Carroceiro desempregado devolve R$ 7 mil que achou em rodovia federal

'Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar', diz carroceiro Ednaldo da Silva. Desempregado recebeu proposta de trabalho após devolver mochila, em PE. 

Carroceiro desempregado devolveu dinheiro, cheques e itens de luxo ao proprietário 
(Foto: Kamylla Lima/G1)

Desempregado há dois meses e com o Bolsa Família como única fonte de renda, o carroceiro Ednaldo da Silva andava a pé na sexta-feira (27/06/2016) na BR-232, em São Caetano, Pernambuco, quando encontrou uma mochila contendo R$ 7 mil, cheques e itens de luxo. No mesmo dia, conseguiu devolver tudo ao proprietário e acabou recebendo uma proposta de trabalho. "Pode ser um alfinete, mas se não é seu tem que entregar", disse o carroceiro.

Ednaldo contou que seguia com a carroça ao lado esposa, do enteado e do burrinho "Chocolate" às margens da rodovia quando viu a mochila. "Eu pedi para a minha mulher pegar [a bolsa], mas não abri na hora. Quando cheguei em casa e vi o 'bolo' de dinheiro fiquei logo assustado".

Dentro da mochila, estavam dois talões de cheque, um par de óculos escuros, um Tablet e um aparelho celular - avaliados em R$ 3 mil, segundo a Polícia Rodoviária Federal. "Nessa situação difícil de crise sei que tudo está difícil, mas não posso ficar com o que não é meu. Quem achar o que não é seu, tem que devolver", afirmou Ednaldo.

Ele disse que foi na casa do irmão pedir ajuda para desbloquear o aparelho celular e acionar o dono da bolsa. "A gente não sabe mexer nessas tecnologias. Ficamos assustados porque pensamos que poderia ser roubada. Então chamamos o pastor da nossa igreja para dizer a quem devolver", explicou José Lino da Silva, 27 anos, irmão do carroceiro.


Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos em mochila na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)
Desempregado achou R$ 7 mil, cheques e outros objetos na BR-232 (Foto: Kamylla Lima/G1)

O pastor João Leite, de 40 anos, instruiu o carroceiro a levar a mochila com os objetos para o posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município. Lá, o agente da PRF Afonso Ramos conseguiu contato com o dono da bolsa, que enviou um funcionário para buscar. "O mais interessante de tudo é que não houve manuseio das cédulas. Eles nem tocaram no dinheiro. Um gesto valioso e uma ação louvável devolver", afirmou o policial.

O funcionário do engenheiro, Rivaldo Santos, contou que o dono do dinheiro estava a caminho do Recife quando notou que havia perdido a bolsa. "Quando ele chegou em Caruaru viu que a mochila não estava, voltou para São Caetano, foi na empresa e não achou. Prestou até queixa na polícia, mas ficou muito emocionado quando soube que uma pessoa tão simples havia devolvido tudo", disse.

O engenheiro é diretor de uma empresa que presta serviços no setor elétrico no interior de Pernambuco e, através do funcionário, fez uma oferta de trabalho ao carroceiro. Ednaldo pretende ir na empresa na segunda-feira (30/06/2016) para conversar sobre o provável novo emprego e também recebeu um envelope com uma recompensa. (Fonte: G1)

NOTA DO EDITOR DO BLOG:

Seria muito benéfico para o nosso país se nossos políticos, que desviam, roubam e se apropriam de bilhões de reais do dinheiro público, seguissem o exemplo desse verdadeiro cidadão brasileiro. No mínimo, que os corruptos tenham vergonha na cara, e que Nosso Grande Deus faça justiça!!!

Menina faz kit de higiene pessoal para doar a moradores de rua

Uma menina de 9 anos, chamada Khloe Thompson, provou que solidariedade e a consciência social não têm idade certa para se manifestar. Ela desenvolveu um kit de higiene pessoal para doar a  moradores de rua, com a ajuda da família. 
Os chamados “Kare Bags” são preenchidos com vários produtos essenciais como escova de dente, creme dental, desodorante, panos, sabonete, produtos femininos, entre outros. A avó fica encarregada de confeccionar os sacos para os produtos. 

A ideia surgiu no caminho para a escola no sul da Califórnia, nos EUA. Diariamente Khloe Thompson, encontra diversos moradores de rua.Um dia ela perguntou à mãe o que poderia fazer para ajudá-los. Foi então que ela resolveu começar a costurar sacos e presentear os moradores de rua com produtos de higiene pessoal.
Khloe começou uma espécie de Instituição sem fins lucrativos chamada “Khloe Kares”.A menina criou uma página no GoFundMe (rede social de financiamento coletivo) para divulgar sua ideia.
Como resultado, já conseguiu levantar doações em torno de U$ 3.600 dólares – mais de R$ 12 mil – e tem a meta de alcançar os U$ 10 mil – mais de R$ 35 mil – em até duas semanas, segundo o site The End. 
Os sacos produzidos por Khloe são entregues a moradores de rua por ela e sua mãe.
A menina espera oficializar sua Instituição de caridade e já divulgou um novo projeto: doar o brinquedos para crianças carentes para “iluminar o dia delas”, disse. [Fonte: Yahoo]

Cultive Um Espírito de Gratidão!!!

Pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que ser grato pelas pequenas coisas da vida pode causar grandes mudanças – inclusive cerebrais. Um artigo publicado no jornal científico NeuroImage atesta que, depois de poucos meses exercitando sua gratidão por meio da escrita, seu cérebro passa a se sentir ainda mais condicionado a ser grato. E isso traz benefícios. Para a experiência, foram chamados 43 voluntários que passavam por terapia para tratar depressão e problemas relacionados à ansiedade. Todos foram recrutados para uma terapia em grupo semanal, porém apenas 22 deles foram chamados para a “sessão de gratidão”, por assim dizer: nos três primeiros encontros, os participantes passaram vinte minutos escrevendo cartas em que revelavam gratidão pelo destinatário (e poderiam escolher se enviariam ou não a carta). O outro grupo não participou desse exercício. 

Três meses depois desses encontros, todos passaram por um escaneamento cerebral, que ocorria simultaneamente a outro exercício: eram exibidas fotos de pessoas que, em tese, teriam feito grandes doações de dinheiro à pesquisa. Os participantes precisavam agradecer a eles pelo investimento, enquanto seus cérebros eram examinados. Todo mundo sabia que era apenas um exercício, mas foi dito a cada um deles que as doações realmente seriam feitas em algum momento. 

O teste foi claro: quem escreveu as cartas, três meses antes, demonstrou mais atividade cerebral nas áreas relacionadas ao sentimento de gratidão. Vale ressaltar que essas áreas responderam de forma ímpar: ações como se colocar no lugar do outro ou demonstrar empatia não reverberam da mesma forma no cérebro. É um sentimento único. E o mais empolgante é que o efeito de “exercitar a gratidão” é realmente duradouro: seja duas semanas ou três meses depois da experiência, é como se a massa cinzenta se “lembrasse” do comportamento carinhoso e passasse a agir mais dessa forma. A pesquisa compara esse treinamento a como exercitar um músculo: quanto mais você pratica a gratidão, mais propenso estará a senti-la espontaneamente no futuro. Isso ajuda a diminuir a depressão e passar mais tempo com aquele calorzinho bom de se sentir feliz com a ajuda de alguém.

Essas investigações sobre os efeitos de se sentir grato ainda são bastante primordiais – e os próprios pesquisadores admitem isso. Há muito a aprender em termos de efeitos desse sentimento no cérebro e se realmente podemos relaciona-los a efeitos de longo prazo na forma como pensamos e agimos no cotidiano. Mas enquanto isso, talvez seja mesmo bom espalhar #gratidão por aí – e não apenas em uma hashtag. 


Dedico esta mensagem à pessoa que me deu o título de “a mulher mais feia do mundo”

Há nove anos, alguém postou na Internet um vídeo de Lizzie Velasquez e deu-lhe o título de “a mulher mais feia do mundo.” Naquela época, ela tinha apenas 13 anos. O vídeo rapidamente se tornou viral. Eis aqui a resposta de Lizzie Velasquez.

Muitas pessoas têm me feito a mesma pergunta muitas vezes: “Se você tivesse a oportunidade de conhecer a pessoa que postou aquele triste vídeo sobre você, o que você lhe diria? Minhas respostas poderiam variar entre querer gritar “POR QUE EU?!”, até chegar a dizer que eu lhe daria um grande abraço e lhe agradeceria por ter se tornado uma das maiores bênçãos em minha vida. Se eu tivesse que dizer algo depois disso, ficaria sem palavras.
Eu acredito, com toda a minha alma, que você e eu estávamos destinados a cruzar nossas vidas. Veja bem, eu não sei de onde você é, qual é a sua idade, e muito menos qual é o seu gênero. Afinal, essa informação é irrelevante. Mas o que eu realmente sei é que você mudou não só a minha vida, mas também a vida de muitas pessoas no mundo todo.
Eu não sei o que o motivou a postar um vídeo meu, aos 13 anos de idade, muito menos a razão que levou você a dar-lhe um título tão forte. Eu não sei o que estava acontecendo em sua vida, nem se foi o seu grupo de amigos que o encorajou a publicar o vídeo. Mas eu quero que você saiba o que estava acontecendo comigo, quando encontrei aquele vídeo acidentalmente.
Lizzie Velasquez tem uma doença congênita rara que impede o seu organismo de acumular gordura corporal. (Foto: Thao Doan)
Eu era uma adolescente de 17 anos, cursando o ensino médio, e só queria desesperadamente uma única coisa na vida: ser aceita. Ser adolescente e se encaixar em um grupo, nessa fase da vida, não é nada fácil. Acrescente a isso, ter uma aparência totalmente diferente dos demais colegas, e aí eu entro em cena. Houve muitos altos e baixos na minha vida, e eu não vou dourar a pílula dizendo que quando encontrei o seu vídeo, não fiquei aborrecida.
Cada vez que eu pensava que devia ser bonita, ou que finalmente seria aceita pelas pessoas, ou que talvez essa síndrome não fosse tão ruim assim — todas essas ideias se desvaneciam assim que eu encontrava o seu post. Eu li os milhares de comentários feitos sobre o vídeo, buscando desesperadamente encontrar pelo menos um que me defendesse. Será que eu encontrei algum? Não. Eu não estou dizendo isso para fazer com que você se sinta culpado(a); eu quero apenas alertá-lo(a) para o fato de que no dia em que você postou o vídeo, provavelmente pensou que eu jamais o encontraria.
Por favor, acredite em mim quando eu digo que ao encontrar o vídeo, a princípio eu o encarei como uma maldição; no entanto, mal sabia eu que na verdade, ele era uma das maiores bênçãos disfarçadas que já tive na minha vida.
Vamos trocar os nossos papéis por um segundo. Digamos que você não tenha a menor ideia de quem eu sou, nem de onde eu venho. Digamos que você esteja lutando para adquirir autoconfiança durante sua adolescência, e um belo dia encontra um vídeo que eu postei sobre você. Eu apenas publiquei um vídeo com um título bastante ofensivo, mas não fiz nenhum dos comentários insultantes. Será que você me perdoaria, e simplesmente ficaria chateado com as pessoas que disseram que o mundo seria um lugar melhor sem você?
Eu poderia continuar falando sobre a avalanche de coisas que sucederam depois que encontrei o vídeo, bem como sobre todas as outras pessoas que também se sentiram feridas por ele; mas isso seria apenas uma perda de nosso valioso tempo. Em vez disso, eu gostaria que você soubesse que eu perdoei você e todas as pessoas que sugeriram que eu me suicidasse. Eu sei, essas palavras são muito duras, até mesmo digitá-las já é difícil o bastante.
Lizzie Velasquez (Foto: A Brave Heart: The Lizzie Velasquez Story)
Com a ajuda da minha fé, da minha família e dos meus amigos, fui capaz de deixar de me sentir totalmente estranha, para de alguma maneira, poder transformar o nosso primeiro encontro em algo que possa ajudar a dar esperança a qualquer pessoa que tenha sido vítima de bullying na Internet. Usar a palavra “vítima” aqui é bastante difícil para mim, porque essa palavra não me define. Eu sou alguém que permitiu que outra pessoa entrasse em sua vida, e isso não ocorreu precisamente da maneira mais fácil.
Descobri que muitas vezes, as pessoas machucam umas às outras, não porque queiram prejudicá-las, mas porque elas mesmas já foram muito machucadas Se esse for o seu caso, espero que você tenha encontrado uma maneira de expressar sua própria dor, sem causar sofrimento a mais ninguém.
Vamos avançar rapidamente esses nove anos desde que você e eu “nos conhecemos.” É neste momento que eu quero lhe dizer: ‘muito obrigada’. Eu encaro todas as coisas que faço e todas as pessoas que encontro como peças do grande quebra-cabeça que é a minha vida. Nossa peça foi uma das mais difíceis; eu não sabia exatamente onde ela encaixava, mas eu sabia que ela tinha seu lugar. Sua peça encaixou perfeitamente no lugar, quando eu percebi que o vídeo que você postou era o combustível que alimentaria a minha força.
Seu vídeo me levou para o fundo do poço, mas com o tempo, ele me tornou muito mais forte do que eu jamais poderia ter imaginado.
Suas ações me guiaram em meu processo de aprender a levantar e dar a volta por cima, vez após vez. Tudo isso me traz de volta à pergunta feita a princípio. “Se você tivesse a oportunidade de conhecer a pessoa que postou aquele triste vídeo sobre você, o que provavelmente você lhe diria?” Minha resposta agora seria bastante simples. Você é o responsável por iniciar essa mudança em minha vida. Eu acho que é verdade quando as pessoas dizem que todos nós temos um líder interior. Por mais absurdas que minhas palavras pareçam, muito obrigada por ser o líder que eu não sabia que eu tanto necessitava.[Fonte: Yahoo]

Por que ser gentil vale a pena

Estudos mostram que gentileza traz felicidade a quem a pratica. Projetos se dedicam a multiplicar esta virtude


Quem tem tempo hoje em dia para segurar uma porta aberta para alguém, dar passagem a outros carros num trânsito cada vez mais maluco, ou cumprimentar as dezenas de pessoas que se chega a encontrar num dia? É difícil ser gentil, mas mais difícil ainda é conviver com a falta de gentileza dos outros. Principalmente ao dar com uma porta fechada na cara, ter a lataria do carro amassada por um apressadinho ou passar pela sensação de ser invisível. A ideia de que ser gentil vale a pena e traz benefícios tem sido comprovada por diversos estudos.
Além disso, vários projetos têm se dedicado a multiplicar essa virtude.
Esses pequenos atos fazem parte da rotina do empresário Ricardo Christe, 36 anos. Quando chega a um restaurante ou precisa ser atendido em um balcão, a primeira coisa que faz é procurar o nome do atendente num crachá, para cumprimentá-lo. "Eu acredito em melhorar como ser humano", diz. "A forma mais difícil de se transformar é no cotidiano." Para ele, que olha com desconfiança a sociedade cada vez mais ensimesmada, ouvir mais e se interessar por quem está ao seu redor é o componente básico da gentileza. "As pessoas estão tão ilhadas nos próprios problemas que não conseguem olhar em volta. Todo o resto fica irrelevante", afirma Christe.
O professor de psicologia da Universidade do Estado da Califórnia Robert Levine fez uma experiência que comprovou que o cotidiano das grangrandes cidades não faz nada bem à cortesia. Levine observou a relação entre pressa e gentileza em 36 cidades americanas, avaliando a frequência de gestos como devolver uma caneta que caiu "acidentalmente", ajudar uma pessoa cega a atravessar a rua ou colocar na caixa de correio uma carta "perdida". Nova York, terceira cidade mais rápida no estudo, foi considerada a menos gentil. RoRochester, no mesmo Estado, com um ritmo de vida bem mais lento, foi a mais prestativa. A experiência está relatada no livro "A Geografia do Tempo", de Levine.
Mas, afinal, vale a pena ser gentil? Para a ciência, a resposta é sim. Em um estudo da Universidade da Califórnia, a psicóloga Sonja Lyubomirsky pediu aos participantes que praticassem ações gentis durante dez semanas. Todos registraram aumento na felicidade durante o estudo. Os que praticaram ações variadas, como se oferecer para ajudar a lavar a louça, fazer elogios ou segurar a porta aberta para um estranho passar, registraram níveis mais altos e prolongados de felicidade, em comparação com quem repetiu sempre a mesma atitude com diferentes pessoas. "Gentileza e boa vontade estão relacionadas à felicidade e as pessoas que tentam ser mais gentis no dia a dia tendem a experimentar mais emoções positivas e se tornaram mais alegres", afirma Sonja. O mecanismo que explica essa relação foi mais esclarecido por um estudo da Universidade Hebraica, em Israel, de 2005. A gentileza está ligada ao gene que libera a dopamina, neurotransmissor que proporciona bem-estar.
Para algumas pessoas, ser gentil não é uma escolha, mas um ofício. É o caso de Carlos de Sá Barbosa, 35 anos, funcionário da Pel Consultoria, responsável pela segurança do Hospital Copa d'Or, no Rio de Janeiro. "Trabalhamos com um público estressado. Ninguém vai a um hospital a passeio", diz. Na rotina do supervisor de segurança, sorrisos e ouvidos dispostos a escutar são fundamentais. "Você está aqui para resolver o conflito, e não aumentá-lo", diz. Existem técnicas para não estressar mais a pessoa, como nunca abordar um cliente nervoso pedindo calma, sempre olhar nos olhos do interlocutor e dar uma atenção especial a quem está mais exaltado. "Eu trabalho na área da supervisão - lido com 55 funcionários sob minha responsabilidade, além do público externo. Se não gostar de pessoas, não dá certo", afirma Barbosa. Marcos Simões, da RH Fácil, empresa que treinou a equipe do Copa d'Or, dá esse tipo de treinamento há 20 anos. "As técnicas existem, mas é importante ter um interesse real no cliente e saber ouvir com atenção", afirma. A gentileza profissional pode ter um roteiro, mas sem envolvimento sincero não convence.

O professor de filosofia da Universidade Presbiteriana Mackenzie Jorge Luiz Rodriguez Gutierrez prefere pensar na gentileza não como um comportamento, mas como uma virtude. "Não só a gentileza parece menos cultivada, mas em geral hoje não se fala muito das virtudes. Parecem esquecidas", diz Gutierrez. Ele ressalta que ela só tem valor positivo quando associada a conceitos como generosidade ou misericórdia. "Em filmes, geralmente os nazistas que dirigem campos de concentração são gentis. Por si só, a gentileza é neutra", diz.
Para que essa virtude faça diferença, na escola Projeto Vida, em São Paulo, ela é ensinada junto com valores éticos e faz parte das atividades do dia a dia.
Cecília Fonseca, 5 anos, está aprendendo a compartilhar e a ser gentil.
"Quero que a Cecília saiba ouvir, que possa falar, que saiba respeitar e conviver com os amigos", diz Edilene Fonseca, 41 anos, mãe da menina. Todo dia, os pequenos podem levar frutas de casa para oferecer aos colegas, em uma bandeja comunitária.
"As crianças pequenas são muito egocentradas, é uma característica da faixa etária. O grande desafio é fazê-las enxergar o outro", explica Mônica Padroni, coordenadora da escola. "Damos um sentido maior à gentileza. A polidez é ligada à convenção social, não ao respeito, à generosidade e à justiça, virtudes que valorizamos."
Pesquisas sobre o valor da gentileza, das boas maneiras e da educação na sociedade contemporânea e a promoção desses valores é o principal objetivo da Iniciativa pela Gentileza, da Universidade Johns Hopkins. "Podemos escolher a gentileza porque temos livre-arbítrio. O problema é que você pode ter sido educado em condições que não conduzem a isso", diz Pier Massimo Forni, coordenador do projeto. "Por isso, a orientação e o exemplo dos pais são tão importantes." O segundo livro do autor sobre o assunto, "The Civility Solution: What to Do When People Are Rude" (A solução da gentileza: o que fazer quando as pessoas são rudes, em tradução livre), está em processo de tradução para o português. Para Forni, a gentileza é lançar um olhar benevolente aos outros.
Nos anos 80, José Datrino, de túnica branca e longa barba e conhecido como Profeta Gentileza, espalhava pelo Rio de Janeiro inscrições como "Não usem problemas, não usem pobreza. Usem amorrr e gentileza" (sic).
O pesquisador em filosofia e arte Leonardo Guelman é autor de "Univvverrsso Gentileza", no qual analisa as inscrições e conta a história de Gentileza. "Ele foi alguém que apontou uma crise atual nas relações humanas, e propôs como alternativa a gentileza", afirma Guelman. A mensagem está virando um projeto voltado para jovens, em escolas públicas. "Criamos um material pedagógico para ser trabalhado nos colégios, para gerar uma cultura da gentileza, sobre a obra dele. A cidade tem que se humanizar", afirma Guelman. Como dizia o Profeta, em sua frase mais famosa, "gentileza gera gentileza".[Fonte: IstoÉ]

Japoneses dão exemplo de boas maneiras na Copa do Brasil

Os japoneses que foram à Arena Pernambuco para assistir à partida de estreia do Japão na Copa do Mundo contra a Costa do Marfim fizeram questão de deixar as arquibancadas do estádio livre de lixo após a partida.
Os sacos azuis que puderam ser vistos na torcida do Japão que torcida pela sua seleção durante o jogo foram utilizados para recolher o lixo deixado na ala deles da torcida depois da derrota japonesa por 2 a 1.


Livro On Line Para Atividades Pedagógicas


Trabalhando Valores Com Livros Infantis


Você sabia? Livro Infantil

Dia 2 de abril é o Dia Internacional do Livro Infantil. Cumprindo a missão de introduzir as crianças aos encantamentos das letras, essas obras servem também para transmitir juízos de moral e valores da sociedade em que se inserem. [Clique na Imagem e confira]


Pequenas Atitudes Revelam Nosso Caráter!!! Pequenas Atitudes Podem Mudar as Coisas pra Melhor!!! Pequenas Atitudes Mudam as Pessoas!!!

10 maneiras de evitar brigar com alguém


Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).
Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson:
1 – MEÇA SUAS EMOÇÕES
Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.
Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.
Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).
Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
2 – TOME FÔLEGO
Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
3 – VERIFIQUE SE AS COISAS SÃO REALMENTE TÃO RUINS QUANTO VOCÊ PENSA
Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.
4 – LEMBRE-SE DA SUA META
Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.
5 – ATENÇÃO À LINGUAGEM
Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.
No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
6 – SEJA SUAVE
É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.
Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
7 – OUÇA
Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.
Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
8 – SEJA POSITIVO
Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.
Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.
Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
9 – PENSE NO FUTURO
Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.

10 – HÁ FORÇA NA FRAQUEZA
Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas). [DailyMail]

Exemplo de Brasileiro nos EUA

Exemplo de Honestidade e Educação


"Minha mãe vai ficar com orgulho", 

diz catador que devolveu R$ 20 mil


Um casal de moradores de rua levou um susto ao achar uma sacola cheia de dinheiro escondida atrás de um ponto de ônibus na Radial Leste, em São Paulo (SP). Na sacola, várias notas de R$ 100, R$ 50, R$ 20, R$ 10 e moedas, totalizavam mais de R$ 20 mil. Os dois moradores de rua acharam melhor devolver o dinheiro. O catador de lixo Rejaniel dos Santos pediu ao segurança de uma loja para ligar para a polícia.
—Um dinheiro que não é seu, você vai pegar e vai gastar rapidinho, não vai? Agora o dinheiro que é seu, que você suou, você sabe valorizar. Então o dinheiro que não é meu, não me pertence, então vai pro destinatário, o dono.
De acordo com o cabo da Polícia Militar, Pedro Henrique Ghisolfi, a suspeita é de que o dinheiro tenha sido furtado, na mesma noite, de um restaurante japonês que fica na região.
—Dentro da bolsa havia alguns canhotos de uma loja, de um restaurante. Então esse dinheiro é proveniente de um restaurante aqui no bairro do Tatuapé. Nós estamos tentando entrar em contato com esse proprietário, para que ele venha fazer o boletim de ocorrência.
A catadora de lixo Sandra Domingues comenta o que espera dos donos do dinheiro.
—Que eles reconheçam que a gente achou esse dinheiro. Só isso.
Rejaniel, catador de material reciclável, deixou o Maranhão 16 anos atrás. Deixou também a mãe, dona Cosminha, que não vê há muito tempo, mas sabe que fez ela ficar orgulhosa.
—Se minha mãe já assistir isso daqui, pelo menos vai falar: "Esse daí é meu filho". E ela vai ficar com orgulho. Foi uma coisa que ela sempre me pediu. Nunca roubar nada de ninguém. Então se eu achei uma coisa que é roubada, por mais que não tenha sido eu, mas se eu pegasse eu também estava sendo cúmplice.
Casal de moradores de rua devolve R$ 20 mil encontrado em sacola atrás de ponto de ônibus na Radial Leste

Atividade de Recuperação - EM Ada Sant'Anna - Prof. Jorge Schemes


  • Trabalho para a recuperação da média trimestral e da apresentação da paródia sobre os pilares do caráter:
1. Escrever numa folha de papel almaço identificando no cabeçalho o nome da escola, da disciplina, do (a) aluno (a) e do professor.

2. Pesquisar os seis pilares do Programa "O caráter Conta!" e escrever, para cada pilar, cinco atitudes ou ações que devemos fazer e cinco atitudes ou ações que não devemos fazer.

3. Entregar o trabalho para a Supervisão Escolar até o dia 31 de maio de 2012.

4. Exemplo abaixo: (fazer a mesma atividade para cada um dos seis pilares do caráter, não pode copiar do cartaz oficial do Programa "O caráter Conta!") 

                                       SINCERIDADE

O QUE DEVEMOS FAZER                O QUE NÃO DEVEMOS FAZER

1. Falar a verdade.                            1. Mentir e enganar.
2.                                                         2.
3.                                                         3.
4.                                                         4.
5.                                                         5.

Atividades Pedagógicas do Programa "O Caráter Conta!" Desenvolvidas com os Alunos das Séries Finais do Ensino Fundamental, no Período Matutino, na EM Ada Sant'Anna da Silveira - Coordenação: Professor Jorge Schemes


ATIVIDADE 01: 

Objetivos: 
  • Produção escrita sobre três pilares do Programa "O Caráter Conta!".
  • Socialização das atividades por meio de leitura em sala de aula.

Etapa 1 - Os alunos foram orientados a elaborar as atividades abaixo relacionadas fazendo os registros em seu caderno. 

1. Elabore uma redação de no mínimo 15 linhas sobre um dos seis pilares do Caráter Conta.
2. Elabore um acróstico utilizando outro pilar do Programa "O Caráter Conta!"
3. Escolha outro pilar e escreva uma poesia ou poema sobre ele, com três estrofes de quatro linhas cada.

Etapa 2 - Após a elaboração das atividades no caderno, os alunos fizeram a socialização das mesmas em sala de aula por meio de leitura.

Etapa 3 - A avaliação foi feita em sala de aula observando a participação dos alunos por meio da leitura das atividades.


ATIVIDADE 02:



  • Elaboração de um cartaz sobre as atividades do Caráter Conta desenvolvidas em sala de aula.
  • Socialização do cartaz em sala de aula (trabalho desenvolvido em equipes).
Etapa 1 - Os alunos foram orientados a elaborar um cartaz colorido com as cores dos seis pilares do caráter e com cinco atividades: História envolvendo os seis pilares; Redação sobre um dos pilares; Acróstico sobre um dos pilares; Poesia sobre um dos pilares; Um desenho que representasse um ou mais pilar do Caráter Conta.

Etapa 2 - O trabalho foi desenvolvido em equipes, e todos apresentaram o resultado para os colegas de sala de aula explicando o significado das atividades postas no cartaz.

Etapa 3 - A avaliação foi feita durante o processo de elaboração e na apresentação em sala de aula.


Alguns Cartazes Selecionados

































10 perguntas que levam ao sucesso


Você acha que ter sucesso é ganhar muito dinheiro? "Caso sua resposta seja sim, pense novamente!". É a reflexão  que sugere o premiado jornalista Geoffrey James, autor da coluna "Sales Source", no site Inc.com. Ele defende que o verdadeiro sucesso é resultado  da qualidade dos relacionamentos e das emoções vividas diariamente.
Para avaliar se o caminho seguido é o certo para você, James indica que no fim do dia cada um faça dez perguntas para si mesmo. Segundo ele, essas questões ajudarão a determinar o foco e o foco, por sua vez, irá gerar resultados.
1. Tenho certeza de que aqueles que eu amo se sentem amados?

2. Eu fiz algo hoje que contribuiu, minimamente, para um mundo melhor?
3. Tenho condicionado o meu corpo para ser mais forte e flexível?
4. Tenho revisto e afinado os meus planos para o futuro?
5. Eu atuei em privado com a mesma integridade que em público?
6. Tenho evitado as palavras e ações ruins?
7. Eu tenho feito algo de valor?
8. Ajudei alguém com menos condições?
9. Tenho preservado boas lembranças?
10. Eu me senti grato pelo fato de estar vivo?

Tais perguntas podem até parecer tiradas de um livro de autoajuda, no entanto, são elas que irão forçar a concentração naquilo que é realmente importante. "Não é possível ser bem sucedido se você não está feliz", diz James.
A mesma ideologia é defendida pelo autor do livro "A Psicologia do Sucesso", Roberto Shinyashiki. Para ele, a maioria das habilidades que levam alguém ao sucesso vem do coração. "Não adianta um time ter um ótimo técnico, uma boa estratégia, jogadores com excelente condicionamento físico se, na hora do jogo,o atleta não leva sua alma para dentro do campo", exemplifica.[Fonte: Yahoo]

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Atividades do Programa "O Caráter Conta"!

Carta Aberta - Por: Jorge Schemes

No dia 23 de outubro de 2009 solicitei minha saída da coordenação pedagógica do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC. Foi uma decisão pessoal e feita de livre e espontânea vontade.

Todavia, algumas situações ocorridas bem como as circunstâncias que se arquitetaram ao longo deste ano (2009), e que culminaram na reunião feita no Setor de Ensino na data acima exposta, me fizeram tomar essa decisão.

Até então estive calado, porém não alienado, pois meu pensamento e minha formação cognitiva e filosófica é pós-crítica e meus princípios e valores são alicerçados na Santa Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

Não posso agredir meus princípios morais e éticos diante de atitudes mesquinhas de segregação, exclusão, discriminação, preconceito, abuso de poder, constrangimento ilegal, falta de ética (no mínimo profissional) e assédio moral. O que eu não faço com os outros, eu não aceito que façam comigo.

Não compactuo com manobras politiqueiras de pessoas mesquinhas que, durante meu tempo de coordenação pedagógica à frente do Caráter Conta na GERED de Joinville, SC, nunca fizeram nada pelo Programa, e além disso visavam a apropriação do esforço e do trabalho alheio já feito durante anos para promoção e benefício próprios, tais pessoas são verdadeiros "vampiros psíquicos e sociais".

Alguém disse certa vez com muita propriedade que, "onde não há ética até o ambiente fica doentio". E tais pessoas, por serem as detentoras do poder, são um verdadeiro foco de doenças emocionais para aqueles que se sujeitam as suas manobras carregadas de tirania e cheias de maldade, mas Deus é justo Juiz e cabe a Ele retribuir a cada um segundo as suas obras.

Desde o início, minha dedicação e empenho para que o Programa "O Caráter Conta!" tivesse êxito nas escolas da Rede Pública Estadual pertencentes a GERED de Joinville, SC, foram constantes. Procurei promover "O Caráter Conta!" nas escolas da Rede Estadual de Ensino, por meio de reuniões com professores, técnicos e gestores, bem como formatá-lo pedagogicamente à realidade local. Procurei dar visibilidade para as ações do Programa por meio deste blog, e o fiz de maneira voluntária e por decisão pessoal, uma vez que o Programa, até a data presente (23/10/2009), não faz parte dos programas oficiais da Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina. Contudo, o mínimo que se espera quando há dedicação e empenho em qualquer atividade que envolva a educação é reconhecimento, valorização, gratidão e respeito. Talvez essa seja a razão porque há tantos professores e professoras desmotivados.

Apesar de tudo valeu a pena toda minha dedicação e esforço. E aqui deixo registrado o meu respeito e a minha gratidão a todos que se comprometeram junto comigo, e de coração voluntário ajudaram a implementar as atividades do "Caráter Conta!" em sua escola, de maneira especial aos professores e professoras, assistentes técnicos pedagógicos e gestores.

Acredito no Programa "O Caráter Conta!" como uma ferramenta poderosa de transformação moral e ética dentro da escola e na vida de cada um de seus agentes. Por essa razão continuei trabalhando os seus pilares do caráter em minhas aulas de Ensino Religioso na Rede Municipal de Ensino de Joinville, SC, como já vinha fazendo antes. Enquanto lecionei por vários anos nas séries finais do Ensino Fundamental sempre trabalhei sistematicamente com todos meus alunos várias atividades pedagógicas relacionadas com os pilares do "Caráter Conta!". Os alunos e alunas das Escolas Municipais onde lecionei por vários anos produziram redações, acrósticos, poesias, paródias e joguinhos lúdicos relacionados com os pilares do Programa "O Caráter Conta!". Essas atividades e muitas outras estão socializadas nesse blog.

Termino afirmando que acredito na educação para o caráter, acredito na proposta e na metodologia do Programa "O Caráter Conta!", não como plataforma de interesses politiqueiros, pessoais e mesquinhos, mas como uma poderosa força moral na construção de uma cultura para a paz.

Que o Deus Eterno e Criador Ilumine a Todos Nós!
Ex-Coordenador Pedagógico do Programa "O Caráter Conta!" na GERED de Joinville, SC, no período de 2004 a 2009. Atualmente é Coordenador do Projeto: "Escola de Caráter".

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