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Justiça por Orelha - Uma Reflexão Teológica, Criminológica e Moral

 

Este breve artigo pretende aprofundar o caso do cão Orelha a partir dessas três lentes — teologia cristã, criminologia e educação moral e cidadã — permite compreender não apenas o que aconteceu, mas o que esse acontecimento revela sobre a condição humana, a formação do caráter e a responsabilidade coletiva na prevenção da violência. Trata-se de uma leitura interdisciplinar, necessária quando lidamos com episódios de crueldade extrema que chocam a consciência social. Leia Sobre o Assassinato do Orelha Aqui


I. A ótica da teologia cristã: criação, dignidade e responsabilidade moral

1. O valor dos animais na teologia bíblica

Na teologia cristã, os animais não são moralmente neutros nem descartáveis. Desde o Gênesis, a criação é apresentada como “boa” (Gn 1:31), e o ser humano recebe o mandato de “cultivar e guardar” (Gn 2:15), não de explorar ou destruir.

Textos como:

  • Provérbios 12:10 — “O justo cuida bem dos seus animais”;

  • Salmo 36:6 — “Senhor, preservas tanto os homens como os animais”;

  • Mateus 10:29 — onde Jesus afirma que nenhum pardal é esquecido diante de Deus,

revelam uma ética de cuidado, compaixão e responsabilidade.

Teólogos como Karl Barth e Jürgen Moltmann defendem que a criação inteira participa do propósito redentor de Deus. Moltmann, em especial, fala de uma “teologia da esperança” que inclui toda a criação ferida pelo pecado humano.

Nesse sentido, a violência contra o cão Orelha não é apenas um crime ambiental; é, teologicamente, uma ruptura do mandato divino de mordomia, um pecado contra a criação.


2. Jesus Cristo e a lógica da proteção dos vulneráveis

No Evangelho, Jesus se apresenta como aquele que se coloca ao lado dos vulneráveis, silenciados e indefesos. Embora o foco da salvação seja o ser humano, o Reino anunciado por Cristo é marcado por paz, reconciliação e justiça (Is 11:6-9).

Sob essa ótica, a frase “Justiça por Orelha”, tão difundida no caso, ecoa um princípio bíblico fundamental:

“Aprendam a fazer o bem; busquem a justiça; socorram o oprimido” (Is 1:17).

O cão comunitário, cuidado por muitos e pertencente a ninguém formalmente, representa simbolicamente o “pequeno”, o invisível, aquele que depende inteiramente da ética alheia para sobreviver.


II. A ótica da criminologia: crueldade animal como indicador de risco social

1. Maus-tratos a animais e comportamento violento

Na criminologia contemporânea, há amplo consenso de que a crueldade contra animais é um importante marcador precoce de comportamento antissocial.

Pesquisadores como Frank Ascione e Randall Lockwood demonstram que:

  • Maus-tratos a animais estão frequentemente associados a violência doméstica, bullying e crimes contra pessoas;

  • A crueldade deliberada indica déficits de empatia, controle emocional e internalização de normas morais.

A chamada “teoria do ciclo da violência” sugere que quem aprende a causar dor sem consequências tende a repetir e ampliar esse padrão.


2. Adolescência, grupo e banalização do mal

Autores como Hannah Arendt ajudam a compreender o fenômeno da banalização do mal: atos profundamente cruéis podem ser cometidos não por monstros, mas por indivíduos comuns, especialmente quando:

  • Agem em grupo;

  • Sentem-se protegidos pela impunidade;

  • Não desenvolveram consciência ética sólida.

Do ponto de vista criminológico, o caso de Orelha acende um alerta claro: a ausência de intervenção educativa precoce pode permitir a escalada da violência.


3. A função preventiva do direito penal e socioeducativo

A criminologia crítica lembra que o sistema penal não deve ser apenas repressivo, mas preventivo e pedagógico. Medidas socioeducativas, quando bem aplicadas, precisam trabalhar:

  • Empatia;

  • Responsabilização real pelo dano causado;

  • Reconstrução do vínculo social.

Punir sem educar gera ressentimento; educar sem responsabilizar gera impunidade.


III. A ótica da educação moral e cidadã aplicada às escolas

1. Educação do caráter e empatia

A escola é o espaço privilegiado para romper o ciclo da violência. Autores como Lawrence Kohlberg e Carol Gilligan demonstram que o desenvolvimento moral não é automático; ele é formado por experiências, exemplos e reflexão ética orientada.

Trabalhar o respeito aos animais na escola:

  • Desenvolve empatia;

  • Ensina limites;

  • Fortalece o senso de responsabilidade pelo outro.

O animal, por ser vulnerável, funciona como um mediador pedagógico poderoso da ética do cuidado.


2. Educação para a cidadania e direitos dos animais

Sob a perspectiva da educação cidadã, casos como o de Orelha permitem trabalhar temas como:

  • Direitos e deveres;

  • Legalidade e consequências jurídicas;

  • Respeito à vida;

  • Participação social sem violência.

Paulo Freire defendia que a educação deve formar sujeitos críticos e responsáveis, não apenas informados. Discutir casos reais, com mediação adequada, promove consciência ética e compromisso social.


3. Propostas práticas para o ambiente escolar

Aplicações concretas incluem:

  • Projetos interdisciplinares sobre proteção animal;

  • Parcerias com ONGs e protetores;

  • Campanhas de adoção responsável;

  • Mediação de conflitos e práticas restaurativas;

  • Inserção da ética do cuidado nos currículos.

Essas ações não apenas previnem crimes, mas formam cidadãos moralmente sensíveis.


Considerações finais integradas

Jorge, quando analisado sob essas três perspectivas, o caso do cão Orelha revela algo profundo: a violência contra animais é um sintoma de falhas espirituais, sociais e educativas.

  • A teologia cristã denuncia a ruptura do cuidado com a criação.

  • A criminologia alerta para o risco de escalada da violência.

  • A educação moral e cidadã aponta o caminho da prevenção estrutural.

A justiça que a sociedade clama não pode se limitar à punição. Ela precisa se traduzir em conversão ética, responsabilização consciente e educação transformadora. Somente assim episódios como esse deixarão de ser repetidos e passarão a cumprir um papel redentor: despertar a sociedade para o valor sagrado da vida.


HELEN KELLER - 3 DIAS PARA VER







O que você olharia se tivesse apenas três dias de visão? Helen Keller (1880-1968), uma mulher extraordinária, cega, surda e muda desde bebê, nos chama a atenção para a apreciação de nossos sentidos, algo que normalmente não percebemos. Apenas de posse do sentido do tato e uma perseverança inigualável, sob a orientação de Anne Sullivan, Helen Keller aprendeu a ler e escrever pelo método Braille, chegando mesmo a falar, por imitação das vibrações da garganta de sua preceptora, as quais captava com as pontas dos dedos. O esforço de sua mente em procurar se comunicar com o exterior teve como resultado o afloramento de uma inteligência excepcional, considerada a maior vitória individual da história da educação. Ela foi uma educadora, escritora e advogada de cegos. Tinha muita ambição e grande poder de realização. Ao lado de Sullivan, percorreu vários países do mundo promovendo campanhas para melhorar a situação dos deficientes visuais e auditivos. É considerada uma das grandes heroínas do mundo. Helen Keller alterou nossa percepção do deficiente.

Eu dividiria esse período em três partes. No primeiro dia gostaria de ver as pessoas cuja bondade e companhias fizeram minha vida valer a pena. Não sei o que é olhar dentro do coração de um amigo pelas “janelas da alma”, os olhos. Só consigo “ver” as linhas de um rosto por meio das pontas dos dedos. Posso perceber o riso, a tristeza e muitas outras emoções. Conheço meus amigos pelo que toco em seus rostos. Como deve ser mais fácil e muito mais satisfatório para você, que pode ver, perceber num instante as qualidades essenciais de outra pessoa ao observar as sutilezas de sua expressão, o tremor de um músculo, a agitação das mãos. Mas será que já lhe ocorreu usar a visão para perscrutar a natureza íntima de um amigo? Será que a maioria de vocês que enxergam não se limita a ver por alto as feições externas de uma fisionomia e se dar por satisfeita?

O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles. Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente que precede a consciência individual dos conflitos que a vida apresenta. Gostaria de ver os livros que já foram lidos para mim e que me revelaram os meandros mais profundos da vida humana. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus cães, o pequeno scottie terrier e o vigoroso dinamarquês. À tarde daria um longo passeio pela floresta, intoxicando meus olhos com belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr-do-sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir.




Mas aos 6 anos surgiu na sua vida a professora Anne Sullivan. Utilizando o sentido do tato como elo de ligação entre os mundos de ambas e escrevendo as palavras na mão da pupila, a nova professora tentou insistentemente dar a entender a Helen a relação entre as palavras e aquilo que elas significam. O ponto de viragem deu-se com a palavra "água": enquanto a água de uma bica jorrava sobre uma das mãos da sua aluna, Anne Sullivan escrevia "água" na outra. "mantive-me quieta, toda a minha atenção concentrada sobre o movimento dos seus dedos", recorda Helen. "subitamente, senti a emoção de uma idéia que se repetia - e assim me foi revelado o mistério da linguagem." desde esse dia, Helen "viu" o mundo de outra maneira. O sentido do tato tornou-se para ela uma espécie de visão: "às vezes, é como se a própria essência da minha carne fosse uma miríade de olhos a ver... Não posso dizer se vemos melhor com as mãos ou com os olhos: sei apenas que o mundo que vejo com as minhas mãos é vivo, colorido gratificante."

* Helen Keller tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas portadoras de deficiências. Anne Sullivan foi sua professora, companheira e protetora. Em 1904 graduou-se bacharel em filosofia pela Universidade Radcliffe, instituição que a agraciou com o prêmio Destaque a Aluno, no aniversário de cinquenta anos de sua formatura. Falava os idiomas francês, latim e alemão. Ao longo da vida foi agraciada com títulos e diplomas honorários de diversas instituições, como a universidade de Harvard e universidades da Escócia, Alemanha, Índia e África do Sul. Em 1952 foi nomeada Cavaleiro da Legião de Honra da França. Foi condecorada com a Ordem do Cruzeiro do Sul, no Brasil, com a do Tesouro Sagrado, no Japão, dentre outras. Foi membro honorário de várias sociedades científicas e organizações filantrópicas nos cinco continentes.

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O curso aborda um conjunto de características positivas que vêm sendo valorizado e nutrido desde as mais antigas civilizações. As chamadas virtudes e forças de caráter são atributos que possibilitam o desenvolvimento de indivíduos e grupos, em sua sociedade que passa por uma “crise de valores”. O estudo científico das virtudes e forças pessoais passa a ser de extrema importância, passando por classificações de antigas civilizações até os modelos científicos atuais, as virtudes e forças são um dos três pilares da Psicologia Positiva. Serão abordados diferentes modelos de classificação das virtudes e forças de caráter, além apresentar e discutir os principais impactos positivos de nutrir essas características para a saúde e bem-estar de indivíduos e a construção de comunidades mais coesas e prósperas. Com Gustavo Arns, Idealizador do Congresso Internacional de Felicidade e do Festival de Felicidade e Wagner de Lara Machado, professor PUCRS.

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Confira as principais habilidades que você desenvolverá até o final do curso:

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  2. A personalidade e o desenvolvimento da virtude
  3. Psicologia Positiva
  4. Virtudes humanas
  5. As forças de caráter
  6. Critérios para forças de assinatura
  7. Inteligências múltiplas
  8. Sinergias e colisões
  9. Frustrações e expectativas
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  11. Forças que se conectam com a felicidade
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Resumo do Livro Colunas do Caráter de Siegfried Júlio Schwantes

Livro Colunas do Caráter - Resumo dos Capítulos

Por: Jorge Schemes

Resumo de cada capítulo do livro "Colunas do Caráter" de Siegfried Júlio Schwantes. Este livro aborda temas profundos sobre a formação do caráter humano, utilizando referências bíblicas e princípios morais. Para fazer isso, irei estruturar o resumo com base nos principais tópicos e insights de cada capítulo.

Capítulo 1: Introdução ao Caráter

No primeiro capítulo, Schwantes estabelece a importância do caráter na vida humana. Ele define o caráter como o conjunto de traços e qualidades que distinguem um indivíduo, enfatizando a sua formação ao longo da vida através de experiências, educação e escolhas pessoais. O autor utiliza exemplos bíblicos para ilustrar como personagens históricos demonstraram caráter forte e moral em diversas situações.

Capítulo 2: A Importância da Honestidade

Neste capítulo, Schwantes foca na honestidade como uma pedra angular do caráter. Ele discute o papel da honestidade nas relações interpessoais e na sociedade como um todo. Utilizando histórias bíblicas, o autor exemplifica como a honestidade pode impactar positivamente a vida de um indivíduo e construir confiança mútua. Ele também aborda as consequências da desonestidade, mostrando como ela pode corroer a integridade e prejudicar a reputação.

Capítulo 3: Coragem Moral

A coragem moral é explorada como uma virtude necessária para defender o que é certo, mesmo diante de adversidades. Schwantes usa personagens bíblicos que demonstraram coragem moral, destacando como esses exemplos podem inspirar os leitores a agir com integridade em situações desafiadoras. O capítulo discute a importância de manter-se firme em princípios éticos, mesmo quando é mais fácil ceder à pressão social.

Capítulo 4: A Justiça como Princípio

Schwantes aborda a justiça, analisando como a busca pela equidade e pelo tratamento justo deve permear todas as ações humanas. Ele utiliza passagens bíblicas para mostrar a importância da justiça divina e humana, e como esta deve ser um objetivo constante na vida de todos. O autor argumenta que a justiça deve ser aplicada em todas as esferas, desde o âmbito pessoal até o social e político.

Capítulo 5: A Humildade e o Serviço ao Próximo

Este capítulo explora a humildade e o serviço aos outros como fundamentos do caráter cristão. Schwantes argumenta que a verdadeira grandeza se encontra na humildade e no altruísmo. Ele cita exemplos de líderes bíblicos que demonstraram humildade e serviram ao próximo, destacando como essas qualidades são essenciais para o desenvolvimento de um caráter sólido e respeitado.

Capítulo 6: A Importância da Perseverança

A perseverança é discutida como a capacidade de persistir diante de obstáculos e desafios. Schwantes utiliza exemplos bíblicos de indivíduos que mostraram resiliência em face de dificuldades, ilustrando como a perseverança pode levar ao crescimento pessoal e à realização de objetivos. Ele enfatiza a importância de não desistir, mesmo quando as circunstâncias parecem insuperáveis.

Capítulo 7: O Papel da Fé no Desenvolvimento do Caráter

Neste capítulo, Schwantes explora a fé como um componente central do caráter. Ele argumenta que a fé proporciona uma base sólida para tomar decisões éticas e enfrentar desafios com confiança. Utilizando exemplos bíblicos, o autor mostra como a fé pode fortalecer o caráter e guiar as ações de um indivíduo em direção ao bem.

Capítulo 8: A Construção de um Caráter Sólido

No capítulo final, Schwantes sintetiza os elementos discutidos anteriormente e oferece uma visão prática de como construir um caráter sólido. Ele fornece orientações sobre a importância da reflexão pessoal, do estudo contínuo e da aplicação dos princípios discutidos ao longo do livro. O autor também enfatiza a necessidade de um compromisso contínuo com o crescimento pessoal e a melhoria moral.

Considerações Finais

Schwantes conclui o livro reforçando a ideia de que a construção de um caráter sólido é um processo contínuo que requer dedicação e esforço. Ele inspira os leitores a buscar um desenvolvimento pessoal alinhado com valores éticos e morais, e a ser um exemplo positivo na sociedade.

Atividades Pedagógicas

Aplique uma atividade pedagógica para cada capítulo do livro "Colunas do Caráter" de Siegfried Julio Schwantes. Estas atividades têm o objetivo de ajudar os alunos a refletirem sobre os conceitos apresentados e a aplicá-los em suas próprias vidas.

Capítulo 1: Introdução ao Caráter

Atividade: Reflexão Pessoal e Debate em Grupo

Objetivo: Ajudar os alunos a compreenderem o conceito de caráter e a refletirem sobre suas próprias qualidades.

Instruções:

  1. Reflexão Pessoal: Cada aluno deve escrever um parágrafo sobre o que significa ter um bom caráter. Eles devem incluir exemplos pessoais de situações em que demonstraram ou testemunharam um caráter forte.

  2. Debate em Grupo: Divida a turma em pequenos grupos e peça aos alunos para compartilharem suas reflexões. Depois, cada grupo deve escolher um exemplo para apresentar à classe e discutir como esse exemplo ilustra a importância do caráter.

Capítulo 2: A Importância da Honestidade

Atividade: Simulação de Cenários

Objetivo: Desenvolver a habilidade de tomar decisões honestas em situações desafiadoras.

Instruções:

  1. Preparação: Crie cenários que envolvam dilemas éticos onde a honestidade é crucial (por exemplo, encontrar dinheiro no chão, ser tentado a trapacear em um teste, etc.).

  2. Simulação: Divida a turma em grupos e dê a cada grupo um cenário diferente. Os alunos devem discutir e decidir como agiriam honestamente em cada situação.

  3. Apresentação: Cada grupo apresenta seu cenário e a decisão que tomaram. A turma discute as possíveis consequências de agir com honestidade versus desonestidade.

Capítulo 3: Coragem Moral

Atividade: Role-Playing

Objetivo: Incentivar os alunos a praticar a coragem moral em situações simuladas.

Instruções:

  1. Preparação: Crie situações fictícias que exigem coragem moral, como defender alguém que está sendo injustiçado ou recusar-se a participar de uma atividade antiética.

  2. Role-Playing: Em duplas ou trios, os alunos devem representar os personagens nessas situações, demonstrando como agiriam com coragem moral.

  3. Discussão: Após a dramatização, discutir com a turma como se sentiram ao agir com coragem e a importância de tais ações na vida real.

Capítulo 4: A Justiça como Princípio

Atividade: Julgamento Simulado

Objetivo: Promover a compreensão e aplicação do conceito de justiça.

Instruções:

  1. Preparação: Escolha um caso ético (real ou fictício) que envolva questões de justiça. Distribua os papéis de juiz, advogados de defesa, promotores e júri entre os alunos.

  2. Julgamento Simulado: Conduza um julgamento onde os alunos devem argumentar e decidir sobre o caso com base em princípios de justiça.

  3. Discussão: Após o julgamento, discuta com a turma as decisões tomadas e como os princípios de justiça foram aplicados.

Capítulo 5: A Humildade e o Serviço ao Próximo

Atividade: Projeto de Serviço Comunitário

Objetivo: Incentivar a prática da humildade e do serviço aos outros.

Instruções:

  1. Planejamento: Em grupos, os alunos devem planejar um projeto de serviço comunitário (por exemplo, limpeza de um parque, visita a um asilo, arrecadação de alimentos).

  2. Execução: Realizar o projeto planejado, destacando a importância da humildade e do serviço ao próximo.

  3. Reflexão: Após a conclusão do projeto, cada grupo apresenta um relatório refletindo sobre a experiência e o impacto do serviço na comunidade e neles mesmos.

Capítulo 6: A Importância da Perseverança

Atividade: Diário de Perseverança

Objetivo: Desenvolver a habilidade de perseverar através da auto-reflexão contínua.

Instruções:

  1. Diário: Cada aluno deve manter um diário por uma semana, registrando diariamente um desafio enfrentado e como perseveraram para superá-lo.

  2. Compartilhamento: Ao final da semana, os alunos compartilham suas experiências com a turma, discutindo as dificuldades e as estratégias que utilizaram para não desistir.

Capítulo 7: O Papel da Fé no Desenvolvimento do Caráter

Atividade: Estudo de Personagens Bíblicos

Objetivo: Compreender o papel da fé no desenvolvimento do caráter através de exemplos bíblicos.

Instruções:

  1. Pesquisa: Divida os alunos em grupos e atribua a cada grupo um personagem bíblico que exemplifica a fé (por exemplo, Abraão, Moisés, Daniel).

  2. Apresentação: Cada grupo deve apresentar à turma a história do personagem, destacando como a fé influenciou suas ações e seu caráter.

  3. Discussão: Discutir como a fé pode ser aplicada na vida dos alunos hoje, ajudando-os a desenvolver um caráter forte.

Capítulo 8: A Construção de um Caráter Sólido

Atividade: Plano de Desenvolvimento Pessoal

Objetivo: Criar um plano concreto para o desenvolvimento contínuo do caráter.

Instruções:

  1. Autoavaliação: Cada aluno deve fazer uma autoavaliação de suas qualidades de caráter, identificando pontos fortes e áreas para melhoria.

  2. Plano: Baseado na autoavaliação, cada aluno deve criar um plano de desenvolvimento pessoal com metas específicas para fortalecer seu caráter.

  3. Compromisso: Os alunos compartilham seus planos em pares e se comprometem a apoiar mutuamente no cumprimento de suas metas.

Menino doa único ovo de casa para leilão beneficente e gesto rende mais de 3 mil reais (GO)

Gustavo tinha apenas um ovo em casa, que uma galinha tinha acabado de botar, mas queria muito ajudar no leilão beneficente em prol de uma casa de idosos na pequena cidade de Caçu, interior de Goiás.



Na pequena cidade de Caçu, interior de Goiás, com um pouco mais de 14 mil habitantes, aconteceu algo inusitado que virou notícia! UM ovo rendeu R$ 3.920 em um leilão beneficente em prol de uma casa de idosos da cidade.
Mas não foi apenas um ovo. Por trás dele existe uma linda história, e vamos contar o porquê. Esse ovo representa o gesto humilde de uma criança de 8 anos, o pequeno Gustavo, que ofereceu a única coisa que tinha em casa!
Durante um “arrastão” para a arrecadação de alimentos do almoço beneficente da casa de idosos Dispensário Espírita Adolpho Bezerra de Menezes, a voluntária Jéssica Medeiros, juntamente com a equipe do arrastão, foram surpreendidos com o gesto do Gustavo.
“Batemos palma e o padrasto dele nos atendeu e disse que não tinha nada em casa, mas que podíamos passar outro dia. Eu fui descendo para outra casa, quando o Gustavo chegou em mim e disse: ‘tia, só tenho isso para te dar’. Ele abriu a mãozinha dele e me mostrou o ovo. Me emocionei, fique sem reação. Eu disse que Deus o abençoasse”, contou Jéssica.

Um detalhe curioso! O ovo tinha acabado de ter sido botado pela galinha dele!

“Precisávamos fazer algo para esse ovo”

Conversando com outros voluntários, decidiram que não deixaram esse ovo parado. “Como as meninas estavam em prantos, decidimos que era importante fazer algo para esse ovo”, relatou o voluntário e leiloeiro Wagner Maravilha, 42 anos.
No último domingo (dia 1º), realizaram o evento beneficente, que tinha almoço, leilão e bingo. E na hora do leilão, contaram para as cerca de 2 mil pessoas presentes, a história do ovo, que estava lindamente embrulhado numa caixinha.
“Contei a história no palco, fizemos a ‘corrente do bem’, cada um deu 100 reais pelo ovo, e juntamente com o leilão, chegamos em R$ 3.920. Aquilo marcou bastante na cidade”, disse Maravilha.

“O Gustavo é assim, o que é dele, é dos outros”

Conversamos com o padrasto e a mãe do Gustavo, o Luizmar Nunes Estevam, 36 anos, e Lediane Rodrigues de Freitas, 29 anos. Eles explicaram que a situação da família não tem sido fácil. Luizmar está desempregado e como pedreiro, consegue às vezes algumas obras. Moram com eles, além do Gustavo, mais dois filhos, um de 12 e outro de 10 anos.
Apesar de todas as dificuldades, o gesto do Gustavo tem sido motivo de orgulho para eles.
“Não sabia que ia dar essa repercussão toda, não foi ninguém que incentivou ele. A equipe estava passando aqui no bairro, e eu expliquei que não tinha nada para dar, mas que poderiam passar no dia seguinte. Foi quando ele entrou em casa e pegou o ovo e correu atrás da voluntária do arrastão”, contou o padrasto.
No outro dia, o Gustavo ganhou da equipe uma cartela de ovo e uma caixa de bombom!
“A gente não espera, Deus tocou o coração dele. Ele é humilde. Ele sempre presta ajuda ao próximo, ele é muito família e divide tudo com os irmãos”, disse a mãe. (Fonte: Razões Para Acreditar)
Voluntários se emocionaram com o gesto do Gustavo. Foto: Reprodução 
Gustavo com os voluntários da casa de idosos

Mulher encontra R$ 600 e paga fatura deixada em ônibus


A telefonista Silviane Cunha deu um exemplo de honestidade ao encontrar R$ 600 reais perdidos em um ônibus de João Pessoa (PB). Junto do dinheiro, a mulher achou uma fatura de banco no valor de R$ 564 em nome de Claudineia Santos e não teve dúvida: pagou a conta.
Para encontrar a dona da quantia e devolvê-la o troco de R$ 36, Silviane publicou a história em seu Facebook na última sexta-feira (4/8/17). "Achei ontem no ônibus 5100 em Mangabeira esses R$ 600 com uma fatura. A pessoa que perdeu deve estar desesperada, nessa crise faz muita falta. Quem a conhecer pode passar para ela que a fatura está paga. Não tem número de telefone. Seu nome é Claudineia Santos Lima do [bairro] Funcionários II", anunciou a paraibana na rede social.
Mesmo despretensiosa, a publicação viralizou e já tem quase 7 mil curtidas e mais de 9 mil compartilhamentos até esta segunda-feira (7/8/17). Entre os mais de mil comentários no post, diversos internautas parabenizaram Silviane pela atitude. E ela fez questão de agradecer um por um.
Também pelo Facebook, a telefonista confirmou que conseguiu encontrar Claudineia e devolver o dinheiro com o comprovante de pagamento da fatura. “Ela foi à minha casa gradecer pessoalmente", escreveu nos comentários.[Fonte: odocumento.com.br]

João, o catador do DF que deu uma lição de ética para o Brasil

Eduardo Cunha, Michel Temer, Petróleo, impeachment, crise, desemprego,“golpe”. O país está cansado do hábito de ter de ouvir quanto seus governantes esquecem da ética em troca de dinheiro. Mas na semana passada, um brasileiro como tantos outros, João Rodrigues Cerqueira, ganhou notoriedade por uma virtude que deveria ser a regra: honestidade. Ele devolveu o equivalente a R$4500 que encontrou num lixão. Esse gesto de decência certamente não seria o que nossos políticos fariam. Por isso, hoje, João Rodrigues Cerqueira é um símbolo, aquilo que o Brasil quer ser. E as recompensas já começaram a acontecer. No meio da sua dura vida de catador, João Rodrigues Cerqueira achou US$1400 (equivalente a R$4500 ou mais de 5 salários mínimos). “Dava para pagar minhas contas com esse dinheiro, mas Deus vai ajudar depois”. E ajudou mesmo. João recebeu uma oferta de emprego de Bruno Temistocles, o fonoaudiólogo que havia perdido os dólares. Ele vai ganhar R$1500 por mês, mais do que o dobro do que ele faturava na cooperativa de recicláveis que o pagava. Mas não é só: o rapper Gabriel, o Pensador fez uma vaquinha e entregou a João mais R$10 mil, mais do que o dobro do que ele lucraria se tivesse embolsado os dólares e ainda foi homenageado nesta terça-feira (27/09/16) no Ministério Público do DF com uma placa e foi convidado a participar como voluntário em palestras do projeto “O que você tem a ver com a corrupção?” em escolas da rede pública.

João tinha razão: Deus ajudou mesmo. E o Brasil agradece pelo exemplo.

Imagens: Reprodução - Globonews

[Fonte: Yahoo]




Por que ser gentil vale a pena

Estudos mostram que gentileza traz felicidade a quem a pratica. Projetos se dedicam a multiplicar esta virtude


Quem tem tempo hoje em dia para segurar uma porta aberta para alguém, dar passagem a outros carros num trânsito cada vez mais maluco, ou cumprimentar as dezenas de pessoas que se chega a encontrar num dia? É difícil ser gentil, mas mais difícil ainda é conviver com a falta de gentileza dos outros. Principalmente ao dar com uma porta fechada na cara, ter a lataria do carro amassada por um apressadinho ou passar pela sensação de ser invisível. A ideia de que ser gentil vale a pena e traz benefícios tem sido comprovada por diversos estudos.
Além disso, vários projetos têm se dedicado a multiplicar essa virtude.
Esses pequenos atos fazem parte da rotina do empresário Ricardo Christe, 36 anos. Quando chega a um restaurante ou precisa ser atendido em um balcão, a primeira coisa que faz é procurar o nome do atendente num crachá, para cumprimentá-lo. "Eu acredito em melhorar como ser humano", diz. "A forma mais difícil de se transformar é no cotidiano." Para ele, que olha com desconfiança a sociedade cada vez mais ensimesmada, ouvir mais e se interessar por quem está ao seu redor é o componente básico da gentileza. "As pessoas estão tão ilhadas nos próprios problemas que não conseguem olhar em volta. Todo o resto fica irrelevante", afirma Christe.
O professor de psicologia da Universidade do Estado da Califórnia Robert Levine fez uma experiência que comprovou que o cotidiano das grangrandes cidades não faz nada bem à cortesia. Levine observou a relação entre pressa e gentileza em 36 cidades americanas, avaliando a frequência de gestos como devolver uma caneta que caiu "acidentalmente", ajudar uma pessoa cega a atravessar a rua ou colocar na caixa de correio uma carta "perdida". Nova York, terceira cidade mais rápida no estudo, foi considerada a menos gentil. RoRochester, no mesmo Estado, com um ritmo de vida bem mais lento, foi a mais prestativa. A experiência está relatada no livro "A Geografia do Tempo", de Levine.
Mas, afinal, vale a pena ser gentil? Para a ciência, a resposta é sim. Em um estudo da Universidade da Califórnia, a psicóloga Sonja Lyubomirsky pediu aos participantes que praticassem ações gentis durante dez semanas. Todos registraram aumento na felicidade durante o estudo. Os que praticaram ações variadas, como se oferecer para ajudar a lavar a louça, fazer elogios ou segurar a porta aberta para um estranho passar, registraram níveis mais altos e prolongados de felicidade, em comparação com quem repetiu sempre a mesma atitude com diferentes pessoas. "Gentileza e boa vontade estão relacionadas à felicidade e as pessoas que tentam ser mais gentis no dia a dia tendem a experimentar mais emoções positivas e se tornaram mais alegres", afirma Sonja. O mecanismo que explica essa relação foi mais esclarecido por um estudo da Universidade Hebraica, em Israel, de 2005. A gentileza está ligada ao gene que libera a dopamina, neurotransmissor que proporciona bem-estar.
Para algumas pessoas, ser gentil não é uma escolha, mas um ofício. É o caso de Carlos de Sá Barbosa, 35 anos, funcionário da Pel Consultoria, responsável pela segurança do Hospital Copa d'Or, no Rio de Janeiro. "Trabalhamos com um público estressado. Ninguém vai a um hospital a passeio", diz. Na rotina do supervisor de segurança, sorrisos e ouvidos dispostos a escutar são fundamentais. "Você está aqui para resolver o conflito, e não aumentá-lo", diz. Existem técnicas para não estressar mais a pessoa, como nunca abordar um cliente nervoso pedindo calma, sempre olhar nos olhos do interlocutor e dar uma atenção especial a quem está mais exaltado. "Eu trabalho na área da supervisão - lido com 55 funcionários sob minha responsabilidade, além do público externo. Se não gostar de pessoas, não dá certo", afirma Barbosa. Marcos Simões, da RH Fácil, empresa que treinou a equipe do Copa d'Or, dá esse tipo de treinamento há 20 anos. "As técnicas existem, mas é importante ter um interesse real no cliente e saber ouvir com atenção", afirma. A gentileza profissional pode ter um roteiro, mas sem envolvimento sincero não convence.

O professor de filosofia da Universidade Presbiteriana Mackenzie Jorge Luiz Rodriguez Gutierrez prefere pensar na gentileza não como um comportamento, mas como uma virtude. "Não só a gentileza parece menos cultivada, mas em geral hoje não se fala muito das virtudes. Parecem esquecidas", diz Gutierrez. Ele ressalta que ela só tem valor positivo quando associada a conceitos como generosidade ou misericórdia. "Em filmes, geralmente os nazistas que dirigem campos de concentração são gentis. Por si só, a gentileza é neutra", diz.
Para que essa virtude faça diferença, na escola Projeto Vida, em São Paulo, ela é ensinada junto com valores éticos e faz parte das atividades do dia a dia.
Cecília Fonseca, 5 anos, está aprendendo a compartilhar e a ser gentil.
"Quero que a Cecília saiba ouvir, que possa falar, que saiba respeitar e conviver com os amigos", diz Edilene Fonseca, 41 anos, mãe da menina. Todo dia, os pequenos podem levar frutas de casa para oferecer aos colegas, em uma bandeja comunitária.
"As crianças pequenas são muito egocentradas, é uma característica da faixa etária. O grande desafio é fazê-las enxergar o outro", explica Mônica Padroni, coordenadora da escola. "Damos um sentido maior à gentileza. A polidez é ligada à convenção social, não ao respeito, à generosidade e à justiça, virtudes que valorizamos."
Pesquisas sobre o valor da gentileza, das boas maneiras e da educação na sociedade contemporânea e a promoção desses valores é o principal objetivo da Iniciativa pela Gentileza, da Universidade Johns Hopkins. "Podemos escolher a gentileza porque temos livre-arbítrio. O problema é que você pode ter sido educado em condições que não conduzem a isso", diz Pier Massimo Forni, coordenador do projeto. "Por isso, a orientação e o exemplo dos pais são tão importantes." O segundo livro do autor sobre o assunto, "The Civility Solution: What to Do When People Are Rude" (A solução da gentileza: o que fazer quando as pessoas são rudes, em tradução livre), está em processo de tradução para o português. Para Forni, a gentileza é lançar um olhar benevolente aos outros.
Nos anos 80, José Datrino, de túnica branca e longa barba e conhecido como Profeta Gentileza, espalhava pelo Rio de Janeiro inscrições como "Não usem problemas, não usem pobreza. Usem amorrr e gentileza" (sic).
O pesquisador em filosofia e arte Leonardo Guelman é autor de "Univvverrsso Gentileza", no qual analisa as inscrições e conta a história de Gentileza. "Ele foi alguém que apontou uma crise atual nas relações humanas, e propôs como alternativa a gentileza", afirma Guelman. A mensagem está virando um projeto voltado para jovens, em escolas públicas. "Criamos um material pedagógico para ser trabalhado nos colégios, para gerar uma cultura da gentileza, sobre a obra dele. A cidade tem que se humanizar", afirma Guelman. Como dizia o Profeta, em sua frase mais famosa, "gentileza gera gentileza".[Fonte: IstoÉ]

Pequenas Atitudes Revelam Nosso Caráter!!! Pequenas Atitudes Podem Mudar as Coisas pra Melhor!!! Pequenas Atitudes Mudam as Pessoas!!!

Exemplo de Brasileiro nos EUA

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Atividades do Programa "O Caráter Conta"!

Carta Aberta - Por: Jorge Schemes

No dia 23 de outubro de 2009 solicitei minha saída da coordenação pedagógica do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC. Foi uma decisão pessoal e feita de livre e espontânea vontade.

Todavia, algumas situações ocorridas bem como as circunstâncias que se arquitetaram ao longo deste ano (2009), e que culminaram na reunião feita no Setor de Ensino na data acima exposta, me fizeram tomar essa decisão.

Até então estive calado, porém não alienado, pois meu pensamento e minha formação cognitiva e filosófica é pós-crítica e meus princípios e valores são alicerçados na Santa Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não posso agredir meus princípios morais e éticos diante de atitudes mesquinhas de segregação, exclusão, discriminação, preconceito, abuso de poder, constrangimento ilegal, falta de ética (no mínimo profissional) e assédio moral. O que eu não faço com os outros, eu não aceito que façam comigo.

Não compactuo com manobras politiqueiras de pessoas mesquinhas que, durante meu tempo de coordenação pedagógica à frente do Caráter Conta na GERED de Joinville, SC, nunca fizeram nada pelo Programa, e além disso visavam a apropriação do esforço e do trabalho alheio já feito durante anos para promoção e benefício próprios, tais pessoas são verdadeiros "vampiros psíquicos e sociais".

Alguém disse certa vez com muita propriedade que, "onde não há ética até o ambiente fica doentio". E tais pessoas, por serem as detentoras do poder, são um verdadeiro foco de doenças emocionais para aqueles que se sujeitam as suas manobras carregadas de tirania e cheias de maldade, mas Deus é justo Juiz e cabe a Ele retribuir a cada um segundo as suas obras.

Desde o início, minha dedicação e empenho para que o Programa "O Caráter Conta!" tivesse êxito nas escolas da Rede Pública Estadual pertencentes a GERED de Joinville, SC, foram constantes. Procurei promover "O Caráter Conta!" nas escolas da Rede Estadual de Ensino, por meio de reuniões com professores, técnicos e gestores, bem como formatá-lo pedagogicamente à realidade local. Procurei dar visibilidade para as ações do Programa por meio deste blog, e o fiz de maneira voluntária e por decisão pessoal, uma vez que o Programa, até a data presente (23/10/2009), não faz parte dos programas oficiais da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Contudo, o mínimo que se espera quando há dedicação e empenho em qualquer atividade que envolva a educação é reconhecimento, valorização, gratidão e respeito. Talvez essa seja a razão porque há tantos professores e professoras desmotivados.

Apesar de tudo valeu a pena toda minha dedicação e esforço. E aqui deixo registrado o meu respeito e a minha gratidão a todos que se comprometeram junto comigo, e de coração voluntário ajudaram a implementar as atividades do "Caráter Conta!" em sua escola, de maneira especial aos professores e professoras, assistentes técnicos pedagógicos e gestores.

Acredito no Programa "O Caráter Conta!" como uma ferramenta poderosa de transformação moral e ética dentro da escola e na vida de cada um de seus agentes. Por essa razão continuei trabalhando os seus pilares do caráter em minhas aulas de Ensino Religioso na Rede Municipal de Ensino de Joinville, SC, como já vinha fazendo antes. Enquanto lecionei por vários anos nas séries finais do Ensino Fundamental sempre trabalhei sistematicamente com todos meus alunos várias atividades pedagógicas relacionadas com os pilares do "Caráter Conta!". Os alunos e alunas das Escolas Municipais onde lecionei por vários anos produziram redações, acrósticos, poesias, paródias e joguinhos lúdicos relacionados com os pilares do Programa "O Caráter Conta!". Essas atividades e muitas outras estão socializadas nesse blog.

Termino afirmando que acredito na educação para o caráter, acredito na proposta e na metodologia do Programa "O Caráter Conta!", não como plataforma de interesses politiqueiros, pessoais e mesquinhos, mas como uma poderosa força moral na construção de uma cultura para a paz.

Que o Deus Eterno e Criador Ilumine a Todos Nós!
Ex-Coordenador Pedagógico do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC, no período de 2004 a 2009. Atualmente é Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".

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