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Programa Educando Cidadãos

 


Programa Educando Cidadãos

O Programa Educando Cidadãos é um movimento de educação e engajamento da sociedade civil que busca fomentar ações de enfrentamento de todas as formas de corrupção.

Inspirado pela pioneira campanha "O que você tem a ver com a corrupção?" o objetivo principal do Programa Educando Cidadãos é educar os cidadãos, ressaltando a importância de cada um assumir sua liderança no combate à corrupção.

Institucionalizado no Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em 2025, o programa promove ações educativas voltadas para o fortalecimento da cidadania, da democracia e dos valores constitucionais.

Como funciona o Programa Educando Cidadãos no MPSC?

O Programa Educando Cidadãos será implementado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) como uma ação estruturante de promoção da cidadania, com foco na formação de valores éticos e cívicos desde a infância. A coordenação e execução do programa serão conduzidas pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF).

O programa será desenvolvido a partir de campanhas educativas, palestras, distribuição de materiais e outras ações voltadas à comunidade escolar. A ideia central é demonstrar que a corrupção não se manifesta apenas em grandes escândalos, mas também nas pequenas atitudes cotidianas, e que a transformação social começa com a educação de base.

Para fortalecer essa iniciativa, está sendo estruturada uma rede estadual de cultura cívica e controle social, com a capacitação de educadores voluntários e cidadãos sobre o papel da educação como ferramenta de mudança. Os temas trabalhados incluirão condutas sociais, ética, responsabilidade ambiental, sustentabilidade e prevenção à criminalidade, sempre em articulação com a comunidade local.

A atuação será orientada por eixos como integração comunitária, cooperação social, transparência, fiscalização, cultura de sustentabilidade e prevenção à criminalidade, com o compromisso institucional e a capilaridade que caracterizam o Ministério Público. Fonte: MPSC



SAIBA MAIS



Justiça por Orelha - Uma Reflexão Teológica, Criminológica e Moral

 

Este breve artigo pretende aprofundar o caso do cão Orelha a partir dessas três lentes — teologia cristã, criminologia e educação moral e cidadã — permite compreender não apenas o que aconteceu, mas o que esse acontecimento revela sobre a condição humana, a formação do caráter e a responsabilidade coletiva na prevenção da violência. Trata-se de uma leitura interdisciplinar, necessária quando lidamos com episódios de crueldade extrema que chocam a consciência social. Leia Sobre o Assassinato do Orelha Aqui


I. A ótica da teologia cristã: criação, dignidade e responsabilidade moral

1. O valor dos animais na teologia bíblica

Na teologia cristã, os animais não são moralmente neutros nem descartáveis. Desde o Gênesis, a criação é apresentada como “boa” (Gn 1:31), e o ser humano recebe o mandato de “cultivar e guardar” (Gn 2:15), não de explorar ou destruir.

Textos como:

  • Provérbios 12:10“O justo cuida bem dos seus animais”;

  • Salmo 36:6“Senhor, preservas tanto os homens como os animais”;

  • Mateus 10:29 — onde Jesus afirma que nenhum pardal é esquecido diante de Deus,

revelam uma ética de cuidado, compaixão e responsabilidade.

Teólogos como Karl Barth e Jürgen Moltmann defendem que a criação inteira participa do propósito redentor de Deus. Moltmann, em especial, fala de uma “teologia da esperança” que inclui toda a criação ferida pelo pecado humano.

Nesse sentido, a violência contra o cão Orelha não é apenas um crime ambiental; é, teologicamente, uma ruptura do mandato divino de mordomia, um pecado contra a criação.


2. Jesus Cristo e a lógica da proteção dos vulneráveis

No Evangelho, Jesus se apresenta como aquele que se coloca ao lado dos vulneráveis, silenciados e indefesos. Embora o foco da salvação seja o ser humano, o Reino anunciado por Cristo é marcado por paz, reconciliação e justiça (Is 11:6-9).

Sob essa ótica, a frase “Justiça por Orelha”, tão difundida no caso, ecoa um princípio bíblico fundamental:

“Aprendam a fazer o bem; busquem a justiça; socorram o oprimido” (Is 1:17).

O cão comunitário, cuidado por muitos e pertencente a ninguém formalmente, representa simbolicamente o “pequeno”, o invisível, aquele que depende inteiramente da ética alheia para sobreviver.


II. A ótica da criminologia: crueldade animal como indicador de risco social

1. Maus-tratos a animais e comportamento violento

Na criminologia contemporânea, há amplo consenso de que a crueldade contra animais é um importante marcador precoce de comportamento antissocial.

Pesquisadores como Frank Ascione e Randall Lockwood demonstram que:

  • Maus-tratos a animais estão frequentemente associados a violência doméstica, bullying e crimes contra pessoas;

  • A crueldade deliberada indica déficits de empatia, controle emocional e internalização de normas morais.

A chamada “teoria do ciclo da violência” sugere que quem aprende a causar dor sem consequências tende a repetir e ampliar esse padrão.


2. Adolescência, grupo e banalização do mal

Autores como Hannah Arendt ajudam a compreender o fenômeno da banalização do mal: atos profundamente cruéis podem ser cometidos não por monstros, mas por indivíduos comuns, especialmente quando:

  • Agem em grupo;

  • Sentem-se protegidos pela impunidade;

  • Não desenvolveram consciência ética sólida.

Do ponto de vista criminológico, o caso de Orelha acende um alerta claro: a ausência de intervenção educativa precoce pode permitir a escalada da violência.


3. A função preventiva do direito penal e socioeducativo

A criminologia crítica lembra que o sistema penal não deve ser apenas repressivo, mas preventivo e pedagógico. Medidas socioeducativas, quando bem aplicadas, precisam trabalhar:

  • Empatia;

  • Responsabilização real pelo dano causado;

  • Reconstrução do vínculo social.

Punir sem educar gera ressentimento; educar sem responsabilizar gera impunidade.


III. A ótica da educação moral e cidadã aplicada às escolas

1. Educação do caráter e empatia

A escola é o espaço privilegiado para romper o ciclo da violência. Autores como Lawrence Kohlberg e Carol Gilligan demonstram que o desenvolvimento moral não é automático; ele é formado por experiências, exemplos e reflexão ética orientada.

Trabalhar o respeito aos animais na escola:

  • Desenvolve empatia;

  • Ensina limites;

  • Fortalece o senso de responsabilidade pelo outro.

O animal, por ser vulnerável, funciona como um mediador pedagógico poderoso da ética do cuidado.


2. Educação para a cidadania e direitos dos animais

Sob a perspectiva da educação cidadã, casos como o de Orelha permitem trabalhar temas como:

  • Direitos e deveres;

  • Legalidade e consequências jurídicas;

  • Respeito à vida;

  • Participação social sem violência.

Paulo Freire defendia que a educação deve formar sujeitos críticos e responsáveis, não apenas informados. Discutir casos reais, com mediação adequada, promove consciência ética e compromisso social.


3. Propostas práticas para o ambiente escolar

Aplicações concretas incluem:

  • Projetos interdisciplinares sobre proteção animal;

  • Parcerias com ONGs e protetores;

  • Campanhas de adoção responsável;

  • Mediação de conflitos e práticas restaurativas;

  • Inserção da ética do cuidado nos currículos.

Essas ações não apenas previnem crimes, mas formam cidadãos moralmente sensíveis.


Considerações finais integradas

Jorge, quando analisado sob essas três perspectivas, o caso do cão Orelha revela algo profundo: a violência contra animais é um sintoma de falhas espirituais, sociais e educativas.

  • A teologia cristã denuncia a ruptura do cuidado com a criação.

  • A criminologia alerta para o risco de escalada da violência.

  • A educação moral e cidadã aponta o caminho da prevenção estrutural.

A justiça que a sociedade clama não pode se limitar à punição. Ela precisa se traduzir em conversão ética, responsabilização consciente e educação transformadora. Somente assim episódios como esse deixarão de ser repetidos e passarão a cumprir um papel redentor: despertar a sociedade para o valor sagrado da vida.


Pela Ética e Cidadania - Gibi da Turma da Mônica Para Baixar


O Programa UM POR TODOS E TODOS POR UM! PELA ÉTICA E CIDADANIA é uma iniciativa da CGU em parceria com o Instituto Maurício de Sousa. O Programa faz parte de um conjunto de ações de capacitação e gestão do conhecimento, voltadas para o público infantojuvenil, conhecido como “Educação Cidadã”.

O UPT visa a propor experiências de aprendizagem relacionadas à ética e à cidadania, despertando o interesse de estudantes e a participação de toda a comunidade escolar no desenvolvimento das ações, proporcionando assim um processo de ensino aprendizagem colaborativo.

A escola é o núcleo principal de desenvolvimento das ações do UPT, mas as temáticas propostas objetivam a preparação dos estudantes para uma atuação efetiva nos contextos dos quais fazem parte.

O UPT é voltado para estudantes do Ensino Fundamental I, podendo alcançar também estudantes do sexto ano do Ensino Fundamental II.

O Programa foi iniciado em 2009 e hoje conta com ampla avaliação positiva de comunidades escolares em todo o Brasil, além de reconhecimento internacional como iniciativa governamental de excelência, destinada a valorizar o comportamento ético e o exercício da cidadania entre crianças e adolescentes. Destacam-se sua proposta pedagógica, a riqueza dos recursos didáticos e o seu caráter lúdico, colaborativo e criativo.

As experiências de aprendizagem são desenvolvidas em sala de aula com a participação do professor, que pode contar com uma capacitação no formato EAD para melhor conhecer o Programa.  O material aborda de forma lúdica os temas relacionados à ética e cidadania, alinhados aos objetivos gerais e específicos da Base Nacional Comum Curricular – BNCC.

A publicação da Portaria nº 1.840/2018 que regulamenta o Programa, e ainda permite que parceiros públicos e privados possam assinar um Termo de Adesão com a CGU, assumindo as responsabilidades de financiamento, captação de escolas, impressão, logística e aplicação do material didático, possibilitou o alcance de um número maior de escolas públicas e privadas nos 27 entes federados.

Ademais, a parceria envolvendo a CGU, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Instituto Maurício de Sousa (IMS) e o Ministério da Educação (MEC) resultou na universalização do Programa, com a adaptação do material para o formato digital e interativo, que possibilita a participação gratuita de qualquer instituição educacional, pública ou privada, em qualquer lugar do país. Todo o material do Programa também estará disponível em modo offline (via mídias digitais, links e aplicativos) para locais onde não haja acesso à internet, ou ainda em modo online, hospedado na plataforma AVA MEC, do Ministério da Educação – MEC, podendo ser acessado por diversos canais via web (tablet, celular, lousa digital etc.).

Outra importante iniciativa da CGU, em parceria com o MEC, resultou na ampliação do Programa e na produção de Revistas em Quadrinhos, inclusive no formato digital por meio de aplicativos (Play e Apple Store), acompanhadas de Guias do Professor, Bancos de Atividades, Tirinhas e Histórias em Quadrinhos e ainda Vídeos de Animação, com a participação dos personagens da Turma da Mônica. Para participar é necessário assinar o Termo de Participação.

Com a realização dessas ações, a CGU estima que sejam alcançados nos próximos anos cerca de 15 milhões de estudantes do Ensino Fundamental, em 170 mil escolas de todo o Brasil.


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Cidadania: Construindo um Mundo Melhor Juntos

 

Cidadania: Construindo um Mundo Melhor Juntos

Por:
Jorge Schemes

A cidadania, um dos pilares do programa "O Caráter Conta", transcende a mera participação em eleições ou o cumprimento de leis. Ela se manifesta em ações cotidianas que visam o bem comum, a construção de um mundo mais justo e a promoção do senso de pertencimento.

1. Faça sua parte para melhorar sua escola e sua comunidade:

A cidadania começa em casa, na escola e na comunidade. Pequenas ações podem gerar grandes transformações. Seja um voluntário em projetos sociais, participe de atividades escolares, contribua para a limpeza e organização de espaços públicos, denuncie atos de vandalismo ou desrespeito. Ao assumirmos a responsabilidade pelo nosso entorno, construímos um ambiente mais agradável e acolhedor para todos.

2. Coopere:

A cooperação é a base da vida em sociedade. Trabalhar em equipe, compartilhar conhecimentos e habilidades, respeitar as opiniões divergentes, buscar soluções conjuntas para os problemas, são atitudes que fortalecem os laços sociais e promovem o bem comum. A cooperação nos ensina a valorizar a diversidade e a construir pontes de diálogo e entendimento.

3. Mantenha-se informado, vote:

A cidadania exige conhecimento e participação ativa na vida política. Mantenha-se informado sobre os acontecimentos do seu país e da sua cidade, acompanhe o trabalho dos seus representantes, participe de debates e discussões sobre temas relevantes. O voto é uma ferramenta poderosa para expressar suas opiniões e escolher os líderes que irão representar seus interesses.

4. Seja um bom vizinho:

A cidadania se manifesta nas relações de proximidade. Seja cordial e respeitoso com seus vizinhos, ofereça ajuda quando necessário, participe de atividades comunitárias, respeite as normas de convivência. Pequenos gestos de gentileza e solidariedade podem transformar a sua rua em um lugar mais harmonioso e seguro.

A cidadania é um exercício constante de responsabilidade, respeito e solidariedade. Ao praticarmos a cidadania em nossas ações cotidianas, nos tornamos agentes de transformação, construindo um mundo melhor para nós mesmos e para as futuras gerações.

Carroceiro desempregado devolve R$ 7 mil que achou em rodovia federal

'Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar', diz carroceiro Ednaldo da Silva. Desempregado recebeu proposta de trabalho após devolver mochila, em PE. 

Carroceiro desempregado devolveu dinheiro, cheques e itens de luxo ao proprietário 
(Foto: Kamylla Lima/G1)

Desempregado há dois meses e com o Bolsa Família como única fonte de renda, o carroceiro Ednaldo da Silva andava a pé na sexta-feira (27/06/2016) na BR-232, em São Caetano, Pernambuco, quando encontrou uma mochila contendo R$ 7 mil, cheques e itens de luxo. No mesmo dia, conseguiu devolver tudo ao proprietário e acabou recebendo uma proposta de trabalho. "Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar", disse o carroceiro.

Ednaldo contou que seguia com a carroça ao lado esposa, do enteado e do burrinho "Chocolate" às margens da rodovia quando viu a mochila. "Eu pedi para a minha mulher pegar [a bolsa], mas não abri na hora. Quando cheguei em casa e vi o 'bolo' de dinheiro fiquei logo assustado".

Dentro da mochila, estavam dois talões de cheque, um par de óculos escuros, um Tablet e um aparelho celular - avaliados em R$ 3 mil, segundo a Polícia Rodoviária Federal. "Nessa situação difícil de crise sei que tudo está difícil, mas não posso ficar com o que não é meu. Quem achar o que não é seu, tem que devolver", afirmou Ednaldo.

Ele disse que foi na casa do irmão pedir ajuda para desbloquear o aparelho celular e acionar o dono da bolsa. "A gente não sabe mexer nessas tecnologias. Ficamos assustados porque pensamos que poderia ser roubada. Então chamamos o pastor da nossa igreja para dizer a quem devolver", explicou José Lino da Silva, 27 anos, irmão do carroceiro.


Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos em mochila na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)
Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)

O pastor João Leite, de 40 anos, instruiu o carroceiro a levar a mochila com os objetos para o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município. Lá, o agente da PRF Afonso Ramos conseguiu contato com o dono da bolsa, que enviou um funcionário para buscar. "O mais interessante de tudo é que não houve manuseio das cédulas. Eles nem tocaram no dinheiro. Um gesto valioso e uma ação louvável devolver", afirmou o policial.

O funcionário do engenheiro, Rivaldo Santos, contou que o dono do dinheiro estava a caminho do Recife quando notou que havia perdido a bolsa. "Quando ele chegou em Caruaru viu que a mochila não estava, voltou para São Caetano, foi na empresa e não achou. Prestou até queixa na polícia, mas ficou muito emocionado quando soube que uma pessoa tão simples havia devolvido tudo", disse.

O engenheiro é diretor de uma empresa que presta serviços no setor elétrico no interior de Pernambuco e, através do funcionário, fez uma oferta de trabalho ao carroceiro. Ednaldo pretende ir na empresa na segunda-feira (30/06/2016) para conversar sobre o provável novo emprego e também recebeu um envelope com uma recompensa. (Fonte: G1)

NOTA DO EDITOR DO BLOG:

Seria muito benéfico para o nosso país se nossos políticos, que desviam, roubam e se apropriam de bilhões de reais do dinheiro público, seguissem o exemplo desse verdadeiro cidadão brasileiro. No mínimo, que os corruptos tenham vergonha na cara, e que Nosso Grande Deus faça justiça!!!

Menina faz kit de higiene pessoal para doar a moradores de rua

Uma menina de 9 anos, chamada Khloe Thompson, provou que solidariedade e a consciência social não têm idade certa para se manifestar. Ela desenvolveu um kit de higiene pessoal para doar a  moradores de rua, com a ajuda da família. 
Os chamados “Kare Bags” são preenchidos com vários produtos essenciais como escova de dente, creme dental, desodorante, panos, sabonete, produtos femininos, entre outros. A avó fica encarregada de confeccionar os sacos para os produtos. 

A ideia surgiu no caminho para a escola no sul da Califórnia, nos EUA. Diariamente Khloe Thompson, encontra diversos moradores de rua.Um dia ela perguntou à mãe o que poderia fazer para ajudá-los. Foi então que ela resolveu começar a costurar sacos e presentear os moradores de rua com produtos de higiene pessoal.
Khloe começou uma espécie de Instituição sem fins lucrativos chamada “Khloe Kares”.A menina criou uma página no GoFundMe (rede social de financiamento coletivo) para divulgar sua ideia.
Como resultado, já conseguiu levantar doações em torno de U$ 3.600 dólares – mais de R$ 12 mil – e tem a meta de alcançar os U$ 10 mil – mais de R$ 35 mil – em até duas semanas, segundo o site The End. 
Os sacos produzidos por Khloe são entregues a moradores de rua por ela e sua mãe.
A menina espera oficializar sua Instituição de caridade e já divulgou um novo projeto: doar o brinquedos para crianças carentes para “iluminar o dia delas”, disse. [Fonte: Yahoo]

Teatro Sobre Preservação do Meio Ambiente - XI Seminário Regional do SGDCA


 


Atividades Pedagógicas Sobre Cidadania


ESCOLAS ENVOLVIDAS NO PROGRAMA "O CARÁTER CONTA"

Ao receberem os três volumes da Coletânea de Cidadania, elaborem atividades pedagógicas relacionando os assuntos da Coletânea com o Pilar da Cidadania.

Após a realização das atividades, favor enviar em CD o registro das mesmas para a GERED, Setor de Ensino, A/C de Jorge Schemes. As atividades serão publicadas neste blog para socialização e acompanhamento. O prazo para o envio do relatório com as atividades será até o dia 17 de junho de 2009.

Cordialmente,

Jorge Schemes
GERED


Diante das dificuldades pratique a solidariedade...

Cartaz com os seis pilares do caráter


GERED Representa "O Caráter Conta" e Participa de Força Tarefa

Ação de cidadania beneficia dois mil moradores do bairro Ulysses Guimarães em Joinville (13/12/2007):

Cerca de dois mil moradores dos loteamentos Juquiá e José Loureiro, no bairro Ulysses Guimarães, zona sul de Joinville, receberam na última quarta-feira (12) um presente de natal antecipado. Eles foram os beneficiados da 2ª Força-tarefa, um mutirão de cidadania realizado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional de Joinville, em parceria com diversos órgãos governamentais, parceiros e a comunidade. “Mobilizamos 150 servidores para oferecer os serviços que essas comunidades precisam. No próximo ano, serão realizadas mais quatro forças-tarefa, cumprindo uma determinação do governador para descentralizar as ações”, declarou o secretário regional Manoel Mendonça. Ao todo, foram realizados 4,8 mil atendimentos gratuitos, entre encaminhamento de carteiras de identidade; cortes de cabelo; preenchimento de fichas para cadastro de emprego; conscientização ambiental e de trânsito; educação e prevenção de doenças; combate às drogas e à violência; distribuição de 1,7 mil mudas de hortaliças e ervas, bem como informações sobre o cultivo; verificação de pressão arterial; avaliação física; banco de leite e a humanização do atendimento da Maternidade Darcy Vargas; utilização dos prontos socorros adulto e infantil, doações de órgãos e programas ambulatoriais do Hospital Regional Hans Díeter Schmidt e exibição de caminhões e ambulâncias dos bombeiros voluntários de Joinville. Foram distribuídos também mais de mil lanches e refrigerantes para crianças.Além dos serviços, foram oferecidas diversas opções de entretenimento, esportes e lazer às crianças e adolescentes, como o passeio à cavalo e a observação em um telescópio; apresentações musicais da banda do 62º Batalhão de Infantaria e da dupla sertaneja Kiko e Koko. Houve ainda a distribuição de kits de agasalhos e brinquedos, disponibilizados pela Fundação Nova Vida, em 3,5 mil residências dos dois loteamentos.Na casa de Clemair Cardoso, 24 anos, o presente foi aceito com uma alegria especial. Ela tem três filhos, de sete, cinco e dois anos e, neste natal, não teria condições de dar brinquedos às crianças. “A única renda que entra é a do meu marido. Se sobrar dinheiro para comprarmos alguma coisa, serão roupas, que é o que a gente precisa mais”, falou. O presidente da Associação de Moradores que compreende os loteamentos José Loureiro, Juquiá e Rosa Três, Gilmar Schauserlberger, o Boca, acredita que atividades como essa fortalecem a união entre a comunidade. “A Força-tarefa foi uma forma de inclusão social dessas comunidades que têm desenvolvido a região com tanto sacrifício”, falou. Para a gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação da SDR Joinville, Maria José Fettback, ações como esta comprovam a eficiência do processo de descentralização do governo estadual. “Os órgãos do Estado estão mais próximos dessas pessoas”, afirmou. A iniciativa também ajudou jovens como Jéssica Werplotz, 16 anos. Ela estava à procura de um emprego, mas o custo do deslocamento diário até o centro da cidade para visitar agências de recursos humanos se tornava caro. “Vim aqui e preenchi um currículo, me deram um endereço e amanhã já vou fazer uma entrevista. Se tudo der certo, começo imediatamente”, comemorou. Jéssica, assim como o estudante Sidnei Dreyer, 17 anos, aproveitou para encaminhar a confecção da carteira de identidade. Para se alistar no exercito no próximo ano, Sidnei precisará do documento. De acordo com ele, a Força-tarefa lhe ajudou a economizar, além da passagem de ônibus, a taxa de R$11,00, cobrada na delegacia regional. Participaram da Força-tarefa, juntamente com os técnicos da SDR Joinville, as Polícias Civil, Militar e Ambiental; Polícia Rodoviária Estadual; bombeiros voluntários; gerências regionais de saúde e Gerência de Educação; o Hospital Regional Hans Dieter Schmidt; Maternidade Darci Vargas; a Universidade da Região de Joinville (Univille); Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc); Penitenciária Industrial; a Celesc; 62º Batalhão de Infantaria; Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri); Engepasa Ambiental; a Associação de moradores dos loteamentos José Loureiro, Juquiá e Rosa Três; Fundação Nova Vida e Cila Budal Cabeleireira. (Por: Izabel Santos). Fonte: http://www.jve.sdr.sc.gov.br/






























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Atividades do Programa "O Caráter Conta"!

Carta Aberta - Por: Jorge Schemes

No dia 23 de outubro de 2009 solicitei minha saída da coordenação pedagógica do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC. Foi uma decisão pessoal e feita de livre e espontânea vontade.

Todavia, algumas situações ocorridas bem como as circunstâncias que se arquitetaram ao longo deste ano (2009), e que culminaram na reunião feita no Setor de Ensino na data acima exposta, me fizeram tomar essa decisão.

Até então estive calado, porém não alienado, pois meu pensamento e minha formação cognitiva e filosófica é pós-crítica e meus princípios e valores são alicerçados na Santa Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não posso agredir meus princípios morais e éticos diante de atitudes mesquinhas de segregação, exclusão, discriminação, preconceito, abuso de poder, constrangimento ilegal, falta de ética (no mínimo profissional) e assédio moral. O que eu não faço com os outros, eu não aceito que façam comigo.

Não compactuo com manobras politiqueiras de pessoas mesquinhas que, durante meu tempo de coordenação pedagógica à frente do Caráter Conta na GERED de Joinville, SC, nunca fizeram nada pelo Programa, e além disso visavam a apropriação do esforço e do trabalho alheio já feito durante anos para promoção e benefício próprios, tais pessoas são verdadeiros "vampiros psíquicos e sociais".

Alguém disse certa vez com muita propriedade que, "onde não há ética até o ambiente fica doentio". E tais pessoas, por serem as detentoras do poder, são um verdadeiro foco de doenças emocionais para aqueles que se sujeitam as suas manobras carregadas de tirania e cheias de maldade, mas Deus é justo Juiz e cabe a Ele retribuir a cada um segundo as suas obras.

Desde o início, minha dedicação e empenho para que o Programa "O Caráter Conta!" tivesse êxito nas escolas da Rede Pública Estadual pertencentes a GERED de Joinville, SC, foram constantes. Procurei promover "O Caráter Conta!" nas escolas da Rede Estadual de Ensino, por meio de reuniões com professores, técnicos e gestores, bem como formatá-lo pedagogicamente à realidade local. Procurei dar visibilidade para as ações do Programa por meio deste blog, e o fiz de maneira voluntária e por decisão pessoal, uma vez que o Programa, até a data presente (23/10/2009), não faz parte dos programas oficiais da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Contudo, o mínimo que se espera quando há dedicação e empenho em qualquer atividade que envolva a educação é reconhecimento, valorização, gratidão e respeito. Talvez essa seja a razão porque há tantos professores e professoras desmotivados.

Apesar de tudo valeu a pena toda minha dedicação e esforço. E aqui deixo registrado o meu respeito e a minha gratidão a todos que se comprometeram junto comigo, e de coração voluntário ajudaram a implementar as atividades do "Caráter Conta!" em sua escola, de maneira especial aos professores e professoras, assistentes técnicos pedagógicos e gestores.

Acredito no Programa "O Caráter Conta!" como uma ferramenta poderosa de transformação moral e ética dentro da escola e na vida de cada um de seus agentes. Por essa razão continuei trabalhando os seus pilares do caráter em minhas aulas de Ensino Religioso na Rede Municipal de Ensino de Joinville, SC, como já vinha fazendo antes. Enquanto lecionei por vários anos nas séries finais do Ensino Fundamental sempre trabalhei sistematicamente com todos meus alunos várias atividades pedagógicas relacionadas com os pilares do "Caráter Conta!". Os alunos e alunas das Escolas Municipais onde lecionei por vários anos produziram redações, acrósticos, poesias, paródias e joguinhos lúdicos relacionados com os pilares do Programa "O Caráter Conta!". Essas atividades e muitas outras estão socializadas nesse blog.

Termino afirmando que acredito na educação para o caráter, acredito na proposta e na metodologia do Programa "O Caráter Conta!", não como plataforma de interesses politiqueiros, pessoais e mesquinhos, mas como uma poderosa força moral na construção de uma cultura para a paz.

Que o Deus Eterno e Criador Ilumine a Todos Nós!
Ex-Coordenador Pedagógico do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC, no período de 2004 a 2009. Atualmente é Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".

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