2º O Bullying pode ser evidenciado através de atitudes de intimidação, humilhação e discriminação, entre as quais:

I – insultos pessoais;

II – apelidos pejorativos;

III – ataques físicos;

IV – grafitagens depreciativas;

V – expressões ameaçadoras e preconceituosas;

VI – isolamento social;

VII – ameaças, e

VIII – pilhérias.


Art. 3º O Bullying pode ser classificado de acordo com as ações praticadas:

I – verbal: apelidar, xingar, insultar;

II – moral: difamar, disseminar rumores, caluniar;

III – sexual: assediar, induzir e/ou abusar;

IV – psicológico: ignorar, excluir, perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, tiranizar, chantagear emanipular;

V – material: destroçar, estragar, frutar, roubar os pertences;

VI – físico: empurrar, socar, chutar, beliscar, bater, e

VII – virtual: divulgar imagens, criar comunidades, enviar mensagens, invadir a privacidade.


Art. 4º Para a implementação deste Programa, a unidade escolar criará uma equipe multidisciplinar, com a participação de docentes, alunos, pais e voluntários, para a promoção de atividades didáticas, informativas, de orientação e prevenção.


Art. 5º São objetivos do Programa:

I – prevenir e combater a prática de bullying nas escolas;

II – capacitar docentes e equipe pedagógica para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema;

III – incluir, no Regimento Escolar, após ampla discussão no Conselho de escola, regras normativas contra o bullying;

IV – esclarecer sobre os aspectos éticos e legais que envolvem o bullying;

V – observar, analisar e identificar eventuais praticantes e vítimas de bullying nas escolas;

VI – discernir, de forma clara e objetiva, o que é brincadeira e o que é bullying;

VII – desenvolver campanhas educativas, informativas e de conscientização com a utilização de cartazes e de recursos de áudio e áudio-visual;

VIII – valorizar as individualidades, canalizando as diferenças para a melhoria da auto-estima dos estudantes;

IX – integrar a comunidade, as organizações da sociedade e os meios de comunicação nas ações multidisciplinares de combate ao bullying;

X – coibir atos de agressão, discriminação, humilhação e qualquer outro comportamento de intimidação, constrangimento ou violência;

XI – realizar debates e reflexões a respeito do assunto, com ensinamentos que visem a convivência harmônica na escola;

XII – promover um ambiente escolar seguro e sadio, incentivando a tolerância e o respeito mútuo;

XIII – propor dinâmicas de integração entre alunos e professores;

XIV – estimular a amizade, a tolerância, o respeito às diferenças individuais, a solidariedade, a cooperação e o companheirismo no ambiente escolar;

XV - orientar pais e familiares sobre como proceder diante da prática de bullying, e

XVI – auxiliar vítimas e agressores.


Art. 6º Compete à unidade escolar aprovar um plano de ações para a implantação das medidas previstas no Programa e integrá-lo ao Projeto Político Pedagógico.


Art. 7º Fica autorizada a realização de convênios e parcerias para a garantia do cumprimento dos objetivos do Programa.


Art. 8º A escola poderá encaminhar vítimas e agressores aos serviços de assistência médica, social, psicológica e jurídica, que poderão ser oferecidos por meio de parcerias e convênios.


Art. 9º O poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de noventa dias a contar da data de sua publicação.


Art. 10º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


Florianópolis, 12 de janeiro de 2009


LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA

Governador do Estado


VALDIR VITAL COBALCHINI

PAULO ROBERTO BAUER


(Publicado no Diário Oficial – SC – Nº 18.524 – 12/01/2009 – Segunda-Feira - Página 03)


Utilidade Pública: Enchentes em Santa Catarina...

Participe e ajude no que puder, mas não deixe de ser solidário e de praticar os pilares do caráter. Doe alguma coisa ou parte do seu tempo em favor daqueles que foram atingidos por essa tragédia ambiental. Se cada um de nós fizer alguma coisa, doar algum alimento, uma roupa, um móvel, produtos de limpeza e higiene ou algum dinheiro, poderemos formar uma grande corrente do bem e fazer a diferença na vida daqueles que pederam tudo ou quase tudo. Vamos colocar em prática os valores defendidos pelo Programa "O Caráter Conta!".



O Bradesco e o Banco do Brasil disponibilizaram contas para que os interessados em fazer doações para as vítimas da tragédia provocada pelas chuvas em Santa Catarina (SC) possam fazer seus depósitos.

Seguem abaixo os detalhes das contas:

Bradesco
Agência: 348-4
Conta: 160.000-1

Observação: Os depósitos de ajuda devem ser realizados nominalmente para Fundo Estadual de Defesa Civil, CNPJ 04426883/0001-57.

Banco do Brasil
Agência: 3582-3
Conta: 80.000-7

Observação: Os recursos recebidos serão repassados para a Secretaria de Defesa Civil do Estado de Santa Catarina.


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Atividades do Programa "O Caráter Conta"!

Carta Aberta - Por: Jorge Schemes

No dia 23 de outubro de 2009 solicitei minha saída da coordenação pedagógica do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC. Foi uma decisão pessoal e feita de livre e espontânea vontade.

Todavia, algumas situações ocorridas bem como as circunstâncias que se arquitetaram ao longo deste ano (2009), e que culminaram na reunião feita no Setor de Ensino na data acima exposta, me fizeram tomar essa decisão.

Até então estive calado, porém não alienado, pois meu pensamento e minha formação cognitiva e filosófica é pós-crítica e meus princípios e valores são alicerçados na Santa Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não posso agredir meus princípios morais e éticos diante de atitudes mesquinhas de segregação, exclusão, discriminação, preconceito, abuso de poder, constrangimento ilegal, falta de ética (no mínimo profissional) e assédio moral. O que eu não faço com os outros, eu não aceito que façam comigo.

Não compactuo com manobras politiqueiras de pessoas mesquinhas que, durante meu tempo de coordenação pedagógica à frente do Caráter Conta na GERED de Joinville, SC, nunca fizeram nada pelo Programa, e além disso visavam a apropriação do esforço e do trabalho alheio já feito durante anos para promoção e benefício próprios, tais pessoas são verdadeiros "vampiros psíquicos e sociais".

Alguém disse certa vez com muita propriedade que, "onde não há ética até o ambiente fica doentio". E tais pessoas, por serem as detentoras do poder, são um verdadeiro foco de doenças emocionais para aqueles que se sujeitam as suas manobras carregadas de tirania e cheias de maldade, mas Deus é justo Juiz e cabe a Ele retribuir a cada um segundo as suas obras.

Desde o início, minha dedicação e empenho para que o Programa "O Caráter Conta!" tivesse êxito nas escolas da Rede Pública Estadual pertencentes a GERED de Joinville, SC, foram constantes. Procurei promover "O Caráter Conta!" nas escolas da Rede Estadual de Ensino, por meio de reuniões com professores, técnicos e gestores, bem como formatá-lo pedagogicamente à realidade local. Procurei dar visibilidade para as ações do Programa por meio deste blog, e o fiz de maneira voluntária e por decisão pessoal, uma vez que o Programa, até a data presente (23/10/2009), não faz parte dos programas oficiais da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Contudo, o mínimo que se espera quando há dedicação e empenho em qualquer atividade que envolva a educação é reconhecimento, valorização, gratidão e respeito. Talvez essa seja a razão porque há tantos professores e professoras desmotivados.

Apesar de tudo valeu a pena toda minha dedicação e esforço. E aqui deixo registrado o meu respeito e a minha gratidão a todos que se comprometeram junto comigo, e de coração voluntário ajudaram a implementar as atividades do "Caráter Conta!" em sua escola, de maneira especial aos professores e professoras, assistentes técnicos pedagógicos e gestores.

Acredito no Programa "O Caráter Conta!" como uma ferramenta poderosa de transformação moral e ética dentro da escola e na vida de cada um de seus agentes. Por essa razão continuei trabalhando os seus pilares do caráter em minhas aulas de Ensino Religioso na Rede Municipal de Ensino de Joinville, SC, como já vinha fazendo antes. Enquanto lecionei por vários anos nas séries finais do Ensino Fundamental sempre trabalhei sistematicamente com todos meus alunos várias atividades pedagógicas relacionadas com os pilares do "Caráter Conta!". Os alunos e alunas das Escolas Municipais onde lecionei por vários anos produziram redações, acrósticos, poesias, paródias e joguinhos lúdicos relacionados com os pilares do Programa "O Caráter Conta!". Essas atividades e muitas outras estão socializadas nesse blog.

Termino afirmando que acredito na educação para o caráter, acredito na proposta e na metodologia do Programa "O Caráter Conta!", não como plataforma de interesses politiqueiros, pessoais e mesquinhos, mas como uma poderosa força moral na construção de uma cultura para a paz.

Que o Deus Eterno e Criador Ilumine a Todos Nós!
Ex-Coordenador Pedagógico do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC, no período de 2004 a 2009. Atualmente é Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".

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