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ESTUDE A PALAVRA DE DEUS AGORA!

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quarta-feira, maio 11, 2016

Menina faz kit de higiene pessoal para doar a moradores de rua

Uma menina de 9 anos, chamada Khloe Thompson, provou que solidariedade e a consciência social não têm idade certa para se manifestar. Ela desenvolveu um kit de higiene pessoal para doar a  moradores de rua, com a ajuda da família. 
Os chamados “Kare Bags” são preenchidos com vários produtos essenciais como escova de dente, creme dental, desodorante, panos, sabonete, produtos femininos, entre outros. A avó fica encarregada de confeccionar os sacos para os produtos. 

A ideia surgiu no caminho para a escola no sul da Califórnia, nos EUA. Diariamente Khloe Thompson, encontra diversos moradores de rua.Um dia ela perguntou à mãe o que poderia fazer para ajudá-los. Foi então que ela resolveu começar a costurar sacos e presentear os moradores de rua com produtos de higiene pessoal.
Khloe começou uma espécie de Instituição sem fins lucrativos chamada “Khloe Kares”.A menina criou uma página no GoFundMe (rede social de financiamento coletivo) para divulgar sua ideia.
Como resultado, já conseguiu levantar doações em torno de U$ 3.600 dólares – mais de R$ 12 mil – e tem a meta de alcançar os U$ 10 mil – mais de R$ 35 mil – em até duas semanas, segundo o site The End. 
Os sacos produzidos por Khloe são entregues a moradores de rua por ela e sua mãe.
A menina espera oficializar sua Instituição de caridade e já divulgou um novo projeto: doar o brinquedos para crianças carentes para “iluminar o dia delas”, disse. [Fonte: Yahoo]

terça-feira, janeiro 12, 2016

Cultive Um Espírito de Gratidão!!!

Pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que ser grato pelas pequenas coisas da vida pode causar grandes mudanças – inclusive cerebrais. Um artigo publicado no jornal científico NeuroImage atesta que, depois de poucos meses exercitando sua gratidão por meio da escrita, seu cérebro passa a se sentir ainda mais condicionado a ser grato. E isso traz benefícios. Para a experiência, foram chamados 43 voluntários que passavam por terapia para tratar depressão e problemas relacionados à ansiedade. Todos foram recrutados para uma terapia em grupo semanal, porém apenas 22 deles foram chamados para a “sessão de gratidão”, por assim dizer: nos três primeiros encontros, os participantes passaram vinte minutos escrevendo cartas em que revelavam gratidão pelo destinatário (e poderiam escolher se enviariam ou não a carta). O outro grupo não participou desse exercício. 

Três meses depois desses encontros, todos passaram por um escaneamento cerebral, que ocorria simultaneamente a outro exercício: eram exibidas fotos de pessoas que, em tese, teriam feito grandes doações de dinheiro à pesquisa. Os participantes precisavam agradecer a eles pelo investimento, enquanto seus cérebros eram examinados. Todo mundo sabia que era apenas um exercício, mas foi dito a cada um deles que as doações realmente seriam feitas em algum momento. 

O teste foi claro: quem escreveu as cartas, três meses antes, demonstrou mais atividade cerebral nas áreas relacionadas ao sentimento de gratidão. Vale ressaltar que essas áreas responderam de forma ímpar: ações como se colocar no lugar do outro ou demonstrar empatia não reverberam da mesma forma no cérebro. É um sentimento único. E o mais empolgante é que o efeito de “exercitar a gratidão” é realmente duradouro: seja duas semanas ou três meses depois da experiência, é como se a massa cinzenta se “lembrasse” do comportamento carinhoso e passasse a agir mais dessa forma. A pesquisa compara esse treinamento a como exercitar um músculo: quanto mais você pratica a gratidão, mais propenso estará a senti-la espontaneamente no futuro. Isso ajuda a diminuir a depressão e passar mais tempo com aquele calorzinho bom de se sentir feliz com a ajuda de alguém.

Essas investigações sobre os efeitos de se sentir grato ainda são bastante primordiais – e os próprios pesquisadores admitem isso. Há muito a aprender em termos de efeitos desse sentimento no cérebro e se realmente podemos relaciona-los a efeitos de longo prazo na forma como pensamos e agimos no cotidiano. Mas enquanto isso, talvez seja mesmo bom espalhar #gratidão por aí – e não apenas em uma hashtag. 


segunda-feira, setembro 28, 2015

Dedico esta mensagem à pessoa que me deu o título de “a mulher mais feia do mundo”

Há nove anos, alguém postou na Internet um vídeo de Lizzie Velasquez e deu-lhe o título de “a mulher mais feia do mundo.” Naquela época, ela tinha apenas 13 anos. O vídeo rapidamente se tornou viral. Eis aqui a resposta de Lizzie Velasquez.

Muitas pessoas têm me feito a mesma pergunta muitas vezes: “Se você tivesse a oportunidade de conhecer a pessoa que postou aquele triste vídeo sobre você, o que você lhe diria? Minhas respostas poderiam variar entre querer gritar “POR QUE EU?!”, até chegar a dizer que eu lhe daria um grande abraço e lhe agradeceria por ter se tornado uma das maiores bênçãos em minha vida. Se eu tivesse que dizer algo depois disso, ficaria sem palavras.
Eu acredito, com toda a minha alma, que você e eu estávamos destinados a cruzar nossas vidas. Veja bem, eu não sei de onde você é, qual é a sua idade, e muito menos qual é o seu gênero. Afinal, essa informação é irrelevante. Mas o que eu realmente sei é que você mudou não só a minha vida, mas também a vida de muitas pessoas no mundo todo.
Eu não sei o que o motivou a postar um vídeo meu, aos 13 anos de idade, muito menos a razão que levou você a dar-lhe um título tão forte. Eu não sei o que estava acontecendo em sua vida, nem se foi o seu grupo de amigos que o encorajou a publicar o vídeo. Mas eu quero que você saiba o que estava acontecendo comigo, quando encontrei aquele vídeo acidentalmente.
Lizzie Velasquez tem uma doença congênita rara que impede o seu organismo de acumular gordura corporal. (Foto: Thao Doan)
Eu era uma adolescente de 17 anos, cursando o ensino médio, e só queria desesperadamente uma única coisa na vida: ser aceita. Ser adolescente e se encaixar em um grupo, nessa fase da vida, não é nada fácil. Acrescente a isso, ter uma aparência totalmente diferente dos demais colegas, e aí eu entro em cena. Houve muitos altos e baixos na minha vida, e eu não vou dourar a pílula dizendo que quando encontrei o seu vídeo, não fiquei aborrecida.
Cada vez que eu pensava que devia ser bonita, ou que finalmente seria aceita pelas pessoas, ou que talvez essa síndrome não fosse tão ruim assim — todas essas ideias se desvaneciam assim que eu encontrava o seu post. Eu li os milhares de comentários feitos sobre o vídeo, buscando desesperadamente encontrar pelo menos um que me defendesse. Será que eu encontrei algum? Não. Eu não estou dizendo isso para fazer com que você se sinta culpado(a); eu quero apenas alertá-lo(a) para o fato de que no dia em que você postou o vídeo, provavelmente pensou que eu jamais o encontraria.
Por favor, acredite em mim quando eu digo que ao encontrar o vídeo, a princípio eu o encarei como uma maldição; no entanto, mal sabia eu que na verdade, ele era uma das maiores bênçãos disfarçadas que já tive na minha vida.
Vamos trocar os nossos papéis por um segundo. Digamos que você não tenha a menor ideia de quem eu sou, nem de onde eu venho. Digamos que você esteja lutando para adquirir autoconfiança durante sua adolescência, e um belo dia encontra um vídeo que eu postei sobre você. Eu apenas publiquei um vídeo com um título bastante ofensivo, mas não fiz nenhum dos comentários insultantes. Será que você me perdoaria, e simplesmente ficaria chateado com as pessoas que disseram que o mundo seria um lugar melhor sem você?
Eu poderia continuar falando sobre a avalanche de coisas que sucederam depois que encontrei o vídeo, bem como sobre todas as outras pessoas que também se sentiram feridas por ele; mas isso seria apenas uma perda de nosso valioso tempo. Em vez disso, eu gostaria que você soubesse que eu perdoei você e todas as pessoas que sugeriram que eu me suicidasse. Eu sei, essas palavras são muito duras, até mesmo digitá-las já é difícil o bastante.
Lizzie Velasquez (Foto: A Brave Heart: The Lizzie Velasquez Story)
Com a ajuda da minha fé, da minha família e dos meus amigos, fui capaz de deixar de me sentir totalmente estranha, para de alguma maneira, poder transformar o nosso primeiro encontro em algo que possa ajudar a dar esperança a qualquer pessoa que tenha sido vítima de bullying na Internet. Usar a palavra “vítima” aqui é bastante difícil para mim, porque essa palavra não me define. Eu sou alguém que permitiu que outra pessoa entrasse em sua vida, e isso não ocorreu precisamente da maneira mais fácil.
Descobri que muitas vezes, as pessoas machucam umas às outras, não porque queiram prejudicá-las, mas porque elas mesmas já foram muito machucadas Se esse for o seu caso, espero que você tenha encontrado uma maneira de expressar sua própria dor, sem causar sofrimento a mais ninguém.
Vamos avançar rapidamente esses nove anos desde que você e eu “nos conhecemos.” É neste momento que eu quero lhe dizer: ‘muito obrigada’. Eu encaro todas as coisas que faço e todas as pessoas que encontro como peças do grande quebra-cabeça que é a minha vida. Nossa peça foi uma das mais difíceis; eu não sabia exatamente onde ela encaixava, mas eu sabia que ela tinha seu lugar. Sua peça encaixou perfeitamente no lugar, quando eu percebi que o vídeo que você postou era o combustível que alimentaria a minha força.
Seu vídeo me levou para o fundo do poço, mas com o tempo, ele me tornou muito mais forte do que eu jamais poderia ter imaginado.
Suas ações me guiaram em meu processo de aprender a levantar e dar a volta por cima, vez após vez. Tudo isso me traz de volta à pergunta feita a princípio. “Se você tivesse a oportunidade de conhecer a pessoa que postou aquele triste vídeo sobre você, o que provavelmente você lhe diria?” Minha resposta agora seria bastante simples. Você é o responsável por iniciar essa mudança em minha vida. Eu acho que é verdade quando as pessoas dizem que todos nós temos um líder interior. Por mais absurdas que minhas palavras pareçam, muito obrigada por ser o líder que eu não sabia que eu tanto necessitava.[Fonte: Yahoo]

segunda-feira, agosto 18, 2014

Por que ser gentil vale a pena

Estudos mostram que gentileza traz felicidade a quem a pratica. Projetos se dedicam a multiplicar esta virtude


Quem tem tempo hoje em dia para segurar uma porta aberta para alguém, dar passagem a outros carros num trânsito cada vez mais maluco, ou cumprimentar as dezenas de pessoas que se chega a encontrar num dia? É difícil ser gentil, mas mais difícil ainda é conviver com a falta de gentileza dos outros. Principalmente ao dar com uma porta fechada na cara, ter a lataria do carro amassada por um apressadinho ou passar pela sensação de ser invisível. A ideia de que ser gentil vale a pena e traz benefícios tem sido comprovada por diversos estudos.
Além disso, vários projetos têm se dedicado a multiplicar essa virtude.
Esses pequenos atos fazem parte da rotina do empresário Ricardo Christe, 36 anos. Quando chega a um restaurante ou precisa ser atendido em um balcão, a primeira coisa que faz é procurar o nome do atendente num crachá, para cumprimentá-lo. "Eu acredito em melhorar como ser humano", diz. "A forma mais difícil de se transformar é no cotidiano." Para ele, que olha com desconfiança a sociedade cada vez mais ensimesmada, ouvir mais e se interessar por quem está ao seu redor é o componente básico da gentileza. "As pessoas estão tão ilhadas nos próprios problemas que não conseguem olhar em volta. Todo o resto fica irrelevante", afirma Christe.
O professor de psicologia da Universidade do Estado da Califórnia Robert Levine fez uma experiência que comprovou que o cotidiano das grangrandes cidades não faz nada bem à cortesia. Levine observou a relação entre pressa e gentileza em 36 cidades americanas, avaliando a frequência de gestos como devolver uma caneta que caiu "acidentalmente", ajudar uma pessoa cega a atravessar a rua ou colocar na caixa de correio uma carta "perdida". Nova York, terceira cidade mais rápida no estudo, foi considerada a menos gentil. RoRochester, no mesmo Estado, com um ritmo de vida bem mais lento, foi a mais prestativa. A experiência está relatada no livro "A Geografia do Tempo", de Levine.
Mas, afinal, vale a pena ser gentil? Para a ciência, a resposta é sim. Em um estudo da Universidade da Califórnia, a psicóloga Sonja Lyubomirsky pediu aos participantes que praticassem ações gentis durante dez semanas. Todos registraram aumento na felicidade durante o estudo. Os que praticaram ações variadas, como se oferecer para ajudar a lavar a louça, fazer elogios ou segurar a porta aberta para um estranho passar, registraram níveis mais altos e prolongados de felicidade, em comparação com quem repetiu sempre a mesma atitude com diferentes pessoas. "Gentileza e boa vontade estão relacionadas à felicidade e as pessoas que tentam ser mais gentis no dia a dia tendem a experimentar mais emoções positivas e se tornaram mais alegres", afirma Sonja. O mecanismo que explica essa relação foi mais esclarecido por um estudo da Universidade Hebraica, em Israel, de 2005. A gentileza está ligada ao gene que libera a dopamina, neurotransmissor que proporciona bem-estar.
Para algumas pessoas, ser gentil não é uma escolha, mas um ofício. É o caso de Carlos de Sá Barbosa, 35 anos, funcionário da Pel Consultoria, responsável pela segurança do Hospital Copa d'Or, no Rio de Janeiro. "Trabalhamos com um público estressado. Ninguém vai a um hospital a passeio", diz. Na rotina do supervisor de segurança, sorrisos e ouvidos dispostos a escutar são fundamentais. "Você está aqui para resolver o conflito, e não aumentá-lo", diz. Existem técnicas para não estressar mais a pessoa, como nunca abordar um cliente nervoso pedindo calma, sempre olhar nos olhos do interlocutor e dar uma atenção especial a quem está mais exaltado. "Eu trabalho na área da supervisão - lido com 55 funcionários sob minha responsabilidade, além do público externo. Se não gostar de pessoas, não dá certo", afirma Barbosa. Marcos Simões, da RH Fácil, empresa que treinou a equipe do Copa d'Or, dá esse tipo de treinamento há 20 anos. "As técnicas existem, mas é importante ter um interesse real no cliente e saber ouvir com atenção", afirma. A gentileza profissional pode ter um roteiro, mas sem envolvimento sincero não convence.

O professor de filosofia da Universidade Presbiteriana Mackenzie Jorge Luiz Rodriguez Gutierrez prefere pensar na gentileza não como um comportamento, mas como uma virtude. "Não só a gentileza parece menos cultivada, mas em geral hoje não se fala muito das virtudes. Parecem esquecidas", diz Gutierrez. Ele ressalta que ela só tem valor positivo quando associada a conceitos como generosidade ou misericórdia. "Em filmes, geralmente os nazistas que dirigem campos de concentração são gentis. Por si só, a gentileza é neutra", diz.
Para que essa virtude faça diferença, na escola Projeto Vida, em São Paulo, ela é ensinada junto com valores éticos e faz parte das atividades do dia a dia.
Cecília Fonseca, 5 anos, está aprendendo a compartilhar e a ser gentil.
"Quero que a Cecília saiba ouvir, que possa falar, que saiba respeitar e conviver com os amigos", diz Edilene Fonseca, 41 anos, mãe da menina. Todo dia, os pequenos podem levar frutas de casa para oferecer aos colegas, em uma bandeja comunitária.
"As crianças pequenas são muito egocentradas, é uma característica da faixa etária. O grande desafio é fazê-las enxergar o outro", explica Mônica Padroni, coordenadora da escola. "Damos um sentido maior à gentileza. A polidez é ligada à convenção social, não ao respeito, à generosidade e à justiça, virtudes que valorizamos."
Pesquisas sobre o valor da gentileza, das boas maneiras e da educação na sociedade contemporânea e a promoção desses valores é o principal objetivo da Iniciativa pela Gentileza, da Universidade Johns Hopkins. "Podemos escolher a gentileza porque temos livre-arbítrio. O problema é que você pode ter sido educado em condições que não conduzem a isso", diz Pier Massimo Forni, coordenador do projeto. "Por isso, a orientação e o exemplo dos pais são tão importantes." O segundo livro do autor sobre o assunto, "The Civility Solution: What to Do When People Are Rude" (A solução da gentileza: o que fazer quando as pessoas são rudes, em tradução livre), está em processo de tradução para o português. Para Forni, a gentileza é lançar um olhar benevolente aos outros.
Nos anos 80, José Datrino, de túnica branca e longa barba e conhecido como Profeta Gentileza, espalhava pelo Rio de Janeiro inscrições como "Não usem problemas, não usem pobreza. Usem amorrr e gentileza" (sic).
O pesquisador em filosofia e arte Leonardo Guelman é autor de "Univvverrsso Gentileza", no qual analisa as inscrições e conta a história de Gentileza. "Ele foi alguém que apontou uma crise atual nas relações humanas, e propôs como alternativa a gentileza", afirma Guelman. A mensagem está virando um projeto voltado para jovens, em escolas públicas. "Criamos um material pedagógico para ser trabalhado nos colégios, para gerar uma cultura da gentileza, sobre a obra dele. A cidade tem que se humanizar", afirma Guelman. Como dizia o Profeta, em sua frase mais famosa, "gentileza gera gentileza".[Fonte: IstoÉ]

segunda-feira, junho 16, 2014

Japoneses dão exemplo de boas maneiras na Copa do Brasil

Os japoneses que foram à Arena Pernambuco para assistir à partida de estreia do Japão na Copa do Mundo contra a Costa do Marfim fizeram questão de deixar as arquibancadas do estádio livre de lixo após a partida.
Os sacos azuis que puderam ser vistos na torcida do Japão que torcida pela sua seleção durante o jogo foram utilizados para recolher o lixo deixado na ala deles da torcida depois da derrota japonesa por 2 a 1.


terça-feira, abril 02, 2013

Trabalhando Valores Com Livros Infantis


Você sabia? Livro Infantil

Dia 2 de abril é o Dia Internacional do Livro Infantil. Cumprindo a missão de introduzir as crianças aos encantamentos das letras, essas obras servem também para transmitir juízos de moral e valores da sociedade em que se inserem. [Clique na Imagem e confira]


quinta-feira, outubro 11, 2012

10 maneiras de evitar brigar com alguém


Discutir, argumentar, “brigar”. Brigar nunca é bom, mas em sua forma primordial – o argumento, ou discussão – é uma forma de arte que, se feita de forma eficiente, pode ser uma maneira útil de entender como as pessoas se sentem, e até fazer mudanças positivas (em um relacionamento, digamos).
Quer saber como conseguir isso? Siga as dicas da terapeuta de relacionamentos Dra. Sheri Jacobson:
1 – MEÇA SUAS EMOÇÕES
Antes de iniciar uma discussão, é fundamental que você verifique o seu estado interno. Examine como você está se sentindo emocionalmente, em uma escala de um a dez: um sendo sereno, e 10 absolutamente furioso.
Se você estiver acima de 7,5, nem sequer pense em entrar em uma discussão. Quando você fica com raiva, seu corpo exibe sintomas físicos. Você regride para um estado mais “animal”, porque seus neurônios não são acionados com rapidez suficiente para uma área do cérebro chamada amígdala, responsável pelo processamento de nossas emoções.
Neste ponto, você já não é capaz de se engajar em pensamento racional e adequado: você entra em um primitivo estado de “luta ou fuga”. Neste estado, o seu corpo ou se prepara para qualquer luta, seja ela física ou verbal, ou para fugir em busca de abrigo (nenhuma das opções é boa, certo?).
Você vai notar sintomas físicos como aumento da frequência cardíaca, palmas das mãos suadas, temperatura elevada, tensão e pensamentos violentos. Quando você se sentir assim, pare, se afaste e reflita sobre por que você está tão bravo ou chateado.
2 – TOME FÔLEGO
Faça uma pequena pausa para tentar respirar lenta e profundamente: isso ajuda a sinalizar para o cérebro de que você não está em uma situação perigosa. Seu sistema nervoso vai começar a se comportar normalmente, e você será capaz de avaliar a sua situação de forma mais objetiva e racional.
3 – VERIFIQUE SE AS COISAS SÃO REALMENTE TÃO RUINS QUANTO VOCÊ PENSA
Às vezes, uma simples forma de terapia comportamental cognitiva (TCC) pode ser útil: observe o que está lhe deixando com raiva, pense sobre o porquê isso lhe incomodou e tente avaliar se a situação é realmente tão ruim quanto você pensa que é. Muitas vezes não é.
4 – LEMBRE-SE DA SUA META
Quando você finalmente decidir entrar em uma discussão, certifique-se de que você vai entrar nela com a atitude correta: o objetivo é ser feliz, não estar certo. Você deve querer resolver a situação, e não apenas competir ou entrar em uma discussão inútil.
5 – ATENÇÃO À LINGUAGEM
Qual o objetivo do conflito? Você quer um pedido de desculpas ou uma mudança de comportamento, por exemplo? Escreva o que você espera, para usar a linguagem apropriada – verbal e física – para deixar seus desejos ou queixas claros.
No calor do momento, coisas desnecessárias são ditas. Tente não confundir o propósito da discussão, para não diminuir qualquer chance de resolução.
6 – SEJA SUAVE
É quase impossível fingir que você não está com raiva ou chateado quando você está, mas tente não manter uma postura defensiva. Não cruze os braços ou gesticule muito descontroladamente. Se possível, sente-se em frente à pessoa com quem você está discutindo, e, se for o seu parceiro ou alguém com quem você tem intimidade, tente tocá-lo.
Lembre-se o tempo todo que o propósito do conflito é a resolução, é que ambos saiam tão felizes quanto possível. Isso significará compromisso, e o poder do toque vai demonstrar isso.
7 – OUÇA
Mais importante do que falar é ouvir. Você deve mostrar a outra pessoa que você está disposto e é capaz de ouvir os dois lados da história. Na verdade, ouvir os dois lados pode até mesmo ajudar a contextualizar seus próprios sentimentos, tornando mais fácil entender por que você ficou chateado em primeiro lugar.
Mas quando você começar a falar, tenha cautela. Argumentos não são jogos de culpa: sua chance de falar sobre suas emoções não deve ser uma chance de “xingar” ou implicar com alguém.
8 – SEJA POSITIVO
Em vez de dizer a alguém o que ele fez de errado e como isso lhe fez mal, centre a discussão em si mesmo e traga exemplos positivos de comportamento para ajudar a transmitir o seu ponto de vista.
Por exemplo, em vez de dizer “Você esqueceu meu aniversário e isso me deixou chateada”, diga “Eu me senti chateada quando você esqueceu meu aniversário, porque você é sempre tão atencioso”. Não diga “odeio que você sai todos os dias”, mas sim “eu gosto quando você fica comigo”, e assim por diante.
Isto imediatamente torna o tom da conversa menos agressivo, limita a extensão da culpa colocada sobre essa pessoa e torna mais fácil para ela entender porque você está infeliz.
9 – PENSE NO FUTURO
Tente não relembrar erros ou conflitos passados ao expressar o que sente. A pessoa com quem você está discutindo simplesmente ficará muito consciente de delitos passados que nem ela, nem você podem fazer algo para mudá-los.
Em vez disso, concentre-se no aqui e agora, ou não haverá resolução e reconciliação.

10 – HÁ FORÇA NA FRAQUEZA
Admitir uma fraqueza ou um erro é uma força definitiva e em muitos casos a chave para acabar com a disputa ou briga.
Se todo o resto falhar, procure ajuda. Pode ser muito fácil entrar em um ciclo interminável de divergências. Se você acha que precisa de um terceiro para “arbitrar” as conversas, muitos terapeutas atendem casais (também há terapeutas para outros tipos de relacionamento ou problemas). [DailyMail]

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